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O direito à campanha está no segundo dia. Os candidatos já estão na rua a pensar nas autárquicas de dia 26 de setembro e a troca de argumentos, Carla, também já começou.
Já começou e vamos olhar para os principais momentos da noite com o aviso de António Costa: o PRR é de todos, não é um plano do PS.
Eu sei que há quem se irrite muito quando nós falamos no plano de recuperação e resiliência, mas é preciso que não se irritem, porque o plano de recuperação e resiliência não é um plano do PS, não é um plano do PS e do PAN, é mesmo um plano do país que hoje está disponível para todos os portugueses, para todas as portuguesas, para todas as empresas, para todos os municípios, para todas as universidades, para todas as IPSS utilizarem esses recursos.
O secretário-geral do PS num discurso ontem à noite, no Centro de Congressos de Aveiro, a rejeitar ver um favorecimento aos autarcas socialistas ou aos candidatos aos autarcas do PS. É a resposta a uma das críticas mais levantadas pela oposição nos últimos dias.
E com o primeiro dia de campanha, avançam também as noites de comício. Em Lisboa, Carlos Moedas aproveitou o discurso para apontar falta de transparência de Fernando Medina.
O candidato apoiado por PSD e CDS quer uma autarquia mais transparente e acusa Medina de arrogância. Moedas aponta-se, de resto, como a única alternativa de mudança na capital.
A oportunidade da mudança, a oportunidade de mudar Lisboa, de transformar Lisboa numa verdadeira cidade de oportunidades. Porque hoje, meus amigos, aquilo que nós temos na Câmara Municipal de Lisboa, e tenho vivido nestes debates, é a arrogância, é a prepotência, é a falta de transparência e é, sem dúvida, a impunidade. É isso que nós temos em Lisboa e é isso que vamos combater em Lisboa. É com toda a humildade que digo às lisboetas: se querem mudar, só podem votar Novos Tempos.
Carlos Moedas, ontem à noite, no Teatro da Trindade, em Lisboa, na única ação de campanha do dia de ontem, um primeiro dia de campanha, por isso, calmo para o candidato do PSD e do CDS. Já Fernando Medina esteve em várias ações de campanha nas ruas da capital e o mesmo está preparado para hoje.
No bloco de esquerda, Catarina Martins quer combater um cenário de maioria absoluta em Lisboa.
Foi também numa ação de campanha nas ruas da capital. A coordenadora bloquista defende que é preciso abrir espaço para soluções diferentes.
Há uma coisa que nós sabemos. Se tivermos uma maioria absoluta do Partido Socialista, soluções diferentes podem resolver problemas estruturais da cidade não vão para frente. A decisão dos lisboetas será: querem uma maioria absoluta de Fernando Medina ou querem esta força à esquerda para as soluções que contam, para novas soluções que possam resolver o problema da vida das pessoas?
Já questionada pelos jornalistas sobre um possível acordo pós-eleitoral, Catarina Martins assegura que o bloco está claramente disponível para soluções e não tem hesitações nem dúvidas.
E Carla Jorge Carvalho, de Lisboa seguimos para o Porto porque ontem foi noite de debate.
Foi o último com os diferentes candidatos a centrarem a discussão em torno da gestão de Rui Moreira, que é o atual presidente e recandidato ao cargo. Mais uma vez, a habitação foi um dos temas centrais, tal como a regionalização e o futuro do Museu Romântico. O candidato do PSD, Vladimir Feliz, voltou a acusar Rui Moreira de se estar a preparar para deixar a autarquia nas mãos do número dois da candidatura.
O doutor Rui Moreira diz que o seu número dois seria capaz de gerir tão bem a câmara como o Medina fez após António Costa. Eu acho que isto não é sério para os portuenses. Ou será sério se, a meio deste debate, o doutor Rui Moreira sair para entrar o seu número dois no debate para que os portuenses o conheçam.
