*|IF:IS_PR!=true|*
|
Bata o pé. O Jornalismo independente precisa do seu apoio. Sem os nossos assinantes, não temos voz.
Torne-se assinante agora
|
*|END:IF|*
|
|
|
|
|
Após a derrota com a Espanha, com um golo de Mikel Merino no primeiro minuto de descontos e num dos raros erros da linha defensiva ao longo do encontro, sobrava aquele sentimento de tristeza entre a comitiva de Portugal, que acabara de cair nos oitavos do Mundial. Foi aí que, nas entrelinhas, se percebeu o que falhara. “Fizemos aquilo que nos foi pedido e trabalhámos da maneira que nos foi pedido. Fizemos o que era preciso para a equipa funcionar. Não funcionou da melhor maneira, estamos fora do Mundial. Queremos o meio-campo com Bruno, Vitinha e João Neves. Depois queremos o Bernardo. Quando joga, não queremos, Rúben Neves igual. Quem decide é o treinador, fizemos aquilo que nos foi pedido”, disse Bruno Fernandes na flash interview. “Tu sabes tudo o que rodeia. As diferentes personalidades, as diferentes mentalidades de cada um que se tentam juntar. Temos grandes individualidades mas não temos na essência um conceito de jogo como tem a Espanha, onde as novas fornadas têm todos o mesmo pensamento”, comentou Rúben Dias na zona de entrevistas da LiveMode TV, quase num despique com o antigo internacional Ricardo Quaresma. |
O que parecia ter nascido torto, tarde ou nunca se endireitou. Portugal acabou mesmo por cair numa fase mais precoce da prova, perdendo com a Espanha depois de vencer a Croácia (se tivesse acabado em primeiro do grupo jogaria com Gana e Suíça, acrescente-se), e as mudanças não demoraram, com Roberto Martínez a assumir logo depois do encontro que estava de saída, Pedro Proença a deixar uma mensagem em relação a uma campanha “abaixo das expetativas” sem fazer referências ao técnico espanhol e a viagem de regresso a ser feita com essa garantia de que Jorge Jesus iria ser o novo selecionador, com a apresentação a acontecer já esta sexta-feira. Mais do que a falta de identidade, mais do que uma ideia de jogo que muitas vezes passou ao lado da realidade, mais do que uma preparação que não evitou que unidades nucleares surgissem em quebra física, houve problemas estruturais na sombra de uma queda que foi tudo menos conjuntural. E é na resolução desses problemas, encontrando soluções a médio/longo prazo, que estará o sucesso de Jesus. |
Entretanto, o Mundial continua, com a França a vencer Marrocos com mais um golo de Kylian Mbappé e a carimbar a passagem às meias-finais, onde irá defrontar o vencedor da partida entre Espanha e Bélgica, que bateu os Estados Unidos depois de toda a polémica em torno da despenalização de Balogun, esta sexta-feira às 20h, em Los Angeles (terça-feira às 20h em Dallas). No outro lado do quadro, a Noruega, que afastou o Brasil com bis de Erling Haaland e duas assistências de Andreas Schjelderup, joga este sábado às 22h em Miami com a Inglaterra, que bateu o México no Azteca, cruzando depois com o vencedor da partida entre a Argentina, que conseguiu uma reviravolta épica diante do Egito de novo sob a batuta de Lionel Messi, e a Suíça, que venceu nas grandes penalidades a Colômbia, na madrugada de domingo, no Kansas (2h). A segunda meia-final da competição está marcada para quarta-feira, também às 20h, na cidade de Atlanta. |
Por cá, entre mexidas no mercado de transferências como a saída de Morten Hjulmand para o Atl. Madrid, a chegada de Jesse Derry ao Sporting por empréstimo do Chelsea ou a contratação de Jakub Kaminski ao Wolfsburgo pelo Benfica, começam os primeiros testes de pré-temporada abertos e com transmissão televisiva no Algarve, como o Benfica-Flamengo (sábado, 19h30) ou o Sporting-Celtic (quarta-feira, 17h30). |

|
Este vai ser um fim de semana de finais em Wimbledon. No quadro feminino, todas as principais favoritas foram caindo e haverá uma terceira vencedora checa nos últimos quatro anos, com as estreantes Karolina Muchova e Linda Noskova na corrida à sucessão a Marketa Vondrousova e Barbora Krejcíkova, que tinham sucedido em termos de vitórias em Grand Slams a Martina Navratilova (que começou como checoslovaca antes de passar a jogar como norte-americana), Hana Mandlíkova e Petra Kvitova (sábado, 16h). No quadro masculino, as meias-finais desta sexta-feira terão o número 1 mundial, Jannik Sinner, contra o mais titulado de sempre, Novak Djokovic, depois de Alexander Zverev vencer a surpresa Arthur Fery (domingo, 16h). |
No ciclismo, Tadej Pogacar, já depois dos sinais que deixara no circuito de Barcelona e na chegada a Les Angles, arrasou por completo a concorrência no Tourlamet com um ataque ainda a 43 quilómetros da meta para recuperar a camisola amarela da Volta a França e deixar a concorrência a mais de dois minutos e meio quando estamos ainda na primeira semana de competição, com Jonas Vingegaard, Isaac del Toro, Remco Evenepoel, Juan Ayuso, Paul Seixas, Florian Lipowitz, Lenny Martínez e Mattias Skjelmose na luta… pelo pódio. Nota também nos próximos dias para o Grande Prémio da Alemanha em MotoGP (qualificação e sprint no sábado às 9h50 e às 14h, corrida no domingo às 13h) e para o Grande Prémio da Grã-Bretanha em Superbike após o regresso de Miguel Oliveira em Misano com um oitavo lugar na corrida 1 e a desistência na corrida 2 (corrida 1 no sábado às 15h30, corrida superpole e corrida 2 no domingo às 11h10 e 15h30). |
|
Eu, a TV e um comando
|
|
|
O jogo em palavras
|
|
|
Pódio
|
|
1
|
|
|
|
A primeira etapa de alta montanha foi dominada pela Emirates, que controlou a fuga e partiu a corrida no Tourmalet com Del Toro. Vingegaard não respondeu, Pogacar foi a solo e voltou à amarela.
|
|
|
2
|
|
|
|
Kimi Antonelli arrancou mal, desceu a terceiro andou depois na luta com Leclerc pela vitória mas problemas no carro deitaram tudo a perder, com Russell a subir a segundo e Hamilton a fechar o pódio.
|
|
|
3
|
|
|
|
O piloto português ficou a 1,633 segundos do vencedor Pascal Wehrlein (Porsche) e soma 11 pontos, a 22 do líder Mitch Evans.
|
|
|
A entrevista
|
|
|
Mundial 2026
|
|
|
|
“Na Arábia Saudita sabem onde querem chegar”. Peter Hutton, diretor da Saudi Pro League, explica os planos para o “pós-Ronaldo”, os desafios do Mundial-2034 e aplaude novas transmissões desportivas.
|
|
|
Terceiro tempo
|
|
|
|
|
|