A startup portuguesa Granter é a vencedora do concurso Pitch da edição deste ano da Web Summit. Pelo segundo ano consecutivo, a escolhida entre as mais de 2.500 startups na cimeira é uma empresa portuguesa.

A empresa liderada por Bernardo Seixas apresenta-se como um “agente de inteligência artificial que trata dos financiamentos, de ponta a ponta”. Uma das funcionalidades da startup é a de criar textos para candidaturas a bolsas, através de IA generativa.

“Obrigada pelo voto do público, pelo apoio a toda a gente que ajudou a nossa empresa. Parece de outro mundo estar nesta arena, um dos maiores palcos em Portugal, na Web Summit, o maior evento em Portugal”, declarou o CEO da empresa no palco do Meo Arena.

Ao longo dos vários dias da cimeira tecnológica, subiram 105 startups ao palco principal do evento para apresentar os seus negócios a uma montra global. Participaram no concurso startups de vários pontos do globo.

A final do Pitch da Web Summit Lisboa foi disputada também pela VarsityScape e pela SegmentStream. A Granter reuniu 80% da votação do público, enquanto a VarsityScape recebeu 17% dos votos e a SegmentStream 3%.

As ideias de negócio são apresentadas a um painel de jurados, que conta com alguns portugueses: Teresa Fiúza, CIO do Banco Português de Fomento e Stephan Morais e Cristina Fonseca, ambos da Indico Capital Partners. A escolha do vencedor é feita através das opiniões do júri e de uma votação do público — que vale 25% da nota final.

Esta startup sucede à portuguesa Intuitivo, que no ano passado ganhou o concurso. A empresa empresa liderada por João Guimarães desenvolve tecnologia para educação.

Portuguesa Intuitivo, responsável por digitalizar as provas de aferição, é a vencedora do concurso de startups da Web Summit