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Donald Trump anuncia encontro entre Camboja e a Tailândia para assinar acordo de cessar-fogo

Este artigo tem mais de 1 ano

No início do dia, Trump já tinha declarado estar a conversar com os líderes cambojano e tailandês, sublinhando que ambas as partes desejavam um "cessar-fogo imediato e a paz".

epaselect epa12263314 US President Donald J. Trump waves as he plays golf at Trump Turnberry golf course during a private visit in Turnberry, Scotland, Britain, 26 July 2025.  US President Trump is visiting Scotland where he will visit his golf courses and meet with UK Prime Minister Keir Starmer.  EPA/TOLGA AKMEN
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TOLGA AKMEN/EPA

TOLGA AKMEN/EPA

O Presidente norte-americano anunciou este sábado que o Camboja e a Tailândia, que estão em conflito devido a uma disputa sobre o traçado da sua fronteira comum, concordaram reunir-se para acordar um cessar-fogo.

“Eles concordaram reunir-se imediatamente e chegar rapidamente a um acordo de cessar-fogo”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social, após conversar com os líderes dos dois países. Salientando que foram duas “conversas muito boas”, disse esperar que os dois vizinhos “se entendam por muitos anos”.

No início do dia, Trump já tinha declarado estar a conversar com os líderes cambojano e tailandês, sublinhando que ambas as partes desejavam um “cessar-fogo imediato e a paz”.

Uma disputa fronteiriça entre os dois países tem vindo a arrastar-se há muito tempo e conduziu na quinta-feira a confrontos que envolveram caças, tanques, tropas terrestres e artilharia.

Os combates causaram 33 mortes em ambos os lados da fronteira, um nível de violência nunca visto desde 2011, que levou o Conselho de Segurança da ONU a reunir-se em urgência.

O saldo supera o da série anterior de grandes confrontos fronteiriços entre os dois países, que causaram 28 mortes entre 2008 e 2011.

Donald Trump também se apressou a dizer que estava ansioso por concluir “acordos comerciais com ambas as partes”.

O republicano está atualmente em viagem na Escócia, no início de uma semana decisiva para a sua política económica. Impôs como prazo final o dia 1 de agosto para que vários parceiros comerciais dos Estados Unidos cheguem a um acordo que os isente de tarifas alfandegárias, algumas delas muito elevadas.

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