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É uma das vacinas mais promissoras contra a Covid-19 — e a primeira a ser encomendada por Portugal, num total de 6,9 milhões de doses esperadas já no final deste ano — e, por isso, aquela em que todas as esperanças estão depositadas para colocar um ponto final à pandemia. Mas uma possível reação adversa ao fármaco da Universidade de Oxford e da AstraZeneca, detetada num voluntário no Reino Unido, colocou em pausa os ensaios clínicos.

A notícia foi conhecida esta terça-feira e levantou uma série de interrogações: onde está o problema com esta vacina, como é que pode ser resolvido e que impacto pode este acontecimento ter no desenvolvimento de outras soluções? Eis um balanço das respostas que já existem e das dúvidas que persistem sobre a suspensão aos testes à “promissora” vacina de Oxford.

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