Depois da hecatombe da Rússia, quando não passou da fase de grupos do Mundial pela primeira vez na história, a Alemanha surgia no Qatar com a vontade de mostrar que iniciou um novo capítulo com a saída de Joachim Löw e a escolha de Hansi Flick — o antigo adjunto que foi campeão do mundo em 2014 e que, oito anos depois, sonhava com um regresso alemão à glória.

O grupo não foi o mais simpático, com uma Espanha que irá sempre lutar pela liderança, um Japão muito característico e uma Costa Rica que pode sempre surpreender, mas esta é uma geração alemã que pretende voltar a ser uma potência europeia e mundial. Atualmente, contrariando uma lei que foi máxima ao longo de décadas, a Alemanha não ganha sempre que são 11 contra 11. E esse é um pormaior que fere o orgulho de um país inteiro.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.