1242,7kWh poupados 1242,7 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Trump recusa suspender bloqueio naval ao Irão sem acordo: "Estão a perder 500 milhões de dólares por dia"

Bloqueio em Ormuz só chegará ao fim quando houver acordo; um preço que o Irão não poderá suportar a longo prazo, garante Trump. Prolongamento de trégua mantém-se "muito pouco provável".

epa12898035 US President Donald Trump makes an announcement on researching the effects of psychedelic drugs in medical treatment for veterans, in the Oval Office at the White House in Washington, DC, USA, 18 April 2026. President Trump is expected to sign an executive order aimed at expanding federal research into psychedelic drugs to treat veterans suffering from PTSD and traumatic brain injuries.  EPA/ALLISON ROBBERT / POOL
i

▲Trump ameaçou que, se as suas exigências não forem satisfeitas até ao fim do cessar-fogo com o Irão, na quarta-feira, "muitas bombas vão explodir"

ALLISON ROBBERT / POOL/EPA

▲Trump ameaçou que, se as suas exigências não forem satisfeitas até ao fim do cessar-fogo com o Irão, na quarta-feira, "muitas bombas vão explodir"

ALLISON ROBBERT / POOL/EPA

Acompanhe o nosso liveblog sobre tensões internacionais

O Presidente norte-americano, Donald Trump avisou esta segunda-feira que só vai suspender o bloqueio aos portos iranianos se houver um acordo nas negociações de paz com o Irão, cuja nova ronda é ainda incerta.

“O bloqueio, que não suspenderemos até que haja um acordo, está a destruir completamente o Irão. Estão a perder 500 milhões de dólares [424 milhões de euros] por dia, um valor insustentável para eles, mesmo a curto prazo”, escreveu o líder da Casa Branca na sua rede social.

Em declarações anteriores ao longo do dia, Trump ameaçou que, se as suas exigências não forem satisfeitas até ao fim do cessar-fogo com o Irão, na quarta-feira, “muitas bombas vão explodir”, acrescentando que o objetivo a alcançar é um Irão “sem armas nucleares”.

Donald Trump considerou também “muito improvável” um prolongamento da trégua entre os dois países, iniciada no dia 8 de abril.

Segundo a agência de notícias France-Presse (AFP), citando uma fonte próxima do processo negocial, uma delegação norte-americana parte “em breve” para o Paquistão com vista a retomar as negociações de paz com o Irão, depois de o líder norte-americano ter indicado que o vice-presidente, JD Vance, já estava a caminho, o que ainda não se confirmou.

Teerão mantém pelo seu lado que ainda não tomou a decisão de enviar uma delegação a Islamabad.

A República Islâmica condicionou o reatamento do diálogo ao levantamento do bloqueio aos portos e navios iranianos, depois de os Estados Unidos terem apreendido uma embarcação iraniana no passado domingo.

O Presidente do Irão avisou já nas redes sociais que “os iranianos não se submetem à força” e comentou que “cumprir os compromissos é a lógica de qualquer diálogo”, sem mencionar a nova ronda negocial.

“A profunda desconfiança histórica do Irão em relação às ações do Governo norte-americano persiste, enquanto os sinais contraditórios e pouco construtivos das autoridades norte-americanas transmitem uma mensagem amarga: procuram a rendição do Irão”, declarou Masoud Pezeshkian.

As partes estiveram reunidas em Islamabad, em 11 de abril, mas não alcançaram um entendimento para encerrar o conflito iniciado por uma ofensiva aérea israelo-americana em 28 de fevereiro.

Em retaliação, o Irão lançou ataques contra Israel e países vizinhos do Golfo e submeteu o estreito de Ormuz a um bloqueio à passagem de navios comerciais, fazendo disparar o preço do crude em todo o mundo.

Depois do fracasso nas conversações na capital paquistanesa, Trump ordenou um bloqueio naval aos portos iranianos.

No centro das discussões entre os dois países, está o programa nuclear e de enriquecimento de urânio do Irão, bem como a produção de mísseis de longo alcance e apoio a milícias no Médio Oriente e ainda o descongelamento de ativos iranianos.

[Depois de assassinar Carlos Castro, Renato Seabra vai passar 95 dias numa ala psiquiátrica. É lá que diz ter agido como um instrumento de Deus e ser “Jesus Cristo”. “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, conta os bastidores nunca revelados da investigação a um crime brutal. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui o segundo episódio, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir aqui o primeiro episódio]

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.