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O CDS-PP Madeira defendeu esta sexta-feira que o Orçamento da Região Autónoma para 2026 deve contemplar o aumento do salário mínimo para 1.000 euros no arquipélago e considerou que o executivo tem de continuar o processo de redução fiscal.

“Tivemos um feedback positivo, coincidimos em alguns aspetos e o Governo Regional está convicto que fará o esforço que seja necessário para resolver estas principais preocupações que o CDS trouxe aqui”, disse a dirigente democrata-cristã Ana Cristina Monteiro.

A responsável falava aos jornalistas após uma audiência com o secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, no Funchal, no âmbito da preparação da proposta de Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2026.

O governante insular recebe esta sexta-feira em audiência prévia os representantes dos seis partidos com assento no parlamento regional — IL, CDS-PP, Chega, PS, JPP e PSD.

O CDS-PP, partido que suporta o Governo Regional da Madeira em coligação com o PSD, apresentou ao secretário algumas propostas que considera fundamentais, como o aumento do salário mínimo na região para 1.000 euros (atualmente é de 915 euros), a continuidade do processo de redução fiscal através do diferencial 30%, a valorização da carreira docente e a continuidade do programa de redução das listas de espera para cirurgias.

O CDS-PP tem um representante na Assembleia Legislativa da Madeira, num total de 47 deputados que compõem o hemiciclo, e o líder da estrutura regional do partido, José Manuel Rodrigues, ocupa o cargo de secretário regional da Economia.