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É uma hora. As notícias com Teresa Freire.

Boa noite. Portugal vai criar uma linha de crédito de € 100 milhões para empresas que invistam em Cabo Verde. Um anúncio feito pelo presidente da República, António José Seguro, numa conferência de imprensa depois de um encontro com o homólogo José Maria Neves, na cidade da Praia.

Está neste momento a ser ultimada pelo governo português uma linha de crédito de € 100 milhões para ajudar o investimento por parte de empresas portuguesas em Cabo Verde. O senhor primeiro-ministro teve a oportunidade de me dizer que estão na parte final, enfim, nos aspectos técnicos, e portanto essa é naturalmente uma boa notícia, que sela mais uma vez a excelente cooperação que existe entre Cabo Verde e Portugal.

Do lado de Cabo Verde, o presidente José Maria Neves referiu que esta linha de crédito representa mais um marco significativo nas relações entre os dois países.

E esta visita é um marco, porque tendo em conta a excelência das relações entre Portugal e Cabo Verde, agora temos de reimaginar a agenda e atingir novos patamares no domínio da saúde, da educação, no domínio das finanças públicas e no domínio da cooperação empresarial.

José Maria Neves, depois de um encontro com António José Seguro, que marcou o início da primeira visita de Estado a Cabo Verde. Continuamos a falar do Presidente da República, porque pede que se tirem ilações do processo de digitalização dos exames e avisa que as dificuldades não se podem repetir na segunda fase. António José Seguro publicou uma mensagem no site da presidência depois da reunião semanal com Luís Montenegro. O chefe de Estado pede sentido de exigência e a salvaguarda do princípio da igualdade entre todos os alunos, exige que o governo tenha mecanismos de prevenção já para a segunda fase, pedindo que se evitem repetir os mesmos erros. Abriu esta terça-feira o concurso de acesso ao ensino superior, contou apenas com 304 candidaturas. No ano passado, o primeiro dia do concurso registou mais de 10 mil. A expressiva diminuição pode estar relacionada com os problemas que existiram na classificação digital das provas e com a intenção de pedir a reapreciação das notas. E já a data para a época extraordinária dos exames nacionais do ensino secundário vai ser aberta a todos os alunos elegíveis para a segunda fase. Vai realizar-se de 3 a 8 de setembro, com as inscrições a decorrerem de 27 a 31 de julho. Esta época extraordinária vai ser aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, independentemente de as terem realizado ou não. Segundo o despacho assinado pelo Ministério da Educação, no caso do estudante que realize provas na segunda fase e na época extraordinária, será considerada a melhor classificação obtida. Perante esta época extraordinária, a segunda fase de candidaturas ao ensino superior vai decorrer entre 24 de agosto e 22 de setembro. A afixação dos resultados está marcada para dia 30 de setembro. O LIVRE acusa o Ministro da Educação de incompetência e de falta de preparação na forma como conduziu o processo de digitalização dos exames nacionais, acusações que partem do deputado Paulo Muacho, que deixa ainda uma questão a Fernando Alexandre. A pergunta de Paulo Muacho ao Ministro da Educação. O PSD defende-se ao dizer que este escrutínio aos exames só existe por causa do modelo implementado. Em entrevista ao Sofá do Parlamento, na Rádio Observador, a deputada Ana Gabriela Cabilhas defende o ministro Fernando Alexandre e também o processo de digitalização dos exames.

É mais transparente e eu creio que aqui está a grande virtude. A grande parte dos alunos já tem acesso à sua prova digital e portanto conseguem claramente comparar aquilo que fizeram, o acesso à prova e olhar também para os critérios de classificação. Este nível de transparência nunca existiu no nosso sistema educativo. Nós hoje estamos com este grau de escrutínio sobre este sistema de avaliação externa, precisamente porque há este novo modelo.