Já no tema da habitação, o candidato do PS fala de poucas mudanças ao longo dos últimos quatro anos. Tiago Barbosa Ribeiro acusa mesmo Rui Moreira de não conhecer os bairros do Porto.
Numa cidade que aumenta em cinco anos a mediana do metro quadrado em 105% é uma cidade proibida para as classes médias. Não ouvimos aqui números de habitação, arrendamento acessível por parte da Câmara do Porto, porque têm vergonha de apresentar aquilo que não existe. Mas também nos bairros sociais. Há pouco falamos dos bairros sociais. Uma medida que não custa dinheiro é ter o provedor do inquilino municipal, que esta autarquia extinguiu por sectarismo político, por sectarismo ideológico. Conhecer o que se faz nos bairros, os erros na Pasteleira, os erros que têm sido cometidos no bairro do Cerco, no Pinheiro Torres, no bairro de Aldoar, em tantos bairros por esta cidade e esses cidadãos merecem o nosso apoio.
Mas as críticas não ficaram só por aqui. Hilda Figueiredo, a candidata da CDU, afirma que há problemas na cidade que são resolvidos apenas com obras de fachada.
Os problemas das populações, sejam os problemas nos bairros, das obras que era necessário fazer, que faziam que andavam e não andavam, ou quando andavam não tinham em conta as reais carências das populações e eram mais de fachada do que de resposta aos problemas concretos, mas também os problemas das ruas, dos passeios, da falta de iluminação em muitas zonas da cidade, mas também os problemas da mobilidade, do trânsito, da forma como se encara a vida quotidiana.
Foram muitas as críticas ouvidas no debate de ontem à noite dirigidas ao atual autarca. No entanto, Rui Moreira foi se esquivando destes golpes sem responder ou a atribuir as responsabilidades a outros. Por exemplo, na questão da descentralização, Rui Moreira afirma que o Porto não pode ter certas competências se o governo não passar as verbas necessárias.
Um cidadão do Porto, o que pretende saber de um centro de saúde? Pretende saber se tem boas condições, se as condições de trabalho são boas. Nada disso está previsto que seja das responsabilidades dos municípios. Os municípios vão pagar o quê? Só na Segurança Social, aquilo que o governo quer passar para a Câmara Municipal do Porto são 9 milhões de euros de despesa anual e quer passar um cheque de 1,2 milhões de euros. Portanto, que apareçam aborreados do governo, como o senhor deputado Tiago Barbosa Ribeiro, querermos empurrar essas competências, olhe, depois não podemos fazer nada na cidade.
Declarações de Rui Moreira ontem à noite. Foi mantendo sempre esta estratégia durante o debate, numa altura em que as sondagens vão dando uma vitória ao atual presidente da Câmara Municipal do Porto. Ainda em campanha eleitoral, no Algarve, falou Jerónimo de Sousa para criticar a falta de implementação do orçamento do Estado. Foi numa ação da CDU em Faro, o secretário-geral do Partido Comunista, Jerónimo de Sousa, afirma que antes de se pensar no orçamento de 2022, é preciso cumprir o plano deste ano.
A ânsia de muitos: "Então e agora o orçamento para 2022? Então como é que vai ser? Votam a favor?" Ainda não existe, mas de qualquer forma, votam a favor ou contra. Como é que vão fazer? Pois, em relação ao que nós vamos fazer, é isto. Cumpra-se este orçamento que está em vigor nos 12 meses que são necessários e com certeza muitos problemas se resolvem imediatamente.
A garantia deixada ontem à noite por Jerónimo de Sousa, que aproveitou para insistir nas críticas sobre o cumprimento do atual orçamento de Estado, quando já se vai olhando para o próximo, que começa a ser negociado. Juntam-se agora, no direto à campanha, as jornalistas do Observador, Mariana Lima Cunha, que tem estado a acompanhar a corrida à Câmara de Lisboa, e a Rita Penela, a fazer o mesmo, mas no Porto. Bom dia às duas.
Bom dia.
