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Sabemos a origem dos símbolos nacionais? E conseguimos descrever a história que os criou e os trouxe, mesmo que transformados, até aos dias de hoje? Qual o seu significado, que importância tiveram ao longo dos diferentes regimes políticos que construíram a história portuguesa e como são entendidos fora da esfera governamental? É a estas perguntas — e a muitas outras — que o livro “Quinas e Castelos: sinais de Portugal” tenta responder. E o Observador faz a pré-publicação de um excerto, que diz respeito à evolução dos símbolos nacionais no século XX, com a República, nas suas diferentes encarnações, como princípio orientador.

O autor de um dos novos títulos da coleção “Retratos”, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, é Miguel Metelo de Seixas, investigador do Instituto de Estudos Medievais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. É autor de cerca de uma centena de publicações na área da heráldica e da história e é presidente do Instituto Português de Heráldica e diretor da revista “Armas e Troféus”.

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