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Dar a informação. As notícias com José Rafael Lopes. Começamos com Luís Montenegro, diz que há uma clara necessidade de inverter os resultados dos testes PISA.
Estes testes, que é um estudo comparativo internacional criado pela OCDE para avaliar as competências de estudantes de 15 anos em Leitura, Matemática e Ciências, mostram sinais pouco animadores. Já de saída da sessão solene do arranque do novo ano letivo, foi dessa forma que Luís Montenegro reagiu aos resultados. Em Setúbal, o primeiro-ministro refletiu sobre esses mesmos resultados e diz que este novo ano letivo é uma oportunidade de mudança.
Estes resultados PISA e aquilo que está consensualizado ser necessário fazer para inverter a tendência, é o que estamos a fazer. E, portanto, desse ponto de vista, a abertura deste ano letivo de 2026/2027 é, por assim dizer, um momento em que nós podemos naturalmente discutir, debater, mas convergir para aqueles que são os caminhos que temos de percorrer para atingir melhores resultados.
As palavras do primeiro-ministro num dia em que o governante apenas quis dedicar a falar sobre educação e as medidas necessárias a tomar. Este é também o dia que marca o arranque do ano letivo.
Já o ministro da Educação admite que o ano letivo anterior foi particularmente difícil.
Fernando Alexandre esteve também presente no arranque oficial do ano letivo. Em Setúbal, falou à comunidade escolar para deixar um agradecimento a todos pela forma como enfrentaram as dificuldades do final do ano anterior.
Os anos são todos difíceis na educação. O final do ano passado foi um ano particularmente difícil e, basicamente, como acontece todos os anos, porque os anos letivos para os professores, para o pessoal não docente, são um contínuo. Isto nunca para. Nós estamos a acabar um ano, estamos a começar outro. E este ano foi particularmente difícil e agradeço toda a colaboração, todo o apoio que deram, nomeadamente no processo da avaliação externa, para a podermos concluir com sucesso, depois de um processo que foi atribulado e que gerou ansiedade e dificuldades. Por isso, muito obrigado a todos.
O ministro da Educação reconhece que o final do ano passado não correu bem, mas garante que o governo está empenhado para tomar medidas que reformem o sistema de educação em Portugal.
Foi desconvocada a greve de dois dias do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar.
Confirmada esta informação pelo presidente do sindicato, Rui Lázaro, depois de uma reunião de quase quatro horas com a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e o presidente do INEM, Luís Cabral. Em causa estava o reforço da capacidade assistencial aos portugueses, na sequência da reorganização dos meios do INEM. O instituto queria a passagem de 56 ambulâncias de suporte imediato de vida para veículos ligeiros de transporte de doentes para as unidades locais de saúde. Rui Lázaro revela agora que essa transferência só vai ser feita em casos excepcionais.
Foi possível estabelecer um acordo com o governo e com o INEM que permite não só manter a atual resposta de emergência médica do INEM, mas assumindo ainda os compromissos do seu reforço. Houve cedências de parte a parte, naturalmente.
Suas palavras, foi desconvocada a greve do INEM.
Sim, efetivamente, é desconvocada a greve do INEM.
Rui Lázaro, no final da reunião que juntou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, o Ministério da Saúde e o INEM, foi desconvocada essa greve do INEM dos dias 14 e 21 deste mês.
O presidente da Câmara do Porto apontou o dedo ao Estado central pelas falhas na concretização do PRR na saúde.
Pedro Duarte falou aos jornalistas depois de ter visitado cinco centros de saúde em obras no município. Diz Pedro Duarte que, mesmo sem os apoios do PRR, a autarquia assumiu quase todos os custos.
Por um conjunto de circunstâncias que não foram responsabilidade do município do Porto, aquilo que era um plano de investimento em centros de saúde, aproveitando o PRR, não foi possível ser executado. Repito, por responsabilidade que não foi do município. Apesar disso, o município assumiu esse mesmo investimento e, portanto, nomeadamente nestes cinco centros de saúde que falava, nós estamos a investir praticamente 11 milhões de euros nestas obras que estão a decorrer.
Destes 11 milhões, apenas 300 mil foram financiados pelo PRR. O autarca culpa a centralização da gestão destes fundos. No final da visita aos centros de saúde em obras, o presidente da Câmara do Porto reconheceu que há mais espaços identificados para futuras reabilitações.
Nos Estados Unidos estão a decorrer as comemorações que assinalam os 25 anos do 11 de setembro.
Donald Trump está em Washington, onde discursa neste momento. O presidente norte-americano e a primeira-dama, Melania Trump, estão nas cerimônias que estão a decorrer no Pentágono, um dos locais atingidos em 2001. Em Nova York, marca presença o vice-presidente norte-americano, J.D. Vance, na zona do Ground Zero, onde caíram as Torres Gêmeas em 2001. Na cerimônia de memória das vítimas, estão também presentes os ex-presidentes Joe Biden, Barack Obama, George W. Bush e também Bill Clinton. A eles junta-se o presidente da Câmara de Nova York, Zoonan Mamdani, que está também acompanhado pelo ex-presidente da Câmara, Rudy Giuliani, que era o autarca de Nova York no dia em que as Torres Gêmeas foram atacadas. Os discursos e as cerimônias prosseguem nesta altura.
No desporto, o Futebol Clube do Porto vai jogar com o Casa Pia na sexta jornada. Francesco Farioli confirma que Frold está fora das opções.
O Casa Pia-Futebol Clube do Porto está marcado para às 18h, amanhã, em Rio Maior. Viktor Frold falha o jogo. O jogador dos azuis e brancos sofreu uma contusão cerebral contra o Muriense e está de fora das opções, garantia deixada pelo treinador portista em conferência de imprensa. Francesco Farioli lembra o jogo com o Casa Pia da época passada, que foi a primeira derrota portista e agora quer um resultado bem diferente. O Futebol Clube do Porto joga com o Casa Pia amanhã, às 18h, em Rio Maior.
E há emissão especial de desporto na Rádio Observador para acompanhar esta partida.