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Começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje é nosso convidado Nuno Palma Ferro. É o novo presidente da Câmara de Beja, câmara que pela primeira vez há 50 anos virou à direita. Muito bom dia, bem-vindo.

Olá, bom dia.

Bom dia, obrigada por se juntar a nós.

Obrigado pelo convite que me endereçaram.

Bom dia.

Diga.

Muito obrigado pelo convite que me endereçaram.

Obrigada nós, por ter aceitado. Bom dia. Sabe como é que funciona, Nuno? São cinco perguntas.

Não faço ideia como é que funciona.

Eu explico-lhe.

Mas estou preparado.

São cinco perguntas. Recebe cinco pontos por cada resposta certa. Se pedir a nossa ajuda e acertar, recebe dois pontos.

Muito bem.

Vamos a isso?

Venham elas.

Nuno Palma Ferro, por acaso está ao lado do Café Luiz da Rocha?

Não, não estou. Quase não estou.

Não está.

Não estou. Estou parado, porque ia conduzir, atrasei-me um pouco e estou parado, 100% disponível para responder.

Ótimo.

Dentro do carro. E o trânsito de Beja a esta hora é considerável.

É considerável. Eu estava a lhe fazer esta pergunta, porque a primeira é precisamente sobre esse café, o Café Luiz da Rocha. Como é que se chama aquele doce típico, o mais emblemático de todos?

Tem muitos, mas aquele mais emblemático, aquele que é conhecido na urbanidade de Lisboa é o porquinho.

A urbanidade é que o conhece, a urbanidade Lisboa. Porquinho doce. Tem sido também muito doce a sua vitória no último domingo. Aliás, como já dissemos quando o apresentamos, foi a primeira vez que os eleitores votaram à direita, em Beja, maioritariamente à direita. O que explica essa viragem?

O que explica essa viragem foi um projeto que começou há cinco anos. Há quatro anos fomos eleitos pra vereação e fizemos um trabalho consistente a favor da cidade, com propostas pra cidade, e os bejenses reconheceram isso no instante eleitoral, reconheceram o nosso esforço, o nosso empenho e daí nos terem atribuído esta enorme responsabilidade, que vamos aceitar com muita humildade e muito foco pro nosso conselho.

Para enfim provar que fizeram bem em dar-lhe a presidência de Câmara. Mas o PS continua a ter mais Câmaras no distrito de Beja. Acha que a sua vitória pode ser um epifenómeno ou há uma mudança sociológica também em Beja?

Eu julgo que sim. Julgo que as sociedades estão a evoluir e a questão partidária, sendo importante, não pode ser determinante, especialmente na nossa região, que é uma região que tem algumas dificuldades de afirmação, muitas dificuldades de massa crítica e, portanto, temos de nos juntar e temos de todos trabalhar a favor daquilo e do mandato que as pessoas nos confiaram.

É também a prova então de que nas eleições autárquicas o voto é menos ideológico, é menos em projetos políticos alargados do que em figuras locais, em pessoas que também já demonstraram a sua capacidade?

Sim, mas em cada autarquia também há um projeto político associado.

Não, eu estou a falar dos projetos políticos nacionais, obviamente, não do projeto político local.

Estamos a falar de projetos partidários.

Exatamente. Nível nacional.

Todos os projetos autárquicos são políticos. E, portanto, não devemos muito confundir política com partidos, apesar de os partidos fazerem parte da política, mas a política é muito mais que isso. E sim, as pessoas nas eleições autárquicas confiam mais em projetos locais feitos por pessoas locais. E é um facto, é indesmentível e acontece um pouco por todo o território.

Vamos em frente. Nuno Palma Ferro, tem cinco pontos. Vamos à próxima.

Vamos à próxima.

Vamos lá. Nestas eleições subiu o número de Câmaras que não conseguiram a maioria. Quantas ficaram aquém do desejado? Subiu de 50 para...?

