Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Segunda parte da "Guerra Traduzida", agora com os destaques da imprensa ucraniana. Retomamos o tema do cessar-fogo temporário à infraestrutura energética ucraniana. Kiev afirma que soube da pausa pedida por Trump através das declarações do presidente.

É o que afirmam os representantes do governo ucraniano. A Ucrânia não recebeu um sinal da Rússia e não há qualquer certeza que um cessar-fogo tenha sido implementado. Uma pausa nos ataques russos, desde que a Ucrânia também se abstenha de atacar refinarias e petroleiros, teria sido discutida durante uma reunião trilateral em Abu Dhabi entre as autoridades americanas, ucranianas e russas no último fim de semana. É o que adianta o Kyiv Independent.

E Steve Witkoff diz que houve muito progresso nas negociações com a Rússia e com a Ucrânia.

O enviado especial de Donald Trump para as negociações revelou que a reunião nos Emirados Árabes Unidos acabou com manifesta evolução e que as conversações vão continuar em cerca de uma semana. "Muitas coisas boas estão a acontecer entre as duas partes", diz o responsável da delegação. As três equipes estarão a discutir o acordo sobre as terras. Há um acordo de protocolo de segurança que está praticamente concluído, dizem os Estados Unidos, mas também a Ucrânia. Steve Witkoff acredita que o povo da Ucrânia está agora esperançoso e acredita que vai chegar a um acordo de paz em breve. Sobre a paragem de uma semana que Trump pediu a Putin, Witkoff disse que o Kremlin estava a fazer coisas que talvez as pessoas não lhes dão crédito por fazerem, algo que se deve ao seu espírito indomável, é o que acrescenta o enviado especial norte-americano.

E Diana, a Ucrânia está a trabalhar com a SpaceX, empresa de Elon Musk, para impedir que Moscovo opere drones com recurso ao sistema de satélite Starlink.

É o que revela o ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Fedorov. O sistema Starlink, menos vulnerável a interferências de rede convencionais e interferências de sinal inimigas, tem sido utilizado para o exército russo pilotar os seus drones em operações militares contra o exército ucraniano. De acordo com a mesma fonte, também o recentemente nomeado conselheiro de Defesa Tecnológica garantiu que há centenas de casos de drones russos acoplados com o sistema da SpaceX.

E a União Europeia anunciou hoje 153 milhões de euros de ajuda humanitária à Ucrânia e à Moldávia, país que acolhe refugiados ucranianos.

E ainda 50 milhões de euros para colmatar necessidades energéticas urgentes de Kiev no inverno, numa altura em que milhões de ucranianos enfrentam temperaturas negativas sem eletricidade, devido aos contínuos bombardeamentos russos e às infraestruturas energéticas. É o que se pode ler num comunicado da Comissão Europeia, que diz que, em resposta às necessidades urgentes, o bloco está a atribuir o montante inicial de 145 milhões de euros em ajuda humanitária a Kiev, destinado a fornecer assistência em matéria de protecção, abrigo, alimentação, apoio financeiro directo, apoio também psicossocial e acesso a serviços de água e saúde, sendo que outros oito milhões de euros vão ser atribuídos à Moldávia para apoiar o acolhimento de refugiados ucranianos que fugirem da guerra. É o que precisa aqui o executivo comunitário.

E ao ponto final, na "Guerra Traduzida", está de regresso amanhã.