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Quero dar os parabéns aos portugueses e, principalmente, à abstenção, que desta vez desceu, o que é sempre de salutar. Infelizmente, ainda não foram para números suficientemente saudáveis. Quero também dar parabéns aos partidos vencedores. Neste momento ainda não temos a certeza de qual será, mas a democracia irá com certeza vencer. Parabéns a todos os voluntários que participaram neste processo eleitoral. Parabéns aos voluntários do ADN, que com muito pouco ou quase nada conseguiram este resultado fantástico. Parabéns ao ADN, que foi o grande vencedor da noite, o ADN hoje já venceu. Força! ADN! ADN! ADN! ADN! ADN! ADN! ADN! Um enorme obrigado a todos os eleitores que depositaram a sua confiança no ADN. Eu quero relembrar que o ADN é um partido já com alguma história e estas siglas, ADN, existem desde 2021. Utilizar a confusão de qualquer sigla é desconsiderar os eleitores que votam nestas duas forças políticas que supostamente criaram confusão, mas também é chamar de ignorantes a todos aqueles que supostamente se enganaram. Não houve enganos. Existem partidos completamente diferentes. Senão, durante 50 anos, os eleitores também se teriam confundido entre PS e PSD ou entre CDU e CDS. Os portugueses não são ignorantes. Muito bem. Para além do mais, o voto no ADN não é um voto de protesto, é um voto informado. É um voto informado daqueles que procuram ir para além das redes sociais, procuram ir para além do que aparece nos canais de informação. É o voto mais informado de todos, portanto, não é um voto de engano e também não é um voto de protesto. É um voto no ADN. Muito bem. ADN! ADN! ADN! ADN! ADN! Também não aceitamos ser utilizados para eventuais justificações de resultados de outro partido que não conseguiu atingir os seus objetivos. O ADN é a voz do povo, é a voz de todos aqueles que foram censurados durante três anos, é a voz daqueles que são silenciados pela comunicação social e que são marginalizados no discurso político. O ADN, se ainda conseguir eleger, irá ser a voz de todos esses na Assembleia da República, irá combater a desinformação jornalística, irá recuperar a confiança dos eleitores na democracia, irá ser aquele que vai defender a Constituição, a economia, irá combater a pobreza. Os eleitores que escolheram o ADN, escolheram porque somos o porta-voz das suas exigências. Somos o porta-voz da liberdade, da liberdade de expressão, do debate científico e do contraditório, que não existiu nos últimos anos. Isso é o nosso garante. O ADN é o garante do debate contraditório. ADN! ADN! ADN! ADN! Somos o único partido que defende as liberdades, direitos e garantias fundamentais dos portugueses. A defesa do Estado de Direito, que tem sido vilipendiado por todos os restantes partidos. Queremos mais jornalismo e menos desinformação. Queremos o fim da cultura de cancelamento. Queremos mais transparência e menos corrupção. Vamos ter um combate ao nepotismo e à impunidade. Isto é o voto no ADN. Para o futuro, quero dizer o seguinte: somos uma voz, a voz da população verdadeiramente informada e que combate a Agenda 2030. Uma agenda em que os agricultores, a quem mando um forte abraço, estão a combater diariamente para colocar comida nas nossas mesas. Somos aqueles que conseguem impedir o combate que está a ser feito contra a família. Mais ninguém do que o ADN defende a família. O combate que está a ser feito aos trabalhadores e ao tecido empresarial português, às pequenas e médias empresas. O ADN é o principal defensor delas. O combate aos valores essenciais da sociedade ocidental, à identidade cultural portuguesa e à europeia. Estamos conscientes que os direitos, liberdades e garantias fundamentais de todos nós estão sob forte ameaça. Iremos bater-nos, sejamos eleitos ou não, mas agora que temos grande potencial para poder comunicar ainda mais aos cerca de 100 mil eleitores que já temos conosco, do nosso lado, juntamente a lutar pela liberdade, que o vamos fazer diariamente, tal como fizemos até hoje. Vamos continuar a denunciar a fraude sanitária que existe desde 2020, a fraude climática e a fraude da ideologia de gênero. Por último, quero agradecer a todos por esta enorme vitória do ADN. Não vamos aceitar que descredibilizem a vitória que o ADN teve hoje. Infelizmente, se não formos eleitos, 100 mil votos é injustificável perante esta nossa democracia, que não permite com estes partidos que nos governam há 50 anos mudarmos a lei eleitoral. Cem mil votos deveria garantir deputados na Assembleia da República. Infelizmente, os mesmos de sempre querem que isto continue o mesmo de sempre. Muda tudo, porque podemos passar a ter uma interação maior com o povo. Temos mais capacidade para ir mais longe, com mais quilómetros, portanto, vamos a todo o país. Hoje em dia estávamos bastante limitados, porque dependíamos unicamente de voluntários e agora podemos utilizar estruturas profissionais para conseguir chegar a todos os cantos de Portugal. Nós estamos muito nas redes sociais. As redes sociais conseguem chegar a muito lado e os eleitores que estão nas redes sociais são bastante mais informados do que aqueles que apenas consomem informação dada pelos donos disto tudo. E, portanto, foi a partir desta base, foi muito trabalho de campo durante três anos, que o ADN conseguiu vir a crescer. Eu sempre disse em todos os meus discursos que nós estávamos a crescer, que tínhamos muito trabalho de campo, tínhamos pessoas voluntárias. Agora, como é evidente, nós acabámos por ter uma vitória superior ao número de votos que o CDS teve há cerca de dois anos. Isto aqui é muito relevante para a sociedade portuguesa. Primeiro, 100 mil votos. Se não elegermos um deputado, a democracia tem que ser defendida, ou seja, a lei eleitoral tem que mudar. Eu quero também deixar aqui uma palavra de apreço a todos os partidos que não têm representação parlamentar, que deveriam ser mais defendidos pela comunicação social, porque o facto de não aparecermos em debates, como aparecem os partidos com assento parlamentar, prejudica a mensagem que tem que ser transmitida pelos partidos chamados pequenos, que são partidos sem assento parlamentar. E todos deveriam estar em pé de igualdade. E não vamos mais longe e o povo não vota mais noutros partidos, exatamente por aquela fraude também do voto útil, que acaba por beneficiar apenas os que já lá estão. E neste caso, o ADN até foi um grande prejudicado hoje, porque ouvi muitas vezes que não vou votar ADN porque vou votar em quem já está lá. E depois tentam denegrir o ADN, denegrir o nosso trabalho com: "Foi um engano que resultou nesta votação." Não, não foi um engano. Aliás, ADN é Alternativa Democrática e Nacional, nada tem a ver com outra sigla. Portanto, é como eu já disse, senão as pessoas enganavam-se em PS, PSD, CDS, CDU e outros passados que também já existiram com bastante parecença. E nós vamos continuar agora a fazer o nosso trabalho, mas sabemos que vamos alcançar muitos mais eleitores e se não elegermos hoje, vamos com certeza eleger já nas próximas eleições europeias.