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Nas cerimónias fúnebres de Jimmy Carter, a curiosidade terá atacado dois públicos: o que queria saber de que se riam em amena cavaqueira Trump e Obama; e um outro, rendido à gola da vizinha Melania, que se interrogava de onde seria o seu trench coat preto. Com assinatura Valentino, a peça statement remonta a 2019 e à colaboração entre a casa italiana e a Undercover, com destaque para o padrão com a escultura do século XIX com a imagem de um beijo. E, morbidez à parte, teria entrada direta numa coleção cápsula para exéquias, um dos inevitáveis compromissos quando se ocupa o cargo de primeira-dama dos EUA. Sobre o primeiro dos mistérios, o novo presidente eleito dos EUA explica que, “se calhar”, Donald e Barack gostam um do outro.
Melania tem passado no teste com distinção — pelo menos no do guarda-roupa — incluindo o segmento em causa. Em 2023, interrompeu uma prolongada fase afastada dos eventos públicos quando se juntou a outras antigas primeiras-damas na despedida a Rosalynn Carter, de novo com a sobriedade que o programa merecia — mesmo que algumas vozes mais críticas tenham manifestado as suas dúvidas sobre a escolha do cinzento sobre o preto. E mesmo que outras tantas manifestem reservas sobre a tal gola overzise que classificaram de “puritano chique”.
Menos de 24 horas até à tomada de posse, a pergunta que se impõe é o que vestirá Melania esta segunda-feira — e sobretudo que mensagens poderemos ler nas entrelinhas desse look. Estratega em matéria de estilo, a stylist Lauren A. Rothman antecipa ao USA Today dois condimentos essenciais: “patriotismo e confiança”, uma outra forma de falar de um típico “momento americano”, à semelhança da estética imprimida em 2017. E acredita que daqui por diante assistiremos a uma revisão da presença da primeira-dama, em termos de escolhas nos visuais.
“Acho que algumas regras serão reescritas, e acho que ela está a aproveitar isso de uma maneira positiva, para reescrever a própria narrativa de como ela aparece. Isso pode incluir apresentar-se mais no papel da mãe que anda de um lado para o outro, a levar o seu filho à faculdade e a continuar a proteger a sua privacidade, e nem sempre fazendo isso com um conjunto de saia e blazer” — fórmula aliás, que repetiu esta semana, quando se reencontrou com outro bem conhecido farol da elegância, a rainha Rania da Jordânia, que partilhou o momento nas suas redes.
Para esta segunda-feira, Rothman acredita que Melania Trump pode arriscar com um toque de cor ousado (e certamente terá em conta as baixas temperaturas previstas para DC no arranque da semana). “Desta vez, ela não vai ser um manequim”, defende. “Ela está a viver a sua vida, e sua vida dita que ela não estará na Casa Branca a tempo integral.”
Um aspeto é evidente. No que ao estilo diz respeito, há um claro antes e depois da Convenção Nacional Republicana de 2016. Com o primeiro mandato presidencial no horizonte de Trump, a futura primeira-dama sabia que as escolhas duvidosas que aqui e ali a internet vai destapando teriam que ficar pelo caminho. Outrora presença assídua no círculo social, nas filas da frente dos desfiles de moda ou na red carpet da Met Gala, a ex-manequim Melania Knauss, agora senhora Trump, despediu-se dos “early noughties” e dos seus decotes pronunciados, transparências, exuberantes peles, bainhas curtas, excesso de brilhos e acessórios estridentes, a favor de uma imagem mais FLOTUS.
