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Em julho de 1991, Joaquim Rafael Caimoto Duarte integrou uma missão da “troika” da União Europeia na Jugoslávia, com o objetivo de tentar impedir a guerra que se tinha iniciado entre a Sérvia e a Croácia. Foi nesse momento, quando a guerrilha sérvia recusou receber a equipa, que o embaixador português decidiu iniciar uma reflexão sobre o que levou a que a Primeira Guerra Mundial tivesse origem “numa das mais atrasadas e violentas regiões da Europa”, entre 1914-1918 — e também sobre as suas consequências, os tratados e a Conferência de Paz de Paris de 1919. Da análise surge agora o livro “De Sarajevo à Conferência de Paz”, uma obra editada pela Âncora Editora e que será publicada esta quarta-feira no âmbito do centenário do Armistício da Grande Guerra.

O Observador faz a pré-publicação de um excerto do livro, onde Caimoto Duarte analisa as diferentes visões sobre a questão da responsabilidade pela guerra, que provocou mais de cinco milhões de mortos e desaparecidos entre os Aliados e mais de quatro milhões no conjunto dos impérios centrais.

O livro é publicado pela Âncora Editora

Evolução da historiografia sobre a questão da responsabilidade pela grande guerra de 1914-1918

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