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O economista Abel Mateus não poupa nas palavras para descrever a atual situação económica de Portugal: crescimento anémico face à conjuntura, carga fiscal e contribuições para a Segurança Social em valores recorde, uma trajetória de redução da dívida pública que não convence. Isto num Estado que avalia muito pouco a eficiência e a eficácia dos seus serviços, o que o leva — de forma cega — a exigir cada vez mais impostos por parte dos cidadãos.

Em entrevista ao Observador, o antigo administrador do Banco de Portugal e ex-presidente da Autoridade da Concorrência, abordou os principais pontos de um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos que coordenou ao longo dos últimos quatro anos, sobre a política orçamental, o funcionamento e eficiência do Estado — na Saúde, na Educação — a estabilização da economia ou a sustentabilidade da dívida pública. E o cenário não é bom, diz.

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