Em 2005, num desfile de Marc Jacobs © Getty Images
Não significa que no papel de primeira-dama tenha arrumado algumas dessas tendências — simplesmente ajustou-as aos novos parâmetros. É improvável que a voltemos a ver com o look em cima, mas não estranhe se aparecer num colour block rosa choque ou com um colorido padrão. Numa festa de ano novo em Mar-a-Lago, em 2018, exibiu um vestido Erdem com lantejoulas, mas a anos luz das peças de outros tempos. Os fãs lembrar-se-ão do dia em que regressou de Cincinnati, no Ohio, combinando os tons amarelo e castanho com perícia (e com um toque de animal print nos pés a rematar). Ou daquele match bem sucedido entre um estruturado casaco beringela Delpozo com uns saltos azuis de veludo. Seja qual for o contexto, mais casual ou formal, com uma camisa statement Calvin Klein ou um vestido de cocktail, a cintura vincada é uma marca obrigatória de uma imagem bem feminina.
Oito anos depois, naquele 18 de julho de 2024, no quarto dia de encontros do partido no Fiserv Forum, em Milwaukee, o conjunto encarnado Dior não defraudou a etiqueta, coroando a evolução evidente. Em vários momentos formais, a inspiração New Look dá o mote para muitas das criações que apresenta, e que primam pelo recato. Foi a mesma cor, aliás, que usou em 2017 durante uma visita oficial a Paris para se encontrar com o presidente francês Emmanuel Macron e a sua mulher Brigitte Macron.
Em novembro passado, a Women Wear Daily (WWD) apontava a conexão entre a empresa mãe da Dior, a LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, e o apelido Trump. Membro do conselho do grupo, e vice-presidente executivo de produtos, comunicações e industrial da joalheira norte-americana Tiffany & Co, Alexandre Arnault encontrava-se entre a multidão no comício de Donald Trump no Madison Square Garden. Já em 2019, o seu pai, Bernard, presidente e CEO da LVMH, apresentava ao mundo a então nova oficina de artigos de pele que instalara em Alvarado, Texas. “Não estou aqui para julgar nenhum tipo de política”, sacudia na altura.
Se foi depurando a imagem, à conta de um luxuoso fundo de armário repleto de bons básicos nada básicos, a nova primeira-dama também tem conseguido surpreender, num gesto sempre calculado, sem passos em falso. Em outubro do ano passado, em contagem decrescente para as eleições, atacava o palco em Nova Iorque, numa das etapas derradeiras da campanha, num casaco com padrão zebra Michael Kors. Em dia de eleições, Melania elegeu um vestido com bolinhas, de novo da Dior, para votar ao lado do marido, no Morton and Barbara Mandel Recreation Center. Os óculos escuros, outro dos items obrigatórios, complementaram a imagem — e ajudaram a inflamar (mais) uma teoria da conspiração que nasceu em 2017. Ao melhor estilo “Kategate” que marcou o ano passado, a internet agitou-se com a possibilidade de não ser Melania mas uma dupla, já que não terá tirado o acessório durante todo o dia.
Quem quer vestir a primeira-dama? E pô-la numa capa de revista?
“Melania Trump não tem quem a vista”, escrevia o El Español em dezembro de 2016 sobre a dificuldade da ex-modelo em encontrar criadores que quisessem desenhar as suas roupas, a começar pelas etiquetas norte-americanas. Os anos longe dos radares não mudaram o panorama. Responsável por parte do styling de Melania Trump, Hervé Pierre descreve os desafios da tarefa e chega mesmo a recordar um momento Pretty Woman, quando entrou numa loja em Nova Iorque para comprar algumas peças e foi convidado a sair. Em plena Madison Avenue, foi informado de que “não era bem-vindo aqui”. A animosidade estende-se aos principais ateliês, razão pela qual 95% por cento do que Pierre compra para Trump provém de lojas independentes em vez de showrooms de marcas ou designs personalizados, uma prática que as primeiras-damas costumam preferir.
