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Em dia 25 de novembro, o presidente do PSD abriu o congresso ao ataque à oposição e com paralelismos com o passado histórico.

O seu mais fanático defensor não se chama camarada Vasco. Chama-se camarada Pedro e tem uma Cinderela chamada camarada Mortágua.

A geringonça e o candidato à liderança do PS, Pedro Nuno Santos, foram os principais alvos de Luís Montenegro neste discurso de abertura.

Quando esse mais fiel e fervoroso adepto da geringonça vem agora falar assim, é caso para dizer: Deus nos livre de ter um radical à frente do governo.

Ainda assim, Luís Montenegro mostra-se confiante para lutar politicamente contra qualquer um dos candidatos à liderança do PS.

Esperemos para ver se é a cara da confusa extinção do SEF, se é a cara da inércia das políticas de habitação. Uma coisa é certa: ambos fizeram parte do núcleo político que trouxe o caos ao Serviço Nacional de Saúde, a instabilidade à escola pública.

Nesta abertura dos trabalhos no Congresso Social-Democrata, Luís Montenegro olhou também para dentro de casa e prometeu um PSD acima de tudo com foco.

Nós estamos, sobretudo, focados em dar resposta aos anseios das pessoas. Nós estamos focados em dar acesso ao Serviço Nacional de Saúde. Nós estamos focados em ter professores nas escolas. Nós estamos focados em que haja mobilidade. Nós estamos focados em que as pessoas possam ter acesso a uma casa, seja pelo arrendamento, seja pela aquisição.

Foi com promessas de esperança e de dar respostas aos portugueses que Luís Montenegro colocou um ponto final no discurso de abertura deste congresso do PSD.

Nós estamos aqui para dizer aos nossos jovens, para dizer aos seus pais, para dizer aos seus avós, que vale a pena viver em Portugal. Viva o PSD, vamos fazer um grande congresso e viva Portugal. PSD!