1243,8kWh poupados 1243,8 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Inglaterra. Cão resgatado após estar quatro dias preso numa toca de texugo

Este artigo tem mais de 1 ano

Quatro dias preso a dois metros de profundidade, muitas buscas, muitos meios, incluindo drones. Mas foi Shrek que descobriu Sherlock que se perdeu em busca de um coelho.

Cão Sherlock resgatado passado quatro dias
i

▲Sherlock acabou numa toca de texugo dois metros abaixo do solo e onde ficar por quatro dias encurralado

Reprodução / Mandy McGrath

▲Sherlock acabou numa toca de texugo dois metros abaixo do solo e onde ficar por quatro dias encurralado

Reprodução / Mandy McGrath

Guardas florestais, bombeiros e até drones. As buscas para encontrar Sherlock, um cão de pequeno porte que desapareceu no noroeste de Inglaterra, duraram quatro dias e envolveram muitos meios e a comunidade local. Até o descobrirem na toca de um texugo, dois metros abaixo do solo.

MandyMcGrath, tutora de Sherlock, um LakelandTerrier, contou ao The Telegraph. que estavam a passear num parque na zona de Carlisle, no noroeste de Inglaterra, quando o cão desapareceu ao perseguir um coelho.

O pedido de ajudar e as buscas foram partilhadas no Facebook de Mandy McGrath e acompanhadas por centenas de pessoas que endereçavam palavras de apoio à família.

Inicialmente, os donos acharam que o cão tinha seguido os passos da personagem que lhe deu o nome e tinha ido procurar para brincar algo “um pouco mais interessante do que um pedaço de pau”, disse Mike McGrath, marido de Mandy. Mas após verificar o dispositivo de localização GPS que Sherlock tem na coleira , começaram a pensar que estaria no subsolo. Tentaram que o meio-irmão do terrier , George, o ajudasse, mas em vão.

Conseguiram mobilizar meios de busca que incluíram drones onde foram descobertos “quatro buracos”, possivelmente “entradas para uma grande toca de texugo”, conta McGrath ao jornal britânico.

Com o apoio da Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (RSPCA, na sigla em inglês), foi possível concluir que a toca estava vazia e havia autorização para os bombeiros investigarem o grande buraco, garantindo que nenhum animal selvagem era perturbado.

O tempo passava e os donos ficavam cada vez mais desesperados. Mike McGrath acrescenta que a sensação de “não poder ajudar, não poder fazer nada” lhe provocou grande desalento: “A coisa mais difícil de lidar foi ter esse bichinho que depende inteiramente de nós para ajudá-la e cuidar dela. Não consegui fazer nada disso durante aqueles quatro dias”.

Os bombeiros locais usaram câmaras termográficas mas não conseguiram localizar o cão. Os guardas florestais decidiram então enviar outro Lakeland Terrier, o Shrek, usando um chip-localizador “semelhante aos que eles usam em avalanches”, relata o dono.  Com o apoio de Shrek, que escavou um buraco perto do último sinal de localização do cão curioso, foi possível resgatar Sherlock com vida, contou Mike McGrath à BBC.

A equipa de buscas que se encontrava na superfície relata que ouviu o ladrar de dois cães, e com o sinalizador dado a Shrek conseguiu encontrá-los. Sherlock estava ligeiramente desidratado, mas sem ferimentos graves. Foi imediatamente levado para um veterinário e considerado estável, informa o Brampton Newsletter, no Facebook.

Os donos acreditam que o cão perseguia um coelho quando ficou preso na toca e não foi capaz de sair, devido à largura do buraco.

Gordon Bottomley, voluntário do Moorland Working Terrier Club, que ajudou nas buscas, congratula-se com a equipa que contava com dez cães e foi o seu terrier, o Shrek, que salvou o cão desaparecido. Bottomley acrescentou que os terrier é a única raça que vai ao subsolo à procura de pragas, ao longo de muitos anos, pois foram criados com esse propósito.

Texto editado por Dulce Neto

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.