Olhe, pra ser muito sincero, melhor ser responder a essa questão, porque ainda não tive tempo de dissecar.

Pois, imagina, tem estado só a celebrar. A comer porquinhos.

Não posso porque tenho aqui uns diabetizinhos que estão a gostar dos porquinhos para altas físicas e para gozos sociais. Não pode ser todos os dias.

Eu vou dar-lhe uma ajuda. Não sei se vai ajudar, mas vamos tentar. Portanto, era 50, subiu para 65, 70 ou 75.

Vou pra 70.

Oi? 75. 25%, sim.

É quase um quarto.

É verdade. Vão ser precisos muitos acordos e entendimentos. O senhor falou na RTP sobre uma governação geradora de consensos. A sua coligação de direita conseguiu dois mandatos. O PS também ficou com dois. CDU e Chega têm um mandato. Como é que vai ser governar?

Não, a CDU também tem dois mandatos.

Também tem dois, Chega um, exatamente, é isso mesmo. Como é que vai ser governar perante este equilíbrio?

Vamos governar com todos, vamos procurar todos os consensos e vamos aceitar as propostas das outras forças políticas, porque também tiveram bastantes votos e nós não os podemos ignorar. E, portanto, vamos ter de ser todos. Quem vier com propostas positivas pra Beja é sempre bem-vindo neste projeto.

Mas Nuno Palma Ferro, há essa cultura, de facto, neste caso, na vereação em Beja, de procurar consensos, ou aí, como noutros palcos, nomeadamente na Assembleia da República, também há muita crispação entre partidos muitas vezes?

Os partidos são feitos por pessoas e as crispações São entre pessoas. Na vereação, alguns dos vereadores que vão fazer parte deste mandato já fizeram parte numa data anterior e a relação sempre foi muito civilizada, não obstante haver pontos de vista muitas vezes muito diferentes. Mas sempre foi civilizada e assim vai continuar a ser, porque nós somos gente de consensos e toda a gente sabe disso, inclusivamente as forças da oposição. E é a altura de pensarmos em Beja, no Conselho de Beja, e deixarmos um bocadinho os partidos fazerem o seu papel, mas não interferirem naquilo que são as propostas positivas para Beja, que temos todos e vamos procurar os consensos e vamos encontrá-los. Estou absolutamente seguro que isso vai acontecer.

Está otimista.

Muito otimista.

E não põe a hipótese de estabelecer um acordo preferencial com uma das outras bancadas? Bancadas, salvo erro.

Neste momento, estamos a iniciar esse processo de reflexão e está tudo em cima da mesa, mas obviamente que terei de falar primeiro com os envolvidos e nunca através da Rádio Observador. Apesar de muito simpática e muito divertida, mas nunca será via rádio que lhes irei dizer sem antes falar com todos. O que ainda não fiz.

Vamos ficar atentos. De qualquer maneira, disponha aqui da antena.

Obrigado.

Muito bem. Está com cinco pontos. Vamos ver se recupera agora aqui. Depois da anterior, Nuno Palma Ferro. Vamos falar de uma infraestrutura emblemática em Beja, o Aeroporto de Beja, é quase obrigatório. E a pergunta é: em que ano começou a operar o aeroporto?

O aeroporto começou a operar em 2002?

Um bocadinho mais.

Atenção ao operar, não é a lançar a obra.

Ah, 2010?

Está ligeiramente acima.

Quer ajuda?

2012?

Se calhar é melhor pedir ajuda.

Aí no meio.

O meio-termo, sabe o que é?

2011.

É isso!

Certíssimo. E logo à primeira.

É tudo uma questão de se dar consensos e de ir aproximando da verdade. Está a ver? É mesmo assim.

Tentativa e erro.

Muitas vezes é. Eu também sou professor de Matemática.

Sabíamos. Lá temos essa informação.

É tentativa e erro. É a prova por exaustão. Também serve.

É o teorema Nuno Palma Ferro.