A deputada do PSD, em entrevista ao Observador, em que admite falhas, mas garante que esta decisão não é uma política pública errada. O Ministro da Administração Interna garante que vai responder ponto por ponto às polémicas relacionadas com o empreendedor e amigo João Carvalho. Luís Neves reagiu esta terça-feira em Viana do Castelo à abertura de um inquérito por parte da Procuradoria-Geral da República. A PJ encontrou indícios de abuso do poder e descaminho que envolvem Luís Neves, no caso do atrelado, que foi intercetado nas instalações da empresa do empreendedor amigo do Ministro da Administração Interna. A informação foi avançada pelo Expresso e que foi confirmada pelo Observador junto de fonte judicial. Luís Neves já reagiu, mas sem permitir perguntas.

Estou habituado ao escrutínio e por isso respeito muito a comunicação social. Há mais de 30 anos que assim é, numa relação de total transparência. Nos últimos dias, tenho vindo a ser alvo de ataques que colocam em causa a minha honra e a minha dignidade, valores mais sagrados Qualquer pessoa tem. Estou a reunir todos os documentos, tudo aquilo que eu entendo que é relevante para, ponto por ponto, vos esclarecer a todos.

Luís Neves, em declarações aos jornalistas à margem do aniversário do Comando Distrital de PSP de Viana do Castelo. A ministra do Trabalho não se compromete com a revisão em alta do salário mínimo, em causa às declarações do secretário de Estado do Trabalho, que defendeu essa mesma revisão, Adriano Rafael Moreira. Minutos depois, Maria do Rosário Palma Ramalho diz que o governo não fecha nem abre a porta a um aumento acima do previsto no salário mínimo nacional de 2027, que agora está fixado nos €970.

O governo, neste momento, aquilo que tem é margem para cumprir o acordo que está em vigor e que foi celebrado já pelo governo da AD, não este, mas o anterior, com os parceiros sociais. Qualquer alteração terá que ser negociada com os parceiros sociais, isso ainda não está, neste momento, em cima da mesa. Não fecha a porta nem abre a porta. Neste momento, a situação é a que conhecem. Não tenho que falar neste momento com o ministro das Finanças, nem qualquer outro ministro sobre esta matéria. Nós temos em cima da mesa um acordo para cumprir.

As declarações da ministra do Trabalho depois da apresentação do Relatório de Emprego e Formação. Na Ucrânia, Volodymyr Zelensky cedeu aos protestos e demitiu o comandante-chefe das Forças Armadas. O líder das tropas ucranianas estava sob pressão depois de ter alegadamente exigido ao presidente que demitisse o antigo ministro da Defesa, demissão que desencadeou uma onda de protestos pelo país. No discurso noturno, o presidente ucraniano confirmou a demissão do comandante das Forças Armadas e anunciou um novo nome para o cargo, Mykhailo Drapatyi, prometendo também reformar a instituição. Quanto ao anterior ministro da Defesa, adorado pelos ucranianos, que têm exigido o seu regresso, Zelensky diz que lhe ofereceu um cargo digno no governo. Donald Trump quer Gianni Infantino, atual presidente da FIFA, como próximo secretário-geral da ONU para suceder a António Guterres. É o que avança o New York Post, que diz que o presidente norte-americano considera que os atuais candidatos a suceder a António Guterres, que termina o mandato no final deste ano, são fracos. Fonte próxima de Donald Trump disse ao New York Post que Infantino é respeitado por toda a gente em redor do mundo. No entanto, não é provável que tal aconteça, uma vez que a eventual candidatura teria de ser aprovada por todos os membros permanentes e não permanentes do Conselho de Segurança. Donald Trump afirma que em quatro meses de conflito com o Irão morreram 18 norte-americanos. Revelação feita depois de ter sido acusado por vários congressistas democratas de ocultar as baixas norte-americanas. Numa publicação na Truth Social, Donald Trump enumera a duração de cada guerra em que os Estados Unidos estiveram envolvidos nos últimos anos e quantas mortes causaram. O presidente norte-americano acrescenta que a chamada Guerra da Venezuela durou um dia e não causou qualquer morte, enquanto o conflito militar com o Irão, que já se prolonga há quatro meses, provocou 18 mortes. Já o The Times of Israel avança que mais de 500 soldados norte-americanos ficaram feridos na guerra com o Irão. O jornal cita uma fonte próxima do governo dos Estados Unidos que falou à Associated Press. Ponto final neste jornal da 01:00 a.m. A informação está de regresso à 01:30 p.m.