Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

"Guerra Traduzida" na Rádio Observador. Passamos agora em revista os destaques da imprensa russa com a Laura Figueiredo. Laura, o Kremlin diz que Trump e Putin falaram durante uma hora com Washington a prometer benefícios colossais a Moscovo em troca do fim da guerra.

De acordo com a agência TASS, o presidente dos Estados Unidos terá prometido a Vladimir Putin benefícios comerciais e económicos colossais à Rússia em troca do fim do conflito na Ucrânia. Porta-voz de Vladimir Putin revela que, no telefonema entre os dois chefes de Estado, Donald Trump defendeu claramente a conveniência de um fim rápido para o conflito, o que abriria imediatamente perspectivas impressionantes e de longo alcance para a plena restauração das relações entre os Estados Unidos e a Rússia. Do mesmo modo, Peskov afirmou que Vladimir Putin garantiu não invadir nenhum país europeu e que a ameaça russa é apenas um pretexto para aumentar a ajuda militar à Ucrânia.

Laura, é pelo Kremlin que continuamos. O Kremlin garante que a vitória da Rússia na Ucrânia está muito próxima.

Dmitry Peskov afirma que a Rússia está perto de vencer a guerra na Ucrânia e acusa Kiev de dificultar a resolução de conflito por não ter aceito as exigências de Moscovo. Em conferência de imprensa telefónica citada pela agência de notícias russa TASS, o porta-voz do Kremlin diz que a presidência russa está muito confiante na vitória, tendo também confiança plena no potencial militar e nas ações das tropas de Moscovo. Peskov acusa a Ucrânia e a União Europeia de incitarem a guerra e afirma que os aliados europeus de Kiev querem apenas a derrota estratégica da Rússia.

Seguimos com o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, que manifestou hoje, Laura, interesse em mediar a situação no Médio Oriente.

Sergei Lavrov revela que o país tem interesse em mediar esta situação no Médio Oriente, sobretudo através do fortalecimento das relações com a Arábia Saudita. Citado pela agência de notícias TASS, o ministro diz que a Rússia tem sincero interesse em facilitar os esforços para acalmar a situação, bem como outras questões regionais de interesse mútuo. Como parte dos esforços, Lavrov propõe a criação de um fórum sobre segurança no Médio Oriente, com a participação dos membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, mas também dos países do Golfo Pérsico, da Liga Árabe e da Organização de Cooperação Islâmica.

Fechamos a "Guerra Traduzida" de hoje com a Hungria, que expulsou 10 diplomatas russos. Moscovo promete uma resposta, Laura, dura e dolorosa.

A Hungria expulsou 10 diplomatas russos que estariam envolvidos em atividades que são inaceitáveis para diplomatas. A informação é divulgada por Anita Orban, ministra húngara dos Negócios Estrangeiros, que, no entanto, não revela quais as supostas atividades ilícitas em que os diplomatas estariam envolvidos. Na rede social X, a ministra diz que a decisão visa proteger a segurança e a soberania da Hungria, mas esclarece que não implica isto o rompimento de relações diplomáticas com a Rússia. A governante dá ainda conta de que a Hungria pretende continuar o diálogo necessário, baseado no respeito mútuo e na observância das regras. Em resposta, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia prometeu que o país vai responder e acusa o lobby russofóbico de Budapeste de ser responsável pelo anúncio.

Fica por aqui esta edição da "Guerra Traduzida", hoje com a jornalista Laura Figueiredo.