Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está a decorrer esta manhã uma marcha lenta que junta 400 caminhões em protesto contra o aumento do preço dos combustíveis. Vai afetar três autoestradas, incluindo a A1.
A marcha lenta começou na última meia hora, junto à entrada de Lourdel, na A42. Segue agora pela A41 e depois pela Autoestrada do Norte, no sentido norte-sul, até Coimbra. O objetivo é alertar para o impacto da subida do preço dos combustíveis e a falta de apoios. O repórter Miguel Pinheiro Correia está a acompanhar este protesto e, Miguel, dá para perceber que há uma forte adesão a este protesto.
São muitos os camionistas, Carla, que já partiram. Nós estamos neste momento na A41, precisamente dentro de um dos muitos caminhões. Não dá para ter noção de quantos são em plena autoestrada, mas são muitos os que vão ocupando neste momento a via da direita, nesse sentido norte-sul, em direção primeiro à A1 e depois a Coimbra. São realmente muitos que vão, ora com os quatro piscas, ora também com buzinadelas, nesta forma de protesto que tem causado muito impacto no trânsito. Eles partiram há pouco tempo e, antes dessa partida em Paredes, ouvimos agora uma das buzinadelas. Também vemos muitas pessoas ou algumas pessoas dentro dos viadutos a aplaudir estes camionistas e também agora um carro da GNR. Este percurso tem sido todo acompanhado pelos carros da GNR e, como eu dizia, antes da partida, onde deu para ter mais noção de quantos camionistas eram, falamos com Rui Cunha, um dos organizadores desta marcha, que explicou o que está em causa.
Fica muito difícil a nossa atividade para continuarmos a trabalhar, como é óbvio. Era importante, e é com isto que queremos que nos façam ouvir, era importante que houvesse um gasóleo profissional para a nossa atividade, à semelhança do que há para outras atividades, também de transportes. Existem benefícios de redução de combustível. Nós também queremos isso, queremos um gasóleo profissional que se dedique à nossa atividade.
Aqui uma das reivindicações apontadas por Rui Cunha, um dos organizadores deste protesto, que surgiu de forma muito natural. Contou-nos também que tiveram uma primeira reunião há uma semana e que depois foi entre as empresas do subsetor da construção, foram-se organizando os trabalhadores e passando a palavra para que marcassem presença. Essa presença nota-se. Nota-se agora neste momento na A41, depois também seguirá para a A1 com destino a Coimbra, para alertar para o impacto da subida de preços dos combustíveis neste setor.
E é um percurso, Miguel Pinheiro Correia, que vais percorrer aqui à boleia de alguns dos muitos camionistas que hoje estão nesta marcha lenta, que terminará a meio da manhã, por volta das 10h, em Coimbra. Esta iniciativa é organizada por empresários dos setores de extração de materiais, terraplanagem, escavação e transporte de terras.
Na Assembleia Geral das Nações Unidas, Luís Montenegro lamentou a subida do preço dos combustíveis e pede um esforço mundial para pôr fim àquilo que descreve como "masoquismo coletivo".
O primeiro-ministro português repete a ideia de que esta é uma crise que não faz sentido, por isso pede um esforço coletivo para acabar com a guerra no Irão e reabrir definitivamente o Estreito de Ormuz.
Esta é uma crise insensata, porque é má para todos. E nós temos de acabar com esta espécie de masoquismo coletivo. E temos de o fazer rapidamente para encerrar este capítulo, que é um capítulo que gera um prejuízo para todos. Todos temos o dever de aprender com as lições da crise dos anos 70 e evitar o que então aconteceu. Seremos também todos julgados pela forma como formos capazes de lidar com este desafio.
O primeiro-ministro português no discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Luís Montenegro sublinha que a crise energética está a afetar todo o mundo, sendo que nenhum país está imune aos impactos sociais e às consequências indesejáveis deste problema.
Emmanuel Macron nega que a CIA tenha alertado França para um possível ataque da Rússia com drones na Europa.
O jornal espanhol "El Mundo" avançou ontem que Moscou estará a preparar um ataque contra Espanha, França e Itália com drones lançados a partir do Mediterrâneo e que a CIA alertou os aliados europeus sobre este possível ataque. Emmanuel Macron garante que os serviços secretos franceses não receberam qualquer aviso da agência norte-americana. Ainda assim, o chefe de Estado admite que as tensões estão a aumentar na Europa.
Podemos desmentir essa informação. A CIA não informou os serviços franceses sobre tal ataque e o ministro da Defesa italiano também não. Por isso, quanto a isso, posso dizer-vos que não. Por outro lado, sim, há uma situação em que a tensão está a aumentar, o que é preocupante, evidentemente, para a Ucrânia, que se encontra em guerra direta com a Rússia, e também para nós europeus, porque especialmente nas últimas semanas, os atos hostis têm-se multiplicado um pouco por toda a Europa.
O presidente francês Emmanuel Macron ontem numa entrevista. O chefe de Estado não afasta, no entanto, a possibilidade de que França possa vir a ser um alvo de um ataque deste tipo.
E Carla, impõe-se a pergunta: será que Portugal também está na lista da Rússia? O tenente-general Marcos Serronha admite que sim e por isso pede atenção aos aliados europeus.
Foi em declarações à Rádio Observador. Explica que qualquer país que apoie a Ucrânia pode vir a ser alvo da Rússia e lembra a posição estratégica de Portugal.
Embora não sejamos, como sabemos, dos maiores doadores e fornecedores de dinheiro, embora tenhamos dado o nosso contributo, naturalmente, temos infraestruturas críticas, nomeadamente na questão da produção dos equipamentos militares, que possam ser alvo de algum tipo de ação dessa natureza. Não podemos descartar isso e temos que perceber uma coisa. Um eventual ataque da Rússia à Espanha podia não ser feito diretamente a partir de águas que estão nas imediações do território espanhol.
O tenente-general Marcos Serronha, na história do dia, recusa ainda assim alarmismos, mas pede atenção aos aliados europeus.
Este é um tema em destaque esta hora no site do Observador. A história do dia já está disponível na íntegra, em podcast. São 08h08, Carlinhos, dos Momentos de Glória. Que outras notícias marcam esta manhã?
Estão dominados os dois grandes incêndios que mais preocupavam as autoridades nas últimas horas. O incêndio que mobilizava mais meios é o de Odemira, no distrito de Beja, entrou em fase de resolução na última hora, tal como o fogo em Resende, distrito de Viseu, indicações da Proteção Civil. A Casa Branca impediu a CNN e a MS Now de acederem ao evento de chegada de Xi Jinping ao jantar com Donald Trump ontem à noite. A denúncia é feita pelas duas estações de televisão norte-americanas. Dizem que os repórteres viram o acesso à Casa Branca negado, foram impedidos de entrar. O jantar entre Trump e Xi Jinping foi marcado por elogios mútuos. Vários líderes dos setores da inteligência artificial e de tecnologia de ponta dos dois países estiveram na lista de convidados para este jantar de Estado. Portugal venceu o País de Gales por 1 x 0, na estreia de Jorge Jesus como selecionador nacional de futebol. O jogo contava para a Liga das Nações e dá agora à equipe portuguesa três pontos. Portugal volta a jogar domingo, na Noruega.