Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Abrimos espaço para a atualidade desportiva na Rádio Observador, edição de quinta-feira de "O Campeão É". Mesmo sendo feriado, os nossos trabalhadores de serviço estão cá hoje. Pedro Henriques, Augusto Inácio e Gabriel Alves, sejam muito bem-vindos. Bom dia.
Bom dia.
Com todo o gosto.
Bom dia.
Vamos a isto. Temos grandes emoções para falar, neste caso do jogo de ontem entre Barcelona e Inter de Milão, pelas semifinais da Liga dos Campeões, e começo precisamente por ti, Gabriel Alves. Um jogo com grandes emoções, com Lamine Yamal em destaque. Já te recuperaste da jogatana de ontem?
Não, quero mais. Quero mais assim.
Para amanhã.
E não quero ouvir falar desse romance, desse divórcio entre o Amorim e o João Queiros. Eu quero é futebol, o resto é conversa. Ontem foi deslumbrante, aquilo é de facto Champions e portanto é por isso que nós estamos lá. De facto, um grande jogo e quando se julgava que o Inter ia ser amassado, não foi. Também jogou e também merece palavra. A verdade é que deslumbrante foi Lamine Yamal. Fantástico. Vou dar aqui uns dados: 10 centros, seis resgates, seis remates, 104 intervenções, concretizou 75% dos passes que fez. Além dele, dois homens de meio-campo também fantásticos, que estiveram muito bem no jogo e que se contabilizam e complementam de forma maravilhosa. Eu diria a força da técnica com a técnica da força, Pedri 112 passes, De Jong 107. Isto é só para responder que, de facto, o futebol é futebol e os jogadores do Barcelona quando saíram, foram fazer uma autocrítica por causa dos lances de bola parada. Eles próprios, esta juventude, não são as primadonnas. Não! Foram fazer autocrítica para o balneário e isso está a sair em tudo que é sítio. Portanto, são meninos que têm desafios à vida e isto é extremamente importante. Muito bem liderados por um Íñigo Martínez, por um Rafinha, De Jong, que já são jogadores mais velhos e que obviamente estão muito bem neste vestiário fantástico que é o Barcelona em termos de futebol. Foi um grande jogo, uma grande palavra também para o Inter de Milão, porque aquilo que ele é bom, até porque nós acompanhamos o Calcio, a verdade é que nos lances de bola parada morde que se farta e ontem voltou a morder. Essa é uma das autocríticas que o próprio Barcelona está a fazer a si próprio. Muito bem. Quero também uma palavra para o Dumfries, que é de facto um jogador fabuloso este neerlandês. Tem um golo maravilhoso, quer para a arte do caramba que faz aquele golo de calcanhar.
Ainda havia pessoas a mudar de canal.
Exatamente. E a verdade é esta. E pronto, Lamine. Lamine. És Deus! E saíste chateado porque não ganhaste. Palmas.
Ainda é cedo, Gabriel. Olha os vizinhos. Augusto Inácio, o que dizer deste Inter que parece jogar de olhos fechados e deste Barcelona que tem tanto perfume?
Bom dia a todos. Deixa-me dizer que o Inter vinha de quatro jogos sem ganhar. Tinha empatado com o Cagliari em casa 2 a 2, depois tinha perdido com o Bolonha para a Série A, foi eliminado pelo AC Milan na Taça da Itália.
E perdeu a liderança.
Perdeu depois o último jogo com a Roma e estava em crise. O que é certo é que chegas à Champions e é isto que tu vês. O que é que tu viste? Viste um jogaço, viste aquilo que os clubes trabalham durante tanto tempo para chegar a esses momentos e estarem a um nível muito grande. E estas duas equipas interpretaram bem isso. Que grande jogo de futebol, daqueles que a gente está a ver o jogo e a gente estamos a dizer assim: "Não acabes. Continua. Mais 90 minutos. Não acabes". Pronto, mas acabou e agora temos a segunda mão que vai ser em Itália, outro jogo em grande expectativa e ninguém sabe quem é que vai passar, porque ambas têm qualidade para passar. Mas aquilo que eu queria enaltecer é que se a gente gosta tanto de futebol, discutimos tanto futebol, parabéns Inter, parabéns também ao Barcelona.
