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A Comissão Europeia libertou esta quarta-feira a décima e última parte de quatro mil milhões de euros para apoiar macrofinanceira excecional à Ucrânia, na sequência do apoio acordado pelos países do G7, foi esta quarta-feira anunciado.

Em comunicado, o executivo comunitário europeu anunciou que os 4,1 mil milhões de euros do valor, acordado pelos países do G7, elevam para 5,9 mil milhões de euros o apoio prestado pelo bloco político-económico da Europa (que já tinha desembolsado 1,8 mil milhões de euros ao abrigo do Mecanismo para a Ucrânia).

Os membros do G7 são: Estados Unidos da América, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Canadá e Itália, e também a União Europeia.

Deste modo, os “4,1 mil milhões de euros desembolsados completam o programa macrofinanceiro excecional para a Ucrânia da Comissão Europeia”, referiu o executivo de Ursula von der Leyen.

Até esta quarta-feira, o G7 já apoiou a Ucrânia com quase 31 mil milhões de euros, na sequência da invasão russa que o país está a tentar debelar há mais de três anos e meio.

O propósito é reforçar a estabilidade macrofinanceira ao país, “fortalecer a administração pública” e possibilitar as reformas que o país tem de fazer, nomeadamente para poder aderir à União Europeia.

A Comissão Europeia revelou no comunicado que desde o início da invasão da Federação Russa, em 24 de fevereiro de 2022, a União Europeia apoiou a Ucrânia com 187 mil milhões de euros.