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Conferência de imprensa da Rádio Observador. Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. A edição de hoje é com a jornalista Laura Figueiredo. Bom dia.
Bom dia, Nadia.
E começamos a olhar para o jornal Expresso: o Tribunal Constitucional, o PS rompe com o Governo se houver acordo só com o Chega.
Orçamento do Estado em risco. Montenegro já recebeu um pré-aviso de rutura de todo o diálogo político. O jornal escreve: PSD abre as portas do Constitucional ao Chega, retirando escolha aos socialistas. Ainda na capa do Expresso, destaque para o conflito no Médio Oriente. Irão não vai dar a Trump a vitória que ele quer e também a guerra faz subir receios de recessão e juros. Mais ao lado, na capa, Portugal e NATO mal preparados para a guerra de drones e ainda luvas de €148 mil em luzes de Natal em Lisboa.
E passamos ao jornal Público, em destaque o conflito no Médio Oriente. A guerra afeta um terço do mercado de fertilizantes e abre a porta à crise alimentar.
Conflito numa importante zona para a produção e exportação de energia e fertilizantes vai ter efeitos no abastecimento da cadeia global. Destaque ainda para a habitação. Despejos aumentaram mais de 40% em 2025. Mais abaixo, o jornal escreve: lei de retorno. O governo quer agilizar deportações de imigrantes. Na capa do Público, espaço também para futebol, para Silvino. A baliza foi sempre um porto seguro. Silvino Louro, antigo guarda-redes do Benfica e do Futebol Clube do Porto, que morreu ontem aos 67 anos.
No Jornal de Notícias, destaque para medidas do governo que não travam a escalada brutal nos combustíveis.
Na segunda-feira, encher o depósito de 50 litros fica €22 mais caro do que antes da guerra no Irão. O cabaz de bens alimentares essenciais, monitorizado pela DECO, já está no valor mais alto de sempre. Também destaque no JN, Futebol Clube do Porto 2, Estugarda 0. Um gigante português e um míssil dinamarquês. O jornal fala ainda do Braga. Ricardo Horta assina nova época de ouro à espera da seleção. Ainda na capa, julgamento. Mário Ferreira ataca fisco para negar evasão fiscal e, na atualidade internacional, o Jornal de Notícias destaca chefe do comando Vermelho morto em operação sangrenta nas favelas do Rio.
E passamos ainda ao Diário de Notícias, que faz manchete com a indefinição política que deixa a PJ no maior vazio de liderança em 20 anos.
O jornal escreve que a 21 de fevereiro, o ex-líder da PJ, Luís Neves, foi anunciado como Ministro da Administração Interna. O governo afasta data para a nomeação de um novo responsável, diz que é para breve. Na história recente da Polícia Judiciária, nunca se ficou tanto tempo sem um diretor nacional. Na capa do DN, destaque ainda para pacote retorno. Governo facilita expulsão de imigrantes ilegais. Espaço também para o conflito no Médio Oriente. Como a pequena excursão no Irão se tornou uma guerra económica e ainda BCE poderá subir juros já em abril.
E vamos ainda ao Jornal de Negócios. Os preços do gás dispararam, carregamentos desviados para a Ásia.
O mercado do gás natural liquefeito está a ver a oferta diminuir fortemente desde o início do conflito no Médio Oriente, sobretudo devido às perturbações na produção do Qatar e dos Emirados Árabes Unidos, bem como a instabilidade de Hormuz. Na capa do Negócios, destaque ainda para governo acelera renováveis e reforça autoconsumo e Banco Central Europeu admite inflação acima dos 6% no pior cenário. O jornal fala ainda de heranças, casas, empresas, partilhas e sarilhos. Entrevista a José Carlos Vasconcelos com uma citação: alguns deputados deveriam começar por estudar a gramática de língua portuguesa.
E Laura, passamos ainda para a imprensa internacional. No Washington Post, o Irão ataca instalações da energia do Golfo, intensificando a guerra enquanto os Estados Unidos consideram a flexibilização das sanções.
Enquanto os ataques abalavam os mercados, o secretário do Tesouro norte-americano revelou que a administração Trump poderia suspender as restrições ao petróleo iraniano já carregado em navios. No Washington Post, destaque ainda para o vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, numa situação delicada ao apoiar uma guerra que lhe pode custar caro politicamente. Fontes próximas a J.D. Vance reconhecem que se o conflito no Médio Oriente se prolongar, vai ser um desafio para o próximo candidato republicano, embora o jornal afirma também que o atual vice-presidente ainda não se decidiu quanto a uma eventual candidatura.
E passamos ao britânico The Guardian, que destaca também o conflito no Médio Oriente. Israel ataca o Irão. Netanyahu sugere a necessidade de uma componente terrestre na guerra contra o Irão.
O primeiro-ministro israelita afirma que não se podem fazer revoluções pelo ar e que também é necessária uma componente terrestre. Destaque também para ativistas que relatam ter ouvido ataques aéreos nos arredores da capital do Irão durante o Ano Novo Persa e ainda, Irão afirma que não hesitará em atacar novamente infraestruturas energéticas.
No Al Jazeera, o Irão alerta para zero contenção caso as instalações de energia do país voltem a ser atacadas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano diz que Teerão usou apenas uma fração da potência disponível nos ataques à infraestrutura energética, depois de Israel ter atingido o campo de gás de South Pars. Destaque também para ataque do Irão às instalações de gás de Ras Laffan vai reduzir capacidade da exportação de gás natural liquefeito do Qatar em cerca de 17%, o que poderá interromper o fornecimento para a Europa, para a Ásia e para outras regiões.
E vamos ainda ao Times of Israel. No 20º dia de guerra, Netanyahu afirma que o Irão não pode mais enriquecer urânio nem construir mísseis.
O primeiro-ministro afirma que Israel, um aliado modelo, está a suspender novos ataques a instalações de energia a pedido de Donald Trump. Netanyahu diz também que a guerra continuará enquanto for necessário, mas terminará mais rápido do que as pessoas pensam. Destaque ainda para as Forças de Defesa Israelita lançam uma nova onda de ataques aéreos contra Teerão, depois de disparos de mísseis atingirem Jerusalém e o norte do país.
Os destaques da imprensa nacional e internacional com a jornalista Laura Figueiredo. A conferência de imprensa está de regresso na segunda-feira.