Também serve.

Já sabe o que tem que fazer entre os vereadores, fazer uma comissão de inquérito lá para algumas perguntas. Mas a pergunta sobre o aeroporto é se foi um bom investimento.

Foi um ótimo investimento.

Então.

Foi um ótimo investimento e vai ser um motor importantíssimo na região. Agora, para ele funcionar bem, temos que ter acessibilidades sem condições.

Trocava o aeroporto pela autoestrada que Beja reclama há tanto tempo?

Não, eu quero os dois. O aeroporto já está, portanto já não é possível de ser trocado com nada. E faz-nos cá muita falta e vai ser um motor importante. Agora precisamos claramente desse sinal do governo central.

Mas tem sido mal aproveitado o aeroporto.

Claro. Eu faço-lhe uma pergunta, que é a pergunta que faço a toda a gente: já viu algum aeroporto funcionar minimamente em condições sem ter uma autoestrada em cima? Isto é impossível, é um contrassenso. E, portanto, o grande problema do aeroporto de Beja será por aí. Porque a partir do momento em que tiver uma acessibilidade boa, já experimentou fazer os 32,4 km que distam de Beja à autoestrada?

Já.

É um pavor, é um horror.

Já lá não passo há dois anos, mas o piso da última vez estava horrível.

É como está. Agora está ali numa remodelação, que é uma estrada que vai servir para o nosso confronto regional, mas não é uma estrada que nos mete em comunicação com o mundo. Essa só mesmo a autoestrada.

Mas por que essa reivindicação, que é tão antiga, é de autarcas, é de deputados, por que não se concretiza?

Eu, muito sinceramente, julgo que é por falta de decisão política, porque o custo da obra, face às melhorias que ela traz para a região e face àquilo que Beja contribui. É porque nós hoje estamos aqui num paradoxo muito grande: Beja contribui mais para o esforço nacional do que o esforço nacional contribui para Beja. E sendo nós uma região onde se verifica alguma dificuldade de crescimento, é absolutamente um contrassenso tremendo. E, portanto, é uma exigência que tem de vir de uma decisão política, até porque o próprio custo da obra, que nós estimamos em cima dos 90 milhões de euros, não é nada de extraordinário comparado com outros investimentos que se fazem por coisas menores no país. E, portanto, nós estamos muito confiantes que o governo central, que até é da minha cor política, finalmente desperte para esta realidade e nos ajude e nos dê estas duas ferramentas, bem como a eletrificação da linha, para que nós depois possamos trabalhar conosco, com os nossos, e catapultar Beja para o lugar que merece.

Ainda sobre o aeroporto e antes de seguirmos em frente, Nuno Palma Ferro, qual é a ideia que têm para o aeroporto? Que tipo de negócio ou de atividade é que ele pode potenciar?

Tenho várias ideias. Pode fazer alguns voos charters Pode fazer voos de mercadoria, pode ser de manutenção aeronáutica. O Aeroporto de Beja, neste momento, em termos de funcionalidade, está no máximo das suas capacidades. Nós temos aqui voos particulares que aterram sistematicamente e várias vezes por dia. Durante o mês de agosto houve dias em que aterraram aqui oito, nove aviões. Para quem é pouco, é pouco. À dimensão de Lisboa. Mas é importantíssimo.

Está falado de voos privados de turistas.

Voos privados, claro. De turistas.

Que vão para o Algarve, eventualmente.

De gente que vem de outras partes do mundo, de nichos de mercado muito fortes, que vêm fazer umas caçadas, que vão pra costa alentejana. O Aeroporto de Beja já é, para algumas dessas pessoas e empresas, um ponto de referência e já não abdicam, já não vão para Tavas ou para Lisboa, vêm definitivamente para aqui. Portanto, nós estamos condenados ao sucesso. E isso vai acontecer. Agora precisamos de algum investimento que é relativamente curto face às disponibilidades do país. Precisamos que de uma vez por todas nos deem aqui as duas ferramentazinhas que nós precisamos para podermos participar de outra forma.

