O Presidente dos EUA aprovou a execução de um antigo psiquiatra do Exército norte-americano por um pelotão de fuzilamento. Nidal Hasan matou 13 pessoas na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.

Na altura, Hasan alegou que tinha aberto fogo como retaliação pelos conflitos dos EUA contra o mundo muçulmano, diz a Reuters. Atualmente, Hasan tem 56 anos e está numa cadeira de rodas após ter sido atingido pelas autoridades no momento do ataque.

Segundo Sean Parnell, porta-voz do Pentágono, Pete Hegseth, o secretário da Guerra, “recomendou” este tipo de execução ao Presidente dos EUA, tendo recebido a autorização de Donald Trump esta segunda-feira.

Numa publicação no X, Parnell descreveu Hasan como um “jihadista que abriu fogo contra soldados americanos desarmados em Fort Hood, em 2009. Matou 13 pessoas e feriu outras 32, enquanto gritava «Allahu Akbar» durante o ataque”.

Parnell indicou que o “secretário do Exército vai definir a hora e o local da execução”.

As execuções de militares são raras nos EUA e só podem acontecer com autorização do Presidente. De acordo com a Reuters, será a primeira vez desde 1961 que há uma execução de um militar. Segundo informações do Death Penalty Information Center, a última execução foi feita através de enforcamento.

Em comunicado, a associação Death Penalty Action, que é contra a pena de morte, criticou a decisão do Presidente dos EUA. “Não há nada que Donald Trump adore mais do que o poder de matar.”

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