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Pausa nas notícias, nos excessos mais que previsíveis dos debates entre candidatos presidenciais, na análise das respetivas mensagens e sondagens, na atenção ao crescendo dos números Covid e até nas conversas sobre o frio, agora sob a avalanche torrencial dos vídeos espanhóis que inundaram as redes sociais. Desligo-me também da ressaca dos acontecimentos no Capitólio e ignoro para sempre as bizarrias patológicas e as birras infantilóides de Trump, ainda presidente.

Corto com tudo isto para poder ter um serão calmo e sem sobressaltos. Vou ao concerto dos manos Sobral e não quero que nada nem ninguém me estrague a noite. Reservei bilhetes para a primeira data que estava anunciada, em Dezembro, e esperei pacientemente pelas datas de Janeiro. Fui logo na primeira noite porque adoro a música de ambos e também tenho muitas saudades de programas presenciais, em palcos reais, com público e palmas. Temos todos.

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