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As últimas semanas de junho voltaram a ser duras para Isabel dos Santos e Sindika Dokolo. Depois da tempestade que foi o final do ano de 2019 e o mês de janeiro que se seguiu — com o arresto dos bens do casal de empresários em Angola, a divulgação dos Luanda Leaks e, por fim, com a constituição de Isabel dos Santos como arguida no país —, eis que os meses seguintes foram, se não de bonança, pelo menos de acalmia. A pandemia da Covid-19 dominou as atenções mediáticas e de Lisboa a Luanda, passando por Londres ou pelo Dubai, todas as investigações a Dos Santos e Dokolo pareciam ter ficado em standby. 

Até que, neste mês de junho, as rodas da máquina voltaram a girar. A 16 e 17 de junho, realizaram-se buscas um pouco por todo o país, com o Ministério Público português a abrir sete inquéritos a Isabel dos Santos, como avançou o Observador à altura. A 25 de junho, a procuradoria-geral da República angolana admitiu avançar com um mandado de captura para a filha do ex-Presidente angolano, para o qual pondera vir a pedir ajuda das autoridades portuguesas. Pelo meio, o marido, Sindika Dokolo, foi notificado a 18 de junho de que a justiça angolana rejeitou o embargo que interpôs ao arresto dos seus bens em Luanda, numa notícia divulgada esta segunda-feira pelo jornal O País.

Caso Isabel dos Santos. MP realiza segundo dia de buscas agora na zona norte do país

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