Deixa-me só dizer aqui uma coisa, antes do Pedro entrar.
Vá.
Sabes o que é que chateia o Real Madrid acima de tudo? Não é só o Barcelona estar onde está. É que o Barcelona tem um Lamine Yamal e eles não têm.
Pedro Henriques, o que achaste deste jogo louco, seis gols? Estamos ainda no intervalo, ainda vamos ter mais uma edição deste encontro. Tu consegues dizer que há um favorito?
Claro que sim, como é óbvio. Bom dia. Barcelona para Paris Saint-Germain na final.
Olha a pesada, Pedro Henriques.
Estás quieto, vê lá se montas uma pizzaria.
Escrevam.
Monta uma pizzaria.
Os nossos observadores escrevam aí, faz favor.
Tu costumas acertar, Pedro. Vamos ver os 11.
Dia 1 de maio, o nosso dia, Dia dos Trabalhadores. Vamos lá então. Barcelona para Paris Saint-Germain, uma final, a outra Tottenham e Manchester United, e a outra Chelsea e Real. Portanto, ponham aí, faz favor, as três finais que vamos assistir. Ontem já foi tudo dito por vocês, obviamente. Foi um grande jogo. É mesmo a descrição perfeita. De repente, o Inter faz o 3 a 2 e se calhar malta ainda estava a rever as repetições e já está o 3 a 3. Mostra mesmo que estamos num patamar em que, podendo haver uma tendência ou eventualmente um favorito ou uma aposta que cada um de nós pode fazer, eu acho que qualquer destas quatro equipas, o Barcelona ainda não está fora, é bom relembrar. Está tudo em aberto para a segunda mão e qualquer destas equipas pode claramente chegar à final e tem argumentos para isso. Eu diria que, obviamente, o Paris Saint-Germain com esta vitória de 1 a 0 está um bocadinho na frente, mas está tudo em aberto para este jogo do Inter com o Barcelona. Portanto, são duas equipas Que conseguem fazer, em casa ou fora, o resultado que lhe pode ser favorável. É difícil agarrar no fator casa para dizer que é determinante. Claro que o fator casa é importante, ser determinante para se ganhar. Está realmente em aberto. Grande jogo. Mesmo ao nível da Liga dos Campeões, é mesmo isso que se pretende. Prevê-se aqui uma segunda eliminatória perfeitamente eletrizante. E atenção que o Arsenal ainda não está, embora também acho que o Paris seja mais favorito, fora daquilo que possa ser a final. Vamos aguardar pela próxima semana, porque vamos ter uma semana claramente decisiva naquilo que vai ser os apuramentos para as finais de todas as equipes, inclusive destes jogos do orçamento da Liga Europa e da Conference League, que tem equipes como o Tottenham, o Manchester United, o Real Betis, como o Chelsea e outras. E as outras quatro também são claramente equipes fortes. Mas podemos ter aqui três finais que se calhar olhamos e dizemos que qualquer uma delas podia ser finais da Liga dos Campeões, porque são todas equipes de topo, obviamente que sim.
Deixa-me só dar aqui duas recordações do jogo de ontem. Primeiro, aquele gol monumental do Lamine. Mané Garrincha, estavas lá no céu a ver? É que eu ainda vi o Mané Garrincha. Lamine Zita é fantástico. Mas depois também o gol do Ferran Torres, o passe do Pedri, o passe milimétrico tenso à cabeça, à impulsão, à medida do Rafinha para a entrada do Ferran. Oh, pá, mas que futebol!
Avançamos. Estaremos atentos para saber quem chega à final. Já ouvimos aqui as previsões do Pedro Henriques, veremos se confirmam ou não. Augusto Inácio, vamos falar de Ruben Amorim, que tem um teste de fogo mais logo diante do Athletic Bilbao para a primeira mão das meias-finais da Liga Europa. Rúben Fernandes disse há dois dias que ganhar a Liga Europa não ia salvar o fracasso que foi esta época do Manchester United, mas pode ser uma tábua de salvação para Ruben Amorim.
