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Segunda parte da Guerra Traduzida com a Diana Rosa. Falamos agora dos destaques da imprensa russa. Há pouco falávamos desses avanços e recuos na região de Pokrovsk, na Ucrânia. Ora, a Rússia adianta uma informação que contraria a de Volodymyr Zelensky, diz que as tropas do Kremlin estão a fazer avanços.

Avanços que decorrem de ataques russos a instalações militares e industriais, um aeródromo militar ucraniano, uma base de reparação de equipamento militar e outras instalações, tanto militares como industriais e de infraestrutura de gás, estiveram entre os alvos das forças russas no ataque da última madrugada à cidade da Ucrânia. É o que diz o Ministério Russo da Defesa. De acordo com as informações adiantadas pela Reuters, Moscovo revelou ter conseguido avanços significativos na destruição de formações ucranianas que estariam cercadas perto da estação ferroviária e da zona industrial daquela cidade, avança também o Izvestia.

Quanto mais o Ocidente gasta em Kiev, mais território a Rússia vai controlar. É o que promete Dmitry Medvedev.

O ex-presidente russo diz que a Ucrânia é conduzida, e passo a citar: "Por idiotas que desperdiçaram milhões de dólares de financiamento ocidental nos últimos anos". Medvedev, atual presidente do Conselho de Segurança da Rússia, promete que o sistema político ucraniano vai ficar cada vez pior e a Rússia vai aumentar as suas aspirações no que toca à ocupação de território. Mais terras vão retornar à Rússia, diz o ex-presidente, citado pela TASS.

A China está disposta a alinhar estratégias de desenvolvimento com a Rússia, é o que afirma o primeiro-ministro chinês.

As duas partes são favoráveis à expansão dos mecanismos de cooperação e ao aumento do investimento na cooperação bilateral, adianta a imprensa russa controlada pelo Estado. Pequim defende o fortalecimento da coordenação de estratégias de desenvolvimento econômico com Moscovo, disse Li Qiang ao primeiro-ministro russo durante uma reunião em visita à capital da Rússia. Diz o representante chinês que Pequim quer expandir a cooperação em todas as áreas e desenvolver de forma contínua as relações sino-russas de parceria abrangente e de cooperação estratégica numa nova era, progredindo juntas no caminho da modernização.

Falamos ainda de Donald Trump, que reconheceu que a Rússia possui quantidades significativas de armas nucleares.

Admitiu isso mesmo numa entrevista ontem à norte-americana CBS. Acrescenta Donald Trump que também a China vai ter um potencial semelhante num futuro próximo. Para o presidente dos Estados Unidos, os líderes da Rússia e da China são pessoas fortes e inteligentes, com quem não se pode brincar, estou a citar as palavras do líder norte-americano. Acrescenta ainda que gostaria de ver uma redução dos arsenais nucleares mundiais, um assunto que garante já ter discutido, quer com Pequim, quer com Moscovo. Portanto, quer com Vladimir Putin, quer com Xi Jinping.

É o ponto final nesta edição da Guerra Traduzida com a Diana Rosa.