▲ Na tomada de posse em 2017, primeiro em modo Jacqueline Kennedy, mais tarde, no baile, com um design do stylist pessoal Hervè Pierre
Getty Images
À WWD, admite que trabalhar diretamente com designers locais ou fazer com que enviem esboços para avaliar potenciais criações é missão impossível quando a destinatária se trata de Melania. “Eu realmente não faço isso pela simples razão de que a indústria da moda não é muito recetiva [a Trump]. Isso não é segredo“, lamenta. “Alguns têm a mente muito aberta e seriam capazes de fazer algo especial. Mas muitas pessoas não o são.”O stylist revela ainda qual foi a frase mais escutada das poucas vezes que tentou a sorte junto de uma etiqueta norte-americana: “Infelizmente, não podemos fazer isso'”.
Em novembro último, perante o cenário de regresso à Casa Branca, aquela publicação tentou apurar junto de 16 criadores como lidariam com a nova era Melania Trump — e averiguar se estariam mais recetivos a este desafio. Não obteve qualquer resposta.
O travão no custom made é uma ferida no curriculum, mas o facto é que Melania também não precisa propriamente desse selo de validação para ver o closet crescer ou poder surgir apresentável em público. Uma boa prova disso é a sua coleção de Birkins, matéria para um bom reels de Instagram, onde se analisa a versão crocodilo, preto mate, camel, encarnada, etc etc. Sim, enquanto muitos esperam e desesperam na fila, a senhora Trump tem Hermès para dar, vender ou – para usar uma versão Melania – exibir um casaco que diz “i really don’t care”. Da era pré-presidenciais, quando fazia furor a desenhar joalharia, chegam pequenos tesouros online como o dia em que guiou as câmaras pela sua morada com 58 quartos e muitos mais pares de sapatos e vestidos, organizados por cores.
Na sua primeira passagem por Washington DC, nomes como Marc Jacobs, Tom Ford, Phillip Lim, Derek Lam, Joseph Altuzarra ou Sophie Theallet cedo se demarcaram de assinar criações para a primeira-dama. Mas em 2017, cinco meses depois de o marido tomar posse, até os maiores detratores tinham que concordar: Melania Trump pode ter muitos defeitos mas o seu guarda-roupa atual não é um deles. E perante toda a incerteza que possa pairar sobre o rumo do globo, uma coisa é certa: o estilo está de volta à Casa Branca.
As fotografias cristalizaram o elogiado vestido azul-celeste Ralph Lauren e sapatos Manolo Blahnik com que debutou frente à Casa Branca, nesse dia simbólico. Ou o longo vestido de gala branco assinado por Hervé Pierre e desenhado em colaboração com a própria com que desfilou no baile inaugural, e que mereceu a rendição da imprensa internacional. Para o primeiro retrato oficial confiou num blazer preto assinado por outra dupla que a tem acompanhado nos últimos anos: Dolce & Gabbana.
Numa festa em 1999, nos primeiros tempos de namoro © Getty Images
Em tempos musa da Palm Beach Illustrated e presença regular em títulos mais destacados, o espaço que Melania ocupava nas principais revistas da moda foi encolhendo à medida que trocou a carreira de manequim pela de companheira de aspirante a presidente dos EUA. Já depois de Donald alcançar aquela cadeira, o silêncio tornou-se cada vez mais ruidoso. Longe iam os tempos em que surgia na capa da New York a beijar um bombeiro, numa edição pós-11 de setembro que celebrava os solteiros em tempo de São Valentim.
Farol da moda atreito a polémicas, quem aparece, ou desaparece, da capa da Vogue é motivo de intensa discussão. Hillary Clinton teve o seu momento, Michelle Obama idem, Kamala Harris aspas aspas. Mas Melania não. Ou melhor, Melania agarrou o lugar em 2005, na qualidade de noiva de Donald Trump. À época, a publicação deliciava-se com os detalhes sobre o anel, o vestido, a festa e a nata do jet set que participaria deste momento alto da high life norte-americana.