Tenho dúvidas, porque realmente a época do Manchester United tem sido miserável. Acho que é a verdade. Não consegue se impor em praticamente nenhum jogo. Claro que isto alimenta um pouquinho a esperança ainda de se conquistar alguma coisa, mais a mais a nível internacional. Pode ser que o Manchester United, se vencer esta competição, pode ser que a confiança na equipe técnica se mantenha e que possa partir em força na próxima temporada. Mas sinceramente, um clube como o Manchester United, ao orçamento que tem, àquilo que gasta e àquilo que faz, é realmente uma diferença muito grande no sentido daquilo que é o rendimento desportivo. E nesse sentido, está se a agarrar a essa tábua para não se afogar, mas eu diria que sinceramente não acredito muito neste Manchester, porque este Manchester já tinha tempo mais do que suficiente para apresentar um tipo de futebol que não está a apresentar e daí os resultados que está a apresentar também. Por isso, sinceramente, eu gostaria muito que o Ruben Amorim ganhasse, como é evidente, mas não acredito nesta equipa.
Gabriel Alves, o que pode esperar aqui este United? Vai ter duas finais pela frente. Este jogo com o Athletic Bilbao, para já, o United joga fora. Conheces bem a realidade espanhola. Este Athletic Bilbao não é nada fácil.
Este Athletic Bilbao está em quarto lugar na Liga Espanhola. Candidato a lutas e a muitas lutas, de facto, e tem um grande treinador. Tem hoje um Óbix que faz parte da vida. Não tem San Seth, que é de facto um jogador fabuloso. Mas olha, técnico. Tem lá um menino, o Ara Guizar. É difícil dizer quando a gente está a narrar, mas que meninões, mas como ele pinta o jogo. Canales, outro garoto. Tem aquele senhor que é o mano do Nico, Iñaki, que põe ordem nestas coisas. Tem um Berenguer. Joga à direita, à esquerda, à frente, atrás, onde quer. O Galarraga. E acima de tudo, tem um treinador, que é o senhor Valverde, que é um senhor que de facto sabe bem de futebol, que sabe muito bem como é. Não é polémico, sabe dizer as coisas, não se cala. Atenção. Um indivíduo que sabe ir ao tutano das coisas. E depois tem uns adeptos de cultura basca que são fantásticos. Tu és da Real Sociedad, que é o teu basco e mesmo ao lado, podes ver o jogo no meio dos do Athletic Bilbao. Amigos, juntem-se 10 e ponham-se no meio de 1000. O Real marcou o gol? Podem festejar. Ninguém olha para vocês. Vocês podem festejar. E isso, esta cultura basca é fantástica. Eu não acredito no Ruben Amorim. Acredito no Vítor Pereira. Chegou ao Everton, estava em situação de descida, não andou a pedir jogador. Não. O Everton está cá está em cima, e o Manchester United cada vez está cá mais embaixo.
Pedro Henriques, tu acreditas em Ruben Amorim? Já o disseste aqui. Na eliminatória, no jogo de hoje, também acreditas que é Ruben Amorim que vai vencer jogando fora?
Não, eu quando faço estas minhas apostas/previsões é um bocadinho na eliminatória.
Claro. Por isso é que estou a perguntar pelos dois.
Exatamente, porque estes jogos, dificilmente numa fase de meias-finais consegue-se resolver um jogo numa dessas meias-finais, porque essas equipes chegaram aqui, melhor ou pior, pelo menos as competições internacionais têm demonstrado qualidade. Aqui a diferença é que o Athletic Bilbao tem demonstrado qualidade no plano internacional e no plano nacional, porque como disse o Gabriel Alves e bem, esse Athletic Bilbao está em quarto lugar. Está num quarto lugar completamente confortável, a seis pontos do terceiro e a cinco pontos de avanço em relação ao Villarreal, que está cinco pontos também atrás e portanto está em fase de Liga dos Campeões, de apuramento para a Liga dos Campeões, porque os espanhóis metem seis equipes. Cinco equipes, perdão. E tem, em Espanha, com a competitividade que há em Espanha, e o Gabriel Alves é a entidade máxima para poder falar nisso, ter 50 gols marcados, 26 sofridos, estar em quarto lugar significa que realmente não é uma equipe qualquer.
