Nove meses depois dos primeiros casos, a Covid-19 atingiu este domingo uma marca psicológica importante ao ultrapassar 1 milhão de mortes em todo o mundo.

Essa é a contagem do Worldometers, ferramenta online onde são agregados, com remissão para as fontes de cada país, os números da Covid-19 em tempo real. De acordo com este site, o número de mortos é, no momento de publicação deste artigo, de 1.000.199.

Esta contagem excede a da John Hopkins University, que conta com um total mais conservador por ter nos seus parâmetros mais etapas de confirmação e mais fontes de informação — entre as quais se inclui o próprio Worldometers. Na contagem daquela universidade norte-americana, o número de mortos nesta pandemia é para já de 994.940 em todo o mundo.

A contribuir amplamente para a marca de 1 milhão de mortes registadas pelo Worldometers estão os EUA, país que lidera o número óbitos a nível mundial: 209.233. Ou seja, sensivelmente 1 em cada 5 mortes clinicamente atribuídas à Covid-19 em todo o mundo.

O segundo país com mais mortes é o Brasil, atualmente nos 141.441. Em terceiro, mas ainda abaixo da marca dos 100 mil mrtos, segue-se a Índia, com 94.971 mortos.

Em Portugal, a pandemia já levou à infeção de 73.604 pessoas. Destas, 47.647 recuperaram, 24.004 continuam ativas e um total de 1.953 já morreram desta doença.

Identificada no final de 2019, a Covid-19 espalhou-se entre janeiro e fevereiro de 2020 a tal velocidade que, a 11 de março, foi oficialmente declarada uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde.

Os primeiros surtos foram na Ásia, a partir da China. Daí, a situação mais preocupante passou a ser na Europa a partir de março. Entre abril e maio, a gravidade da pandemia fez-se sentir sobretudo no continente americano, tanto na América Latina como na América do Norte. Atualmente, muitos países da Europa vivem aquilo a que já se convencionou chamar de segunda vaga.