Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Sr.ª Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, Sr. Primeiro-Ministro, Srs. Membros do Governo. Permitam-me que aproveite esta oportunidade para dar as boas-vindas ao novo Ministro da Administração Interna, a quem desejamos as maiores felicidades. Sr. Primeiro-Ministro, queremos ser claros. O Partido Socialista critica de forma inequívoca e clara a intervenção norte-americana e israelita no Irão, porque ela ocorre à margem do direito internacional, da Carta das Nações Unidas, da Aliança Atlântica e dos acordos internacionais. Criticamos de forma veemente e condenamos a resposta do Irão, que ilustrou não apenas uma resposta desproporcional em relação ao direito à legítima defesa, como contribuiu para exibir o poder de desestabilização de um regime teocrático e obscurantista, que neste Parlamento, sempre, como é do vosso conhecimento, condenamos e atacamos em solidariedade com o povo que é vítima desse regime. Sempre atacamos, neste Parlamento, as práticas desse regime teocrático e manifestamos a nossa solidariedade com o povo iraniano, ao qual nos ligam laços históricos muito antigos, desde o século XVI e do século XVII. Manifestamos, em terceiro lugar, Sr. Primeiro-Ministro, a nossa solidariedade ao Reino Unido e à Espanha, que nas últimas horas foram objeto de chantagem inaceitável da parte dos aliados. A União Europeia tudo deve fazer para defender os seus Estados-membros. O império da força não se pode impor às regras e às normas do direito internacional. Sr. Primeiro-Ministro, por isso lhe quero colocar a primeira pergunta, que não tem que ver com o uso da base das Lajes. O Sr. Primeiro-Ministro condena ou não, repudia ou não, critica ou não uma intervenção feita à margem do direito internacional?