Ainda tem uma nota. E quando anda tudo a gritar Real Madrid, Barcelona, 72 horas. Olha, os últimos dois jogou com 68 horas em um, estás a perceber? E 70 no outro E foi jogar. Não houve a imprensa a dizer: "Olha o Atlético!" Aquela imprensa de Madrid: "O Real passou apenas 68." Não, jogou. Jogou em efetivo. Podes continuar, desculpa.
Não, e só para terminar, uma eliminatória que está claramente em aberto. Obviamente que quando chega a este plano internacional, e aqui o Inácio também é outra entidade que pode falar porque conhece bem estes meios, sabemos que muitas vezes as realidades nacionais, ou seja, trajetórias menos positivas, não se refletem porque a própria parte mental e psicológica dos jogadores que estão numa montra extraordinária acaba por vir ao de cima. Claro que Inglaterra, um bocadinho à parte, porque os ingleses sabem que o seu campeonato já está nessa montra e é comparável até àquilo que são as ditas transmissões televisivas de uma Champions League ou, neste caso, de uma Liga Europa. Mas esta é uma prova que para além de toda a gente querer, obviamente, ganhar um título internacional, reparem que o Mourinho ganhou uma Conference League e tatuou o braço para colocar lá as três taças e, portanto, não foi de menos. E vimos como na altura a Roma festejou e forte e feio com uma terceira liga, uma terceira competição, mais concretamente, assim é que é. Mas também relembrar que não é uns menos, que é a grande hipótese, neste caso, estamos na fase de uma exceptionality, de poder chegar também, de forma direta, porque o campeonato já não dá hipótese, obviamente, chegar à Liga dos Campeões. E essa é a grande montra, é o grande incentivo. E queremos que não, isso às vezes faz com que os tais egos, os tais balneários, que muitas vezes não se entendem e que às vezes acabam por prejudicar o 4-3-3 e o 4-4-2, superem esse lado de ego e que venha ao de cima também a vontade de quererem mostrar e sobretudo atingir e alcançar. Por isso eu acredito, portanto, o grau de dificuldade, se calhar os espanhóis são favoritos por jogar em casa, mas eu acredito nesta eliminatória, no fim, uma exceptionality passe.
Da Europa passamos para a Ásia e vamos falar de Cristiano Ronaldo. Pedro Henriques, estávamos aqui a ver, eu e o Miguel Cordeiro, o Al-Nassr só chegou uma vez à final desta Champions asiática, em 1995, não é assim, Miguel? É isso mesmo. E Cristiano Ronaldo ainda não conseguiu chegar a nenhuma final, caiu nas meias-finais. Um jogo muito apagado, o internacional português. Fica mais um objetivo por cumprir esta temporada para Ronaldo.
Vamos lá ver uma coisa. Se quisermos olhar especificamente, o microciclo é uma coisa semanal, mas para ciclo pequeno de um ano, uma época ou desta fase em que o Cristiano Ronaldo está, obviamente podemos dizer que era um objetivo que ele, individualmente e inserido no conjunto e no coletivo, tinha como objetivo chegar a uma final. Mas o Cristiano Ronaldo, neste momento, é só relembrar que já há jogadores com cinco anos antes dele e seis e sete, ou seja, com 30 e tal anos, já se retiraram e fizeram grandes carreiras e são louvados. Portanto, neste momento, estarmos a cobrar ao Cristiano Ronaldo, que tem 40 anos, que agora falhou com um objetivo, quer dizer, é só olhar para o presente, mas sobretudo para o passado, e um passado relativamente recente do Cristiano Ronaldo. Claro que nesta fase ele tinha mais esse objetivo. Claro que isso era importante para o próprio Al-Nassr, para o Cristiano Ronaldo, que era mais uma oportunidade de ter mais jogos e até naquela questão do score, dos gols, do tal gol 1000 que ele poderá querer atingir ou não. Mas fica sobretudo e as declarações que ele fez. Eu acho que é importante e interessante, e termino com isto, olharmos para a imagem, e está nas redes sociais, quando terminou o jogo de decepção.
