O Governo aprovou, finalmente, a nova administração do Metropolitano de Lisboa, pondo fim a um vazio de meses neste órgão que estava reduzido a dois elementos desde julho.

Metro de Lisboa precisa de ter um vice-presidente, mas está reduzido a dois gestores desde julho

O Conselho de Ministros designou como presidente Cristina Vaz Tomé que foi a secretária de Estado da Gestão da Saúde no primeiro Executivo de Luís Montenegro e que agora ocupava o cargo de deputada do PSD. Para vice-presidente, um lugar criado numa recente alteração de estatutos, é nomeado Pedro Naves Folgado que teve um cargo diretivo na Direção-Geral da Administração e do Emprego Público do Ministério das Finanças.

Outra novidade é Mahomed Bashir, especialista na área do financiamento das Infraestruturas que passou pelo FMI e Banco Mundial como consultor e foi diretor global da Mota-Engil, estando atualmente na Arka Medical, empresa de instrumentos médicos, de acordo com publicações na rede Linkedin.

O único membro do atual conselho que continua é Sónia Alexandra Martins Páscoa que tinha sido nomeada pelo anterior Governo e cujo mandato tinha terminado no final do ano passado. Os nomes tiveram o parecer favorável na Cresap.

O Ministério das Infraestruturas não deu explicações para a demora na nomeação dos novos administradores do Metro de Lisboa, apesar do nome da presidente já ter sido conhecido em agosto.