Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A reestruturação no SEF vai avançar já em janeiro, mas porque já estava previsto no programa de Governo e não por reação apressada ao caso de Ihor Homeniuk. Foi isto que disse o ministro Eduardo Cabrita aos deputados na audição parlamentar pedida pela deputada Joacine Katar Moreira e pelo PSD, sublinhando que o caso da morte no SEF “envergonha” o país, causa “firme repulsa”, e levou ao afastamento imediato de quem estava em funções naquele dia no SEF. Mas não pode ser visto como uma prática comum a todo o organismo, disse o ministro que, no final da intervenção, ainda assumiu “erros” mas sem explicar quais.

Os deputados só tiveram uma ronda de perguntas, e não foram ao repique. Eis o que fica da audição do ministro da Administração Interna na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a propósito da morte de Ihor Homeniuk no espaço equiparado a Centro de Instalação temporária do Aeroporto de Lisboa no passado dia 12 de março.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.