Em 2005, na capa da edição norte-americana da Vogue
Mas em versão de primeira-dama, a mulher de Trump nunca conseguiu garantir a sua reaparição triunfal. Sobre esta notada ausência, as versões dividem-se. “Para que conste, nem todas as primeiras-damas são colocadas na capa da Vogue. Michelle Obama e Hillary Clinton, sim. Laura e Barbara Bush, não”, justificou em 2021 à Newsweek a lendária editora Anna Wintour. “Melania não faria nada para a Vogue ou qualquer outra revista se não estivesse na capa. Mandou uma mensagem a dizer “Poupem-me”, “Esqueça”, acrescentou.
Ex-amiga e assessora de Melania Trump, Stephanie Winston Wolkoff chegou a confirmar no seu livro, Melania and me, que a revista chegou a contactar a primeira-dama. O objetivo era fazer uma sessão de fotos de Annie Leibovitz na Casa Branca e o escritor Rob Haskell iria acompanhar a ex-manequin ao longo de uns dias para fazer um perfil. A Vogue não garantia no entanto que o resultado valesse as honras de capa. Melania terá mesmo desabafado a Winston Wolkoff “para que é que eu preciso de outro perfil? Não pode ser antes uma capa? Não ligo nenhuma à Vogue nem a outras revistas”.
Fora de portas, o assunto é menos sensível e os níveis de popularidade talvez surpreendam os norte-americanos mais renitentes. Melania foi capa da edição mexicana da Vanity Fair e conquistou a espanhola Hola! e por várias vezes a francesa Paris Match. E nesses idos de 2005, o casamento com Trump agitava de facto a curiosidade das mais requintadas páginas do social.
Para a britânica Tatler, a jornalista Camilla Long subia ao 66.º andar da Trump Tower para contar a história da eslovena que se estreou como modelo aos 15 anos, e que depois de trabalhar em Milão e Paris aterrou nos EUA em 1996. Dois anos depois, numa festa, conheceria o futuro marido e alcançaria o título de “rainha não oficial de Nova Iorque”. Vestido de noiva? Um Dior couture que Donald chamava de ‘The One Eighty-Seven’, porque custava 187 mil dólares — “não que tenhamos pago esse valor”, dizia o marido.
Melania, reaparecida em combate (e pronta para os que aí vêm?)
Há cerca de um ano, com a perspetiva de uma recandidatura de Donald Trump cada vez mais previsível, Melania era notícia — não tanto pelo que fazia ou vestia, mas antes pelo que não sabíamos a seu respeito. Afastada do espaço mediático, o seu paradeiro suscitava curiosidade, fomentava teorias da conspiração e, no mais cândido dos cenários, levava a especular que papel poderia vir a ter num eventual regresso a DC.
Alguns anos depois do célebre “pisca duas vezes se precisares de ajuda”, em setembro de 2023 começaram a aparecer em Iowa panfletos onde se lia “Missing Melania”, e um avião sobrevoou um jogo de futebol americano universitário, com uma faixa onde se lia: “Onde está Melania?”. Uns meses antes, já o The New York Times e a Newsweek ensaiavam resposta, visto que Melania não aparecia num evento político ao lado do marido desde novembro de 2022.
▲ Melania à entrada e saída da Trump Tower
GC Images
Desaparecida de cena até no perímetro de Mar-a-Lago, na Florida, um dos principais bastiões Trump, as poucas imagens captadas mostram as entradas e saídas da Trump Tower, em Nova Iorque — que também oferecem alguma matéria para inspiração na categoria OOTD (que é como quem diz outfit of the day), para um conjunto de looks informais fiéis ao lema quiet luxury.
Resta saber se a contenção irá acompanhar os próximos meses e anos ao longo do novo mandato presidencial — ou se, pelo contrário, as suas decisões irão ser motivo de polémica. Aqui chegados, não será difícil imaginar a resposta. Para a história passaram momentos que envolveram uma blusa de laçada cor de rosa, o uso de um véu, um casaco aparentemente insensível, ou o alegado revivalismo colonial em Nairobi. Uma das imagens que mais assoberbou as caixas de comentários remonta a agosto de 2017, quando o casal presidencial rumou ao Texas, e às zonas afetadas pelo furacão Harvey.
