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Análise Galaxy Z Fold3 5G em 3 gifs. Um telemóvel para quem quer um ecrã dobrável (e tem dinheiro para isso) /premium

Analisámos em três gifs o novo dobrável da Samsung, o Galaxy Z Fold 3. O ecrã e a câmara escondida cativam. Porém, sem Note este ano e com um preço elevado, sentimos falta de uma S Pen.

11 fotos

O Galaxy Z Fold3 5G é o último smartphone topo de gama da Samsung — e, além de um ecrã retangular tradicional frontal, tem também um ecrã dobrável interior de sete polegadas. É um aparelho que consegue ser compacto como outros telemóveis e rapidamente se transforma num pequeno tablet. Além disso, este é o primeiro modelo com uma câmara interior semi-escondida embutida no ecrã. É o telemóvel para quem quer ter tudo num só aparelho e não se importa de gastar bastante por isso (mais de 1800 euros). Vale a pena? Depende do que quer. Principalmente devido ao elevado valor, ficámos com a sensação de que podia valer mais mais a pena.

Galaxy Z Fold3 5G

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A favor

  • Ecrã dobrável
  • Taxa de atualização de 120Hz
  • Modo Multitarefa

Contra

  • Preço
  • Design volumoso semelhante ao dos modelos anteriores

O Z Fold3 (vamos chamar-lhe só assim porque o nome é grande) está disponível em duas versões: uma com 256GB de memória interna e 12GB de memória RAM (sim, 12GB); e outra, para quem não quer mesmo arriscar ficar sem espaço, com 512GB. Sendo um smartphone com um ecrã dobrável, tem um total de três câmaras: uma no ecrã frontal de 6,2 polegadas, a tal embutida no ecrã dobrável de 7,6 polegadas, e ainda uma câmara com tripla lente na parte traseira do equipamento. O telemóvel tem um processador Snapdragon 888 5G, da Qualcomm, é resistente à agua (IPX8) e tem uma película protetora interior que é “80% mais duradoura” do que o modelo anterior — não o andámos a riscar com uma chave, mas pareceu resistente.

Samsung apresenta smartphone dobrável com uma câmara escondida debaixo do ecrã

Em relação ao último Fold, este novo modelo permite agora que se use as canetas digitais da marca — as S Pen — para se escrever no ecrã dobrável. Uma novidade importante tendo em conta que a Samsung não apresentou novas versões Note este ano. Porém, e à semelhança do que acontece com o carregador e auriculares, apesar de haver compatibilidade com a S Pen, esta não vem incluída com o smartphone. Em três gifs, mostramos os pontos fortes deste aparelho.

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via GIPHY

[Pode ver também aqui o GIF. A câmara interior do Z Fold3 está debaixo do ecrã numa zona onde há menos saturação de pixéis]

Em 2019, quando analisámos o Note 10+, dissemos que “já só falta a câmara estar debaixo do ecrã”. Com este Z Fold 3, está quase: a câmara interior de quatro megapixels faz parte do ecrã. Ainda não é uma verdadeira câmara escondida, mas é mais um passo nessa direção.

Do que experimentámos, a qualidade de imagem que reproduz é bastante semelhante às câmaras equivalentes que se encontram em telemóveis de média gama. Além disso, esta câmara rapidamente passa despercebida quando se vê vídeos no ecrã inteiro, permitindo uma experiência de canto a canto.

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[Pode ver também aqui o GIF. O ecrã tem uma taxa de atualização mais rápida do que outros modelos]

Outra das novidades que se destaca neste aparelho é a taxa de atualização de imagem de 120hz. O que é que isso significa? Que o movimento das imagens e vídeo no ecrã interior é bastante fluido. Infelizmente, e apesar de tentarmos mostrar isso com o gif acima, só dá para perceber a olho nu. Mesmo assim, e para quem usa muito smartphones, esta novidade faz diferença.

Telemóveis: o que é melhor, dois ecrãs ou um ecrã dobrável?

Ainda quanto ao ecrã, não testámos a resistência do ecrã interior e do exterior tanto quanto pode ser possível — não atirámos o smartphone ao chão, por exemplo. Contudo, após uma utilização quotidiana de duas semanas, não houve um único risco. O telemóvel é disponibilizado com duas películas protetoras, que estão já aplicadas, que são melhores do que as que estavam incluídas nos modelos anteriores.

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[Pode ver também aqui o GIF. A grande diferença continua a ser o ecrã dobrável]

Para quem já experimentou os outros smarphones dobráveis da Samsung, este modelo não é o mais cativante. Pode ter um ecrã dobrável, mas continua a ter uma dobra no meio do visor e não é possível fechar completamente o smartphone. Já o ecrã frontal é bastante melhor — maior e mais luminoso. Porém, se é para usá-lo normalmente, mais vale ter um telemóvel tradicional.

Quanto à bateria e processador do equipamento, não temos nada a apontar também. Não obstante, também não há nada a elogiar. Dos vários testes que fizemos, a autonomia da bateria deu para um dia e meio de utilização normal — chamadas, emails, mensagens, etc. –, e todos os programas funcionaram como noutros telemóveis, até em alguns com menos funcionalidades. Independentemente disto, e ainda quanto ao processador, o modo multitarefa continua a ser interessante e, mesmo com várias aplicações abertas, o smartphone nunca ficou mais lento.

Veredicto final: o Z Fold3 é para quem quer o melhor smartphone dobrável

O Z Fold3 é um dos telefones mais cativantes no mercado. Contudo, atualmente, o mesmo mercado oferece de tudo e por valores bem mais baratos. Como este ano não há um novo modelo Note, a Samsung tem como destaque este dispositivo. Mesmo assim, a ausência de uma S Pen incluída com o equipamento, que agora funciona nos Z Fold3, é um ponto fraco. Além disso, o formato dobrável começa a deixar de ser inovador.

Tudo isto faz deste smartphone uma opção mais para quem quer ter um equipamento ecrã dobrável, e não para quem quer o melhor smartphone. Não é porque o Z Fold3 não é dos melhores telemóveis que atualmente está no mercado ou o melhor dos dobráveis, é por os smartphones dobráveis ainda serem uma categoria entre telemóveis e tablets com um preço elevado.

*O equipamento foi disponibilizado ao Observador pela Samsung durante duas semanas e para efeitos de análise.

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