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Foi o passo em frente que faltava. Ao oitavo dia de campanha, André Ventura fez o que ainda não tinha feito até ao momento. Na véspera, em Chaves, o líder e candidato do Chega ensaiara algo semelhante. “Vamos atrás do PSD ao longo do próximo ano”, disse. Desta vez, no entanto, Ventura nomeou diretamente o seu maior adversário no pós-presidenciais: Rui Rio.

A noite ia já muito longa quando o líder do Chega subiu finalmente ao púlpito. Numa sala à pinha, com 170 fervorosos apoiantes, Ventura geriu os momentos do discurso com mestria. Primeiro, os batons vermelhos e a esquerda. Check. Depois, Ana Gomes e apoio da comunidade cigana à socialista. Check. Em terceiro, Marcelo Rebelo de Sousa, “que ninguém sabe onde está”. Check. Pelo meio, referências a António Costa, uma “fraude” na gestão da pandemia, gritou por três vezes o candidato.

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