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Há poucos dias, numa conta espanhola de Twitter, um utilizador daquela rede social assinou algumas publicações apontando vários erros em jogadas que figuram na mini-série “Gambito de Dama”, sucesso recente da Netflix que conta a história de Elizabeth Harmon, órfã problemática e viciada em comprimidos que se transforma num prodígio do xadrez entre as décadas de 50/60 nos EUA, que vai conquistando o seu lugar num desporto que chegou mesmo a intrometer-se na Guerra Fria. Essas publicações expressavam uma opinião contrária à legião de fãs (e de elogios) que a produção tem despertado um pouco por todo o mundo.

Num dos tweets finais, o utilizador lá revela que não é especialista nenhum, jogou poucas vezes, e até confunde o desporto com damas. Entretanto, apagou a thread e a conta desapareceu do mapa. Mas será que “Gambito de Dama” não tem mesmo erros? O New York Times diz que sim, num extenso artigo assinado por um perito na modalidade. Resolvemos tentar saber mais; perceber que semelhanças e diferenças existem entre a série e a realidade; e tentar responder à pergunta “afinal, o que é que o xadrez tem?”. Falámos com três craques portugueses, Margarida Coimbra, Sérgio Rocha e Sara Monteiro.

[o trailer de “Gambito de Dama”:]

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