Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Segunda parte da Guerra Traduzida com a jornalista Diana Rosa, agora para olharmos para a imprensa russa. Diana, a Rússia quer impedir a Ucrânia de receber armas nucleares.

"A ideia é fornecer este tipo de armas ao regime de Kiev é altamente extremista", são as palavras do porta-voz do Kremlin. Para Dmitry Peskov, as políticas que visam ao aumento de tensões têm um aspecto altamente extremista ou, neste caso, ultraextremista, diz Peskov. O porta-voz de Putin afirma que essa é uma linha de raciocínio absolutamente irresponsável por parte de países com uma pobre compreensão da realidade. Estas declarações surgem depois de, ainda esta semana, no New York Times, ter relatado que algumas autoridades dos Estados Unidos e também da Europa propuseram devolver armas nucleares a Kiev. A Ucrânia já as teve. Armas das quais a Ucrânia desistiu depois da queda da União Soviética. É uma notícia da agência TASS.

E a Rússia expulsou um diplomata britânico acusado de espionagem.

Foi o que fez hoje saber o Serviço Federal de Segurança, o FSB. O diplomata tinha sido enviado para Moscovo para substituir um dos seis diplomatas britânicos que tinham já sido acusados de espionagem em agosto. O FSB alegou que o Wild Kiss forneceu deliberadamente informações falsas ao obter uma permissão para entrar na Rússia. Alegam também os serviços secretos russos que as atividades do diplomata mostraram sinais de trabalho subversivo, ameaçando a segurança do país. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia revogou a credencial do diplomata e ordenou que deixasse o país no espaço de duas semanas. O Moscow Times entrou em contacto com a embaixada britânica em Moscovo, até agora não quis fazer comentários.

E também o tribunal russo ordenou a detenção de um jornalista da France 24.

Por ter entrado ilegalmente em Kursk, aquela região da Rússia que faz fronteira com a Ucrânia e que tem sido alvo de uma invasão pelas tropas ucranianas. A notícia é da TASS. Catherine Norris Trent atravessou a fronteira russa num veículo das Forças Armadas Ucranianas, em conjunto com outras pessoas que não foram identificadas, com o objetivo de filmar uma reportagem na zona de conflito.

E Diana, a Rússia acelerou o ritmo dos avanços territoriais na Ucrânia.

Mais rapidamente, Luís, do que em qualquer fase desde o início do conflito. Uma fonte independente russa dá mesmo conta de vários recordes semanais e mensais de território ucraniano capturado nas últimas semanas. Só na semana passada, as forças russas capturaram 235 km² de território ucraniano, o valor mais elevado numa semana desde o início deste ano. Este mês são já 600 km² ocupados pela Rússia. De acordo com a análise feita pela imprensa, vários mapas de guerra, a Rússia terá beneficiado dessa incursão ucraniana em Kursk, por quê? Porque pode ter pressionado o exército de Kiev e baixar a defesa no próprio território, principalmente nas linhas da frente onde a Rússia já estava a pressionar. Ao mesmo tempo, vários analistas olham para este momento como o mais perigoso da guerra até agora, não só por causa dos crescentes avanços territoriais russos na Ucrânia, como também da autorização norte-americana para o uso de mísseis de longo alcance. É um novo capítulo nesta guerra ucraniana.

E fica por aqui mais esta edição da Guerra Traduzida. Estamos de regresso amanhã.