▲ Melania e Donald a caminho do Texas, em 2017
Getty Images
“Nesta manhã encharcada de terça-feira, ela usava os seus stilletos com um par de calças pretas de bom corte e um casaco verde de estilo militar. O seu cabelo estava perfeitamente penteado e Melania usava um par de óculos escuros, embora estivesse nublado e chuvoso. Enquanto caminhava até à aeronave, olhou para uma câmara, e o fotógrafo apanhou-a com uma mão no bolso. Estava ótima.”
À época, o The Washinton Post ilustrava as contradições que resultavam neste puzzle icónico. A primeira-dama conjugava referências práticas e utilitárias com o glamour hollyoodesco de umas lentes escuras e uns sexy saltos altos Manolo Blahnik, “uma imagem que estaria em casa em qualquer revista de moda”. Só que os Trump iam a caminho de um território devastado. À saída do Air Force One, a emenda de Melania não terá surtido melhor efeito: aparecia agora com uns imaculados ténis brancos, uma camisa branca, cabelo apanhado e um boné com o acrónico First Lady of the United States. Num momento posterior, era possível vê-la com uns Converse pretos. Mas, por regra, os saltos agulha (terá mais de uma centena de pares) levam a melhor sobre o calçado raso. Numa rara exceção, usou uma sabrinas na visita ao jardim Zoológico de Beijing.
▲ Em outubro de 2024, na 79.ª gala anual da fundação Alfred E. Smith no Hilton Midtown, em Nova Iorque
AFP via Getty Images
Por ocasião de uma cimeira do G7, o seu casaco floral D&G de mais de 50 mil dólares deu, claro, que falar, mas são precisamente estes apontamentos que mais se distinguem no compêndio de estilo Melania.
Será difícil perceber exatamente qual é a formula ideal para convencer o mundo. Em meados de 2018, na ressaca da polémica com a peça da Zara que usou para visitar um centro de abrigo infantil, os escrutinadores de serviço no The New York Times referiam que o guarda-roupa da primeira-dama ficara em modo “mute”. Como se, para evitar controvérsias de maior, a fadiga dos símbolos tivesse atingido um ponto tal que Melania preferia ser o mais neutra possível. No fim de contas, a crítica, agora, é que se tinha tornado talvez demasiado acética. “A maioria das roupas efetivamente desapareceu em segundo plano. A exceção foi uma pequena agitação sobre o vestido amarelo pálido de J. Mendel que a Sra. Trump usou no jantar de estado no Palácio de Blenheim, com suas mangas compridas esvoaçantes e corpete plissado, que brevemente estimulou comparações com Bela de “A Bela e o Monstro” (a versão da Disney) e deu origem a algumas sugestões sem brilho de que talvez a Sra. Trump estivesse a usar as suas roupas para enviar uma mensagem velada ao marido (afinal, se ela é Beleza …).”.
O diário continua, destacando que em matéria de diplomacia, Melania passara a escolher a elegância pela elegância, sem preocupações táticas ou estratégicas, sem qualquer relação especial com os países visitados ou as pessoas envolvidas. A primeira-dama chegara a manifestar essa inclinação durante a viagem que o casal fez à Europa. Não terá sido por acaso que desembarcou em Bruxelas, antes de rumar a Londres, com um trench coat Burberry, ou que exibiu alta-costura Chanel durante um jantar de estado a propósito do Dia da Bastilha. Mas, em regra geral, foi eliminando camadas de leitura nos seus looks.
À WWD, o stylist de Melania, que continuará a acompanhá-la também na qualidade de designer, descreve o estilo da regressada primeira-dama como “muito bem ancorado”. “Quando chegas aos 54 anos tens a tua personalidade vincada e não estás preocupado a seguir tendências. E se estás seguro em relação à tua aparência, controlas a situação”. Sobre os looks que aí vêm, “é esperar para ver”.