O ex-presidente norte-americano, Donald Trump, poderá estar de volta às redes sociais dentro de ou três meses. Mas não nas redes sociais que conhecemos e das quais foi banido logo a seguir à invasão do Capitólio. Fora do Twitter, do Facebook e do Instagram desde então, Trump deverá voltar numa plataforma própria que está a desenvolver, segundo divulgou este domingo um conselheiro que trablha com ele.

A informação, segundo o The Guardian, foi avançada por Jason Miller numa entrevista no Media Buzz, da Fox News, que afirma que esta nova plataforma vai “redefinir completamente o jogo” e atrair milhões de utilizadores. É que, defendem os conservadores que apoiam Trump, as próprias redes sociais contribuíram para a derrota de Trump e já antes do episódio da invasão ao Capitólio a 6 de janeiro — quando cinco pessoas, incluindo um policia, morreram numa manifestação que visava reverter a derrota eleitoral — o limitavam. As redes bloquearam Trump depois de ele ter feito uma publicação a considerar os invasores pessoas “especiais”.

Ainda de acordo com o The Guardian, Trump, que tem vivido agora mais resguardado num resort na Florida, tem um grande potencial para se candidatar novamente à presidência em 2024, estando mesmo a receber doações “impressionantes”.

Twitter, Facebook, Instagram e Snapchat bloqueiam contas de Donald Trump

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Apesar de ter sido banido das redes, Donald Trump tem conseguido fazer chegar as suas mensagens através de outros utilizadores, um deles o próprio conselheiro Jason Miller. E não desapareceu. Uma dessas mensagens foi mesmo publicada este domingo, em que congratula Julia Letlow. Letlow fez história no sábado como sendo, avançou a CNN, a primeira mulher republicana do estado de Louisiana eleita para o Congresso. Vai substituir o marido que morreu de Covid-19 ainda antes de tomar posse.