1242,9kWh poupados 1242,9 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Donald Trump encurta pena e liberta o ex-congressista George Santos

Este artigo tem mais de 1 ano

Santos tinha começado a cumprir a pena de prisão em julho de 2025 e tinha pedido a Trump para que interviesse no seu processo. Foi preso por forjar doadores e doações para a campanha para o Congresso.

GettyImages-1461105039
i

▲Santos cumpria sete anos de prisão por fraude e roubo de identidade

Getty Images

▲Santos cumpria sete anos de prisão por fraude e roubo de identidade

Getty Images

O Presidente dos EUA, Donald Trump, revelou, esta sexta-feira, que encurtou a pena de prisão do antigo deputado republicano George Santos, que cumpria uma pena acima dos sete anos de prisão na justiça federal por fraude e roubo de identidade.

Santos tinha sido condenado em abril deste ano e cumpria a sua pena desde 25 de julho na prisão da cidade de Fairton, no estado de Nova Jérsia, um estabelecimento de segurança reduzida. Desde esses dias, tinha pedido a Trump para intervir no seu processo e que o perdoasse.

Na rede social Truth Social, o líder norte-americano alega que “George esteve em prisão solitária por longos períodos e, segundo todos os relatos, foi terrivelmente maltratado”.

“Portanto, acabei de assinar uma comutação, libertando George Santos da prisão IMEDIATAMENTE. Boa sorte, George, tem uma ótima vida!”, concluiu.

Na rede social Truth Social, Trump disse que George Santos “era um pouco ‘rebelde‘”, mas sublinhou que “há muitos rebeldes em todo o nosso país que não são condenados a cumprir sete anos de prisão“, lembrando o caso do senador democrata Richard Blumenthal, que mentiu sobre ter participado na guerra do Vietname durante vários anos.

“Ele era ‘um grande herói’ e dizia-o a todos os que quisessem ouvir — e depois aconteceu! Ele era uma FRAUDE COMPLETA E TOTAL. Ele nunca foi ao Vietname, nunca viu o Vietname, nunca participou nas batalhas lá, nem em qualquer outro lugar”, lembrou.

“Isto é muito pior do que o que George Santos fez. E pelo menos Santos teve a coragem, a convicção e a inteligência de SEMPRE VOTAR NOS REPUBLICANOS!”.

Santos fora expulso do Congresso após ter admitido forjar registos de doações e nomes de doadores para conseguir ser nomeado como candidato do Partido Republicano ao Congresso no estado de Nova Iorque em 2022. Após ser eleito nas legislativas desse ano, acrescentou a agência, uma parte da cidade de Nova Iorque e dos subúrbios a leste em Washington D.C..

Um cheque roubado, diplomas falsos e a fuga do Holocausto que não existiu. As mentiras do congressista George Santos

No entanto, durante a campanha, segundo a Reuters, George Santos alegou ter andado na Universidade de Nova Iorque, ter trabalhado na Goldman Sachs e que os seus avós tinham fugido dos nazis durante a Segunda Guerra Mundial. Nenhuma destes acontecimentos era verdadeiro.

[Apesar da euforia em torno de Freitas, Soares recupera. O debate com Zenha será decisivo. Quando acabar, nunca mais serão amigos. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.