Rita, vamos começar por ti. Rita vai estar hoje na primeira ação de campanha de Tiago Barbosa Ribeiro, que é já daqui a pouco. Por onde é que vai andar o candidato do Partido Socialista?
Ora, Tiago Barbosa Ribeiro, que ainda agora o víamos a criticar Rui Moreira por não conhecer os bairros da cidade, vai aproveitar para cavalgar essa situação, esse desconforto que aponta a Rui Moreira e vai hoje de manhã para a freguesia de Ramalde, uma freguesia onde mais de 20% da população vive em bairros municipais ou do IHRU, com problemas identificados a nível social, a nível claro, de pobreza e exclusão social, e onde nos inquéritos mais recentemente feitos à população, apontam como principais críticas a falta de emprego e a questão da habitação social e acessível. Portanto, aqui grandes dificuldades, onde o candidato apoiado pelo candidato socialista, aliás, cavalgará essa questão, ele que aponta frequentemente a Rui Moreira, esse desconhecimento da realidade e a falta de contato com a população que vive nestes bairros sociais, então aproveitar essa onda para marcar esta manhã.
E essa será, pelo que sabes e pelas indicações que vai dando a organização da campanha, será mais essa a estratégia que Tiago Barbosa Ribeiro vai seguir nestes primeiros dias de campanha, andar por esses bairros?
Fica um bocadinho difícil de avaliar isso, porque o Partido Socialista envia, ou quem está na campanha do Tiago Barbosa Ribeiro aqui no Porto, envia a agenda diária, aquilo que consigo perceber pela de hoje, por exemplo, é que teremos uma manhã, se São Pedro assim ajudar, já que ontem a chuva interrompeu os planos, mas à partida, teremos uma manhã nesta questão mais social e ao final da tarde, Tiago Barbosa Ribeiro tem um debate de encerramento ou uma conferência, melhor dizendo, a última de uma série de conferências, esta da parte mais econômica na sede de campanha, portanto, não será um dia dedicado a estas questões. Tiago Barbosa Ribeiro também a tentar chegar a outro tipo de eleitorado e a manter-se depois num registo mais fechado para encerrar o dia na sede de campanha nos Aliados.
E, portanto, essa gestão da campanha vai sendo feita dia a dia, o programa é conhecido só na véspera. Mariana, bom dia também. Daqui a pouco, às 10h, a candidata a Lisboa do Bloco de Esquerda vai à Academia Militar. O que é que se vai passar esta manhã?
Olá, Carla, bom dia. É verdade. Nós hoje à esquerda, temos aqui uma campanha relativamente tranquila. Hoje a Beatriz Gomes Dias, que é candidata do Bloco de Esquerda, irá à Academia Militar, como tu dizias. E o objetivo desta campanha é pedir a reconversão desse edificado para habitação acessível. Isto no fundo, mostra o que é uma das grandes bandeiras do Bloco e que acaba por ser um bocadinho também um pau de dois bicos para o partido, porque se é verdade que a habitação acessível é uma das grandes bandeiras do Bloco, e é um objetivo claro do partido destacar isso. Ainda ontem a campanha oficial arrancou precisamente numa casa que está pronta para entregar para renda acessível e, aliás, com a presença da Catarina Martins para dar força a isso. Também é verdade que o Bloco de Esquerda esteve envolvido agora há quatro anos num acordo de governação com Fernando Medina, que deixou os objetivos da renda acessível muito aquém dos 6 mil fogos que tinham sido prometidos. E, portanto, eu diria que o Bloco de Esquerda tem aqui uma dificuldade de gestão, apesar de estar aqui a aproveitar estes primeiros dias de campanha, claramente para apostar no pilar da habitação, que é gerir o discurso, de um partido que adota esta bandeira, mas que ao mesmo tempo também tem responsabilidades a partilhar e que tem de gerir essas respostas que tem de dar.
E tem de estar, ao mesmo tempo, distanciando-se de alguma da obra não feita.
