Para os Estados Unidos, a China apresenta um “desafio mais importante e sistémico”, enquanto a Rússia representa “ameaças agudas”, tanto para os “interesses nacionais vitais” dos norte-americanos, quanto para “a pátria”.
A conclusão, que é citada pela AFP, está presente numa versão não classificada de um documento de estratégia nacional realizado pelo Pentágono que explica esta quinta-feira que “o desafio mais abrangente e sério para a segurança nacional dos EUA é o esforço coercitivo e cada vez mais agressivo [da China] para remodelar a região Indo-Pacífico e o sistema internacional para servir os seus interesses e preferências autoritárias”.
Relativamente à Rússia, os norte-americanos consideram que a ameaça representada por Moscovo foi “demonstrada mais recentemente pela invasão não provocada da Ucrânia” pelo país liderado por Putin. Os EUA apoiarão “uma forte dissuasão da agressão russa contra [os seus] interesses nacionais vitais”.
O documento enfatiza ainda a necessidade de colaboração dos Estados Unidos com países aliados e parceiros para combater estes perigos que considera que a Rússia e a China representam. Para os norte-americanos, a cooperação é “fundamental para os interesses de segurança nacional dos EUA”.