Descontentamento com ele próprio.
Exatamente, de frustração com ele próprio. Sabe o que isso significa? Significa que há jogadores com 30 anos que acabam o jogo e logo em seguida vão para a festa. Uns até que vão até às 04:00 e estão perfeitamente sem qualquer compromisso. E o Cristiano Ronaldo, aos 40 anos, ainda fica frustrado por não conseguir um determinado objetivo. Sabe o que é isto? Isto é a ADN ou o DNA de campeão. Não há igual, meus amigos, não há igual. Isto mostra que o Cristiano Ronaldo, daqui a 10 anos, quando tiver 50 anos ou daqui a 19, quando tiver a minha idade, 59 anos, e for para o ginásio e depois se tiver a fazer uns bíceps e uns tríceps e depois não conseguir levantar os 10 quilos aos 12, vai ficar frustrado com ele próprio porque queria levantar e fazer mais uma série e não conseguiu. Isso chama-se DNA de campeão, meus amigos.
Muito bem. Compromisso, neste caso, também com a profissão. Vamos às nossas notas de campeão, estamos cá também para isso. Gabriel Alves, começo desse lado. Estou a prever uma chuva de notas para o Barcelona.
Olha, eu vou passar para a primeira página dos títulos do Corriere dello Sport, porque é de Itália, não é? E é isto que é uma maravilha. Inter e Yamal, maluco. Redes sociais cheias de memes e ironias após o empate. Ora bem, é uma maravilha. Inter e Yamal, maluco. Maravilha. Olha, eu vou dar, para este grande jogo da Champions e para a Champions, eu vou dar 17, porque quero mais. E olha, quero que seja um grande jogo Atlético com o Manchester United. E quero, portanto, 17 tenho que dar. Portanto, ao Yamal, olha, só não lhe dou 20, porque ainda quero ver melhor. 19.
Augusto Inácio, vais continuar na onda de notas positivas?
Claro, hoje é só notas positivas. Depois daquele jogo de ontem, não se pode dar notas negativas a ninguém. É só notas positivas. Nota positiva para o grande jogo, nota positiva para o Yamal, nota positiva para aquilo que foi o grande espetáculo. Enfim, é tudo notas grandes e o Gabriel Alves disse que queria mais. Depois eu não queria que acabasse, mas tem que acabar, que só tem 90 minutos.
Quem sabe há prolongamentos.
Exatamente. Temos que esperar para a próxima semana e esperamos todos também darmos aqui outra vez nota 20 e falarmos desse jogo, que vai ser um grande jogo. Mas também queria dar aqui nota 20 para o Luís Tralhão, treinador dos sub-23 do Torreense, que se sagrou-se campeão num clube pequeno como a Torreense, mesmo sendo sub-23, não deixa de ser um grande trabalho. Por isso, nota 20 para o Luís Tralhão e para a Torreense.
Muito bem, Pedro Henriques, para fechar.
Sim, eu acho que é o win of the ball, aquilo que aconteceu ontem em termos de Champions League, independente depois deste caso do Yamal e enfim, aqueles destaques individuais que nós podemos fazer daqui, é o win of the ball que foi realmente aquele grande jogo da Champions League com modelo que eu acho que é mais atrativo que o anterior e que ainda vai sofrer mais alterações, como penso que é do conhecimento de uma maneira geral, e por isso claramente uma nota 20. E finalmente, para terminar, relembrar que se a semana passada foi dia da revolução, o 25 de Abril, que no domingo é dia da mãe, que é também dia extremamente importante, é só para lembrar que hoje é o dia aqui dos nossos campeões que estamos aqui, nós quatro.
Tu vais estar conosco no domingo.
Não, mas é só para dizer que hoje é o nosso dia.
Dia do trabalhador, todos estamos aqui a trabalhar.
Exatamente. Também temos o dia da mulher e depois temos outros 375 dias do ano, que é o nosso dia também, que é o dia do homem. Pessoal, um grande abraço, um grande dia, seja um grande dia do trabalhador e fiquem focados e ligados na Rádio Observador.
É isso mesmo. E o Campeão R regressa amanhã, já na hora habitual, depois do 12h30.