Exatamente. Ainda ontem, aliás, quando estávamos a visitar a tal casa na Avenida da República, se a candidata Beatriz Gomes Dias era um pouquinho mais comedida, Catarina Martins não teve pudor nenhum em chegar e dizer que quem falhou foi o PS, a teimosia do PS e, portanto, colar tudo o que é falhanço ali ao lado de Fernando Medina e não ao Bloco, que também assinou o acordo.
Aqui temos, portanto, mais uma vez a questão da habitação na agenda da campanha do Bloco de Esquerda para a presidência da Câmara de Lisboa. Rita Penela, voltamos então ao Porto e à campanha eleitoral no Porto. Ontem, Tiago Barbosa Ribeiro, o candidato do Partido Socialista, apresentou uma queixa contra Rui Moreira. Podes explicar-nos o que é que se passa?
Ainda que Tiago Barbosa Ribeiro ontem, para nós estranhamente, não tenha saído para a rua, isto porque era o primeiro dia de campanha oficial, a resposta foi que estaria dedicado ao debate e conseguimos vê-lo um pouco mais aguerrido até, creio eu, no confronto com Rui Moreira do que nos debates anteriores. Mas a campanha ou o aparelho da campanha não esteve sossegado e a meio da tarde os jornalistas receberam no e-mail um comunicado que dava conta precisamente dessa queixa à Comissão Nacional de Eleições por, e passo a citar: "utilização abusiva de imagem de candidato socialista" e acusando Rui Moreira de má fé e manipulação. E por que isto? Porque o candidato à Junta de Freguesia da campanha, Ernesto Santos, é um socialista, ele que tem ótimas relações com Rui Moreira e que Rui Moreira decidiu apoiar nesta recandidatura, mas com a distribuição de manhã, na campanha de Rui Moreira, do jornal de campanha, os socialistas decidiram então avançar com uma queixa por considerarem que a imagem de Ernesto Santos estava a ser abusivamente utilizada por Rui Moreira, aqui como se estivesse a querer passar a ideia de que ele não era um candidato socialista e que passa por ser também um candidato do movimento independente Rui Moreira. E vamos ver, creio que será divertido acompanhar este caso ao longo dos próximos dias, também porque o Bloco de Esquerda logo de manhã, na iniciativa que teve de manhã, fez questão de falar neste assunto. Ainda não era conhecida esta questão da queixa e do jornal de campanha. Falava no assunto para apontar a confusão que se gerou há quatro anos, quando Rui Moreira era candidato também independente e as pessoas das juntas de freguesia achavam que estavam a votar sempre em Rui Moreira. Ali o Bloco de Esquerda também a apontar essas questões de há quatro anos e a transpor isso para o exemplo deste ano com um socialista apoiado por Rui Moreira e na confusão que isso gera nos eleitores, nos vários níveis a que são chamados a votar no próximo dia 26.
Vai ser interessante então acompanhar as reações dos candidatos. E o que é certo, Rita, é que os candidatos à Câmara do Porto, muitos deles têm falado da forma mais agressiva como está a decorrer a campanha em Lisboa e que não pretendem seguir a mesma linha de baixa política. Nota-se um tom de maior agressividade agora que a campanha oficial começou?
Vai ser divertido acompanhar, isto porque ontem, no rescaldo do debate, Rui Moreira queixava-se da dificuldade que teve, porque eram 11 candidatos e a gestão que isso exige ao moderador, e entre eles, porque são 10 contra um. Mas vamos ver. Ontem Tiago Barbosa Ribeiro também um bocadinho mais combativo com Rui Moreira, ele que até aqui tinha passado num registo mais soft ou menos ativo, creio eu, em relação a Rui Moreira. E esta questão também pode ser uma coisa simbólica. Veremos o que a Comissão Nacional de Eleições decide. Isto porque o PS pede inclusivamente que seja retirado imediatamente o jornal de campanha, ou pelo menos aquela referência ou aquela valorização do candidato socialista, ou aproveitamento, assim eles consideram, por parte de Rui Moreira, com os outros candidatos, como falávamos há pouco, a aproveitarem muito essas questões da habitação, e é uma questão um pouco transversal. Se ouvirmos Lisboa e Porto, parece que estamos a falar inclusivamente da mesma campanha, isto porque o desenvolvimento de turismo nos últimos anos causou aqui grandes impactos não só nestas duas cidades, mas em várias cidades nacionais e creio que será muito giro acompanhar agora ao longo destas semanas, como é que os candidatos vão conseguir tentar tirar aqui alguns pontos a Rui Moreira.
