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Houve uma barricada natalícia, de um lado estariam os tradicionais bolo-rei e bolo-rainha, o pão-de-ló, os bombons de chocolate (com e sem adição de espirituosas), o tronco de Natal e o italiano panettone, enquanto do outro contratacariam a mais diversas modernices, nomeadamente donuts temáticos, cookies americanas, bolas de Berlim, azeitonas e folhas de chá envolvidas em chocolate e um batalhão de brigadeiros. Felizmente, não há nenhuma guerra e há espaço suficiente para todos, seja em cima da mesa ou no cabaz meticulosamente composto.

Conhecidos por serem o recheio oficial do Natal, os bolos e doces não se deixam intimidar pelo contexto adverso, talvez por o açúcar ser um agente reconfortante necessário, em 2020 mais do que em qualquer outro ano. Se o bolo-rei (ou a sua versão menos colorido, o bolo-rainha) continua a ser soberano, outros bolos secos espreitam em busca de protagonismo. Há novos negócios a inovar na forma como adoçam o Natal.

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