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É algo recorrente, comum, que parece nunca perder validade. Quando se aproxima um dérbi, há aquela tendência para não olhar para os momentos de Benfica e Sporting e aferir mesmo que “por norma a vitória cai para quem está pior”. Depois, na fase em que se vão ouvindo os protagonistas que estiveram nesse palco que todos desejam, a história é outra e começa a falar-se num “mito” entre tantos outros do futebol português. Quem tem razão? A resposta chegará esta sexta-feira a partir das 20h15, com os encarnados sem margem para perderem mais pontos na Luz depois do triunfo nos descontos na Madeira frente ao Nacional e com os leões numa série de nove vitórias e um empate nos últimos dez jogos depois da goleada ao Estrela da Amadora. No domingo entra em campo o líder FC Porto, que bateu o Estoril pela margem mínima antes de ser eliminado nos quartos da Taça da Liga pelo V. Guimarães e vai agora jogar em Tondela (20h30). |
Durante a semana regressam as competições europeias, com as equipas portuguesas a tentarem repetir ou melhorar o brilharete da última ronda com três vitórias e um empate. O Sporting é o primeiro a jogar e com o encontro mais complicado na Liga dos Campeões até ao momento, numa deslocação a Munique para defrontar o Bayern (terça-feira, 17h45). No dia seguinte, o Benfica recebe o Nápoles também na Champions, tentando dar prolongamento ao triunfo em Amesterdão com o Ajax (quarta-feira, 20h). Nota ainda para os dois encontros grandes da jornada: Inter-Liverpool (terça-feira, 20h) e Real-Manchester City (quarta-feira, 20h). Na quinta-feira, na Liga Europa, o Sp. Braga joga em Nice (17h45) e o FC Porto recebe o Malmö (20h). |

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Antes, todas as atenções estarão centradas em Washington e no Centro de Artes John F. Kennedy, que vai receber a partir das 17h desta sexta-feira o sorteio da fase final do Campeonato do Mundo de 2026. Portugal é cabeça de série e já sabe que não irá defrontar nos grupos Canadá, México, EUA, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Países Baixos, Bélgica e Alemanha. Faltam ainda conhecer seis seleções que serão apuradas nos playoffs europeu e intercontinental de março mas percebe-se pela forma como estão feitos os emparelhamentos que existem grupos melhores do que outros para as fases decisivas. |
Na Fórmula 1, o Grande Prémio do Qatar não chegou para decidir a questão do título e tudo ficou adiado para este domingo em Abu Dhabi (13h). Lando Norris, que não foi além da quarta posição em Lusail, tem 12 pontos de vantagem sobre Max Verstappen, que ganhou a última corrida, mas Oscar Piastri, que venceu a sprint e foi segundo na prova principal, ainda sonha com um golpe de teatro que permita anular os atuais 18 pontos de atraso para o companheiro de equipa na McLaren. Tudo ficará de vez arrumado no derradeiro fim de semana de competição, como aconteceu 30 vezes ao longo da história (mas só quatro com luta a três). |
Também no domingo, Portugal tentará dar o último passo para a história na primeira edição do Mundial de futsal feminino, em Manila (11h30). Depois da goleada frente à Argentina nas meias-finais por 7-1, após vitórias com Tanzânia, Japão, Nova Zelândia e Itália ao longo da competição, a Seleção vai agora defrontar o Brasil, que bateu a Espanha por 4-1, naquele que pode ser o primeiro título do conjunto nacional que perdeu duas decisões do Campeonato da Europa diante da formação espanhola (2019 e 2022). Ainda no domingo chega ao fim os Europeus de Piscina Curta em natação, com a delegação portuguesa à procura da primeira medalha depois do quarto lugar de Camila Rebelo com recorde nacional na decisão dos 200 metros costas. |
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Eu, a TV e um comando
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O jogo em palavras
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Pódio
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No primeiro capítulo da cimeira entre Europa e América do Sul, Seleção goleou Argentina e carimbou passagem à final do primeiro Mundial feminino de sempre, onde irá defrontar Espanha ou Brasil (1-7).
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Sem Aitana, que partiu a perna e já foi operada, Espanha assentou na juventude de Clàudia Pina e Vicky López e marcou 3 golos em 13 minutos para vencer a Alemanha e conquistar a Liga das Nações (3-0).
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3
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Numa final intensa e de superioridade do Flamengo, a decisão acabou por aparecer num lance de bola parada. 14 anos depois, Danilo voltou a decidir uma final da Libertadores, agora para o mengão (0-1).
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A entrevista
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Futebol
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Campeão europeu em junho, campeão mundial em novembro: com apenas três anos de FPF, Bino já fez história com os Sub-17. Ao Observador, diz que tem "ambição natural" de voltar ao futebol profissional.
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Terceiro tempo
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