E já vamos falar sobre essa disponibilização de ferramentas. Vamos então para a quarta pergunta. 10 pontos até o momento.

E quanto tive nesta?

Teve cinco. O seu sorteio foi limpinho, sem qualquer ajuda.

Sim, sem dúvida, sem hesitações. Esta vai responder certamente com facilidade. Qual o presidente que liderou mais tempo a Câmara de Beja após o 25 de Abril?

José Manuel Ferreira Marques.

Certíssimo, aí está. Não era fácil. Foi um presidente da CDU. Entretanto, também a Câmara esteve nas mãos do PS e coincidiu também com um governo do PS a nível nacional. O facto de a Câmara agora ser do partido que está no governo nacional pode beneficiá-lo no seu mandato? Já estamos a falar aqui um pouco deste tema. Acha que isso pode ser determinante para desbloquear essas medidas e esses instrumentos que Beja reclama?

Eu agora vou ser um bocadinho vaidoso e vou lhes dizer que os políticos e os partidos são pessoas, e eu acho que tenho facilidade em falar com as pessoas e, portanto, independentemente da cor política que esteja no governo central, que seja a minha ou seja outra, vão ter de ser sensíveis às necessidades de Beja e não sei se será uma mais-valia. Eu já estou em contacto com o senhor prime ministro, com o ministro das Infraestruturas. Já promovi, enquanto vereador, reuniões. Essa promessa já foi feita até publicamente na SIC Notícias pelo senhor ministro das Infraestruturas e portanto a coisa vai ter mesmo de andar. Nem ponho outra hipótese.

O poder local continua muito dependente do poder central. Acha que era necessário mais autonomia por parte das autarquias?

Autonomia, mas tem de haver um modelo de governação que equilibre o país e portanto tem de haver uma articulação mais forte e tem de haver uma política em que sistematicamente não se privilegie os centros. Vou lhe dar um exemplo: se num lado estão 400 mil pessoas e noutro lado estão 40 mil pessoas, os investimentos têm de ser proporcionais. Não se pode pôr tudo onde estão as 400 mil pessoas e esquecer as 40 mil. A lógica do voto tem de ser reduzida pela lógica daquilo que faz falta e daquilo que são processos políticos para todos. E portanto, as coisas têm de ser proporcionais e devidamente cabimentadas. E quando estamos na política, não podemos pensar nas próximas eleições. Temos de pensar em verdadeiramente servir as populações e servir as pessoas que nos confiaram os votos. E portanto, é muito por aí que eu penso.

Muito bem, Nuno Palma Ferro, vamos para a última questão.

E esta quanto tive?

É sempre cinco pontos.

Sempre que acerta, são cinco pontos.

Fiquei preso lá com este 75 e eu gosto de sempre de atingir a máxima pontuação com o pouco que quiser.

Aqui já não vai conseguir a máxima, mas vai ter uma boa nota, certamente. Já está a caminho dela. E agora vamos para a última questão, vamos para a outra capital do Alentejo, aí ao lado, um bocadinho mais a norte, Évora, porque o Nuno Palma Ferro fez a licenciatura e o mestrado em Ensino de Matemática na Universidade de Évora. E a pergunta é: em que século foi fundada precisamente esta instituição, a Universidade de Évora?

Em que século? Estamos a falar de 1976 ou estamos a falar dos jesuítas?

Estamos a falar dos jesuítas.

Então dos jesuítas, século XVI.

Certíssimo. Pelo cardeal D. Henrique.

Muito bem.

Mais tarde rei de Portugal.

Estás certo, Paulo. São cinco pontos para o Paulo.

Mas é que depois a Universidade de Évora, no seu núcleo central, passou por diversas utilidades. Teve o distrito que foi o Liceu Nacional de Évora e depois em 76 é que-

Foi reabilitada de alguma maneira.

