O Programa Regional Alentejo 2030 tem abertos seis novos avisos de concurso, num montante de 46,1 milhões de euros, para reforçar a oferta habitacional e a atratividade desta região.
Em comunicado divulgado esta sexta-feira, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo explicou que estes avisos visam garantir condições adequadas de acesso à habitação, promover a fixação de população e reforçar a atratividade dos territórios.
Os seis novos avisos de financiamento destinam-se aos municípios e outras entidades elegíveis, abrangendo diferentes soluções habitacionais.
Segundo a CCDR do Alentejo, “os apoios abrangem investimentos em habitação social, habitação a custos acessíveis, residências de estudantes e casas de função destinadas à instalação de profissionais essenciais”.
Os apoios pretendem aumentar a oferta habitacional, melhorar o acesso à habitação e criar condições mais favoráveis para a fixação de população, de estudantes e de profissionais, contribuindo para a dinamização da economia regional, acrescentou.
A maior fatia do financiamento destina-se à habitação a custos acessíveis, com uma dotação global de 28,45 milhões de euros, distribuída por várias linhas de apoio na região.
Estão ainda previstos 5,35 milhões de euros para operações de construção, aquisição e reabilitação de habitação social, 10 milhões para residências de estudantes do ensino superior e 2,3 milhões para casas de função destinadas a fixar profissionais nas áreas da saúde, educação e segurança.
Os 46,1 milhões de euros agora colocados a concurso juntam-se aos 15,4 milhões anteriormente disponibilizados pelo programa regional para a construção e reabilitação de habitação social e inclusiva, no âmbito do Programa 1.º Direito e das Estratégias Locais de Habitação.
“Este pacote de financiamento representa um dos mais significativos investimentos públicos recentemente mobilizados na região”, destacou a CCDR do Alentejo, acrescentando que irá “responder aos desafios da habitação” e contribuir “para fortalecer a coesão territorial, a competitividade regional e a capacidade de atração de novos residentes”.