E é o que vais fazer, esse acompanhamento, Rita Penela. A campanha eleitoral ainda está a começar. Mariana Lima Cunha, foi também muito interessante ontem a forma como as declarações de Jerónimo de Sousa geraram uma onda de reações por parte da esquerda e à forma como se irá relacionar com Fernando Medina, se for reeleito. Isso é uma novela que é para continuar nos próximos dias?
É verdade. O Jerónimo de Sousa conseguiu com uma frase que disse em entrevista à Rádio Renascença, dizendo que o PCP não ia entrar em coligações pós-eleitorais, lançar aqui o caos no primeiro dia de campanha à esquerda, porque se o PCP já não costuma ser o partido mais fácil de interpretar, mais difícil ficou. Isto por quê? Porque nas últimas semanas aquilo a que temos assistido é uma disponibilidade, que parece clara, de João Ferreira, o candidato do PCP, para chegar a acordos com o PS. Ele tem dito constantemente que quer voltar a ter responsabilidades na governação da cidade, como o PCP já teve, aliás, e já está há 20 anos sem ter, e isso normalmente implica que haja um acordo. Jerónimo, quando veio lançar esta cartada nova, veio baralhar aqui um bocado todos. Todos os outros candidatos e até o próprio candidato do Partido Comunista. João Ferreira, logo na primeira ação da manhã, foi obrigado a vir esclarecer, a vir fazer de intérprete, dizer: "bem, uma coisa são coligações, outra é receber pelouros. Vamos ter calma. Ainda não acabou a conversa." O PS ficou, como nós contávamos ontem à noite, um bocadinho também baralhado, mas os de Fernando Medina ficaram sem perceber se afinal contam com a disponibilidade do PCP ou não, mas já deixaram um recado claro que é para eles poderem entregar pelouros, tem de haver um acordo político mais amplo. E o Bloco de Esquerda aproveita logo para chegar à frente e dizer: "olhem, nós queremos o acordo, nós estamos aqui disponíveis, olhem para nós, porque nós queremos continuar o que aconteceu nestes últimos quatro anos." E o Bloco olha até com um bocadinho de ironia para as declarações de Jerónimo de Sousa, dizendo: "certo, quer dizer, o PCP nunca chamou geringonça a geringonça, nem chamava acordos parlamentares na maioria ao que o PCP dizia que eram posições conjuntas. Portanto, pode ser uma questão de terminologia."
O acordo nacional e as negociações estão a replicar-se também nesta campanha para Lisboa.
Sim, eu acho que o que estamos a ver aqui é precisamente, até engraçado, porque é um bocadinho uma troca de lugares. A nível nacional, o Bloco de Esquerda está afastado do governo, a nível local, pede-se para fazer acordo. E eu acho que isto também tem a ver, tanto a CDU como o Bloco de Esquerda sabem que têm de lutar por um lugar de maior influência na cidade, o Bloco de Esquerda porque não tem implantação autárquica praticamente nenhuma no resto do país, e o PCP porque com as perdas que tem sofrido eleição após eleição, percebe que para ser relevante também tem de influenciar. E são os dois aqui nesta luta em Lisboa.
E vai ser muito interessante acompanhá-la também. Mariana Lima Cunha e Rita Penela, obrigada por terem estado neste direto à campanha, que está de regresso amanhã à mesma hora.