Reabilitada, sim.

Claro, e ganhou a forma que tem hoje.

Mas deixe-me só dizer-lhe uma coisa O Alentejo tem três capitais de distrito e Portalegre também.

Portalegre esquece sempre Portalegre. Falha-me aí já.

O país normalmente esquece.

Exatamente.

É a urbanidade.

É professor de matemática, aliás, já há pouco disse, na Escola D. Manuel I, em Beja. Vai deixar esta atividade, claramente. Como é que um professor de matemática lida com a aversão comum à matemática?

Mas há aversão comum à matemática?

Pelo menos há esse mito urbano.

É um mito. A matemática tem duas coisas: tem uma questão cultural fortemente associada ao negativismo, já vem de casa, e enquanto educadores, que eu já vi que são muito mais novos que eu, provavelmente têm filhos mais novos, têm filhos em idade escolar.

Não se deixe enganar pela voz. Tem os dois muito velhotes.

Não engana.

Por isso como é que isto funciona.

A mensagem tem que ser logo positiva. À mesa, quando almoçamos, quando jantamos com os nossos filhos, temos que ter logo uma mensagem positiva. E a matemática tem outra coisa: a matemática requer sempre o esforço pessoal, aquele prazer da descoberta. Da descoberta, da contínua descoberta. Como dizia Sebastião e Silva: é como um bigai, que de repente não vemos nada e quando chegamos ao topo descobrimos tudo, mas rapidamente voltamos à estaca zero. Portanto, é um processo contínuo de descobrimento e quando a curiosidade é fomentada, quando a parte social em casa ajuda e quando a comunicação é bem estabelecida, a matemática é um sucesso sempre.

Muito bem. E agora aqui um apelo à sua carreira de professor para esta última pergunta: quem foi o melhor ministro da Educação da Democracia, no seu entender?

No meu entender? Roberto Carneiro, talvez.

Muito bem. Lá nos anos 80, governo Cavaco Silva.

Talvez Roberto Carneiro, sim.

E desde então não tem corrido muito bem.

Diga?

Desde então não tem corrido muito bem.

Não, porque houve aqui contornos que diminuíram a força da escola pública, mas isso leva-nos para uma conversa de horas.

Nuno Crato não foi um bom ministro da Educação?

O Nuno Crato foi um ministro da Educação que tentou elevar os padrões de exigência muito rapidamente e as reformas, quando não têm a concordância de quem as pratica, nunca resultam. E no meu entender, foi esse o problema do então ministro Nuno Crato. A realidade do país não estava preparada para aquele nível de exigência, nem está. Infelizmente não está preparado. E foi esse o motivo pelo qual a reforma do professor Nuno Crato não resultou. Mas isto é só uma opinião meramente pessoal e vale o que vale, provavelmente, assintoticamente para zero.

Nuno Palma Ferro, gostamos muito de o ter connosco. É o novo presidente da Câmara de Beja. O trânsito já está a andar com normalidade?

Ainda continua.

Isto antes da autoestrada não vai lá. Também é devagarinho.

Convido-os a virem cá, fazerem um programa cá e terei muito gosto em mostrar-lhe todo o esplendor que Beja tem e o potencial que tem e que nós vamos alavancar.

Muito obrigada pelo convite.

Ainda corre o risco de aceitarmos e vamos mesmo.

Não estou a dizer para aceitar. Foi um gosto estar convosco.

Muito obrigada.

Muito obrigado.

Só fico triste com aquela segunda pergunta dos 75.

Que ainda por cima tinha números, para o professor de Matemática.

Não correu como eu gostava.

Para a próxima faz o pleno, vai ver.

Mas também faz parte do processo autárquico. Alguns erros terão que ser cometidos e aceites com naturalidade.

É isso mesmo. Muito obrigada. Um bom dia para si.

Obrigado eu. Tenham um bom dia e obrigado pelo convite. Foi um gosto.