Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Edição das 9, com o João Gama. Hoje pode ser dia de festa na cidade invicta. O Futebol Clube do Porto precisa apenas de vencer o Alverca para se sagrar campeão nacional.

É um jogo que está marcado para às 20h30, no Estádio do Dragão. Ao confirmar-se, o Porto pode assegurar o título número 31 da sua história e voltar a ser campeão nacional, algo que não acontece desde a época de 2021/2022. Mas Francesco Farioli garante que a equipa está focada apenas e só no que se vai passar dentro das quatro linhas.

Estamos completamente preparados para o que é que o jogo de amanhã pode significar, mas o foco está totalmente no presente e no jogo. Não temos distrações nem tempo para pensar em celebrações. Os resultados desta semana mostram que nada está garantido até estar mesmo.

Farioli, na antevisão deste Futebol Clube do Porto alverca, um jogo que pode ser do título. Arranca às 20h30.

Os Dragões, que têm mais sete pontos do que o segundo classificado Benfica, nove que o Sporting, podem ser campeões ainda antes de entrar em campo, caso as Águias, neste caso, sofram um deslize em Vila Nova de Famalicão.

Um jogo que acontece duas horas antes, às 18h, em caso de empate do Benfica. O Porto precisa apenas de empatar frente ao Alverca. O Sporting já está fora das contas do título. Essa não é uma preocupação para José Mourinho, o técnico do Benfica, garante que a equipa está focada no segundo lugar, algo que para isso só depende de si.

O Benfica, como vocês sabem, não teve nenhuma derrota até agora. Houve semanas em que somamos pontos, somamos, somamos. E era um desgaste extra ver o Sporting a ganhar, ver o Porto a ganhar e não tropeçavam, e quase que tropeçavam, e depois não tropeçavam, e depois nós temos que ganhar outra vez. É um tipo de desgaste extra que não é positivo. O facto de depender de si próprio, o foco está só ali. A mim dá-me igual o resultado do Vitória de Guimarães com o Sporting na próxima segunda-feira, eu acho que é segunda-feira, dá igual. Mas temos que ganhar.

José Mourinho a fazer a antevisão deste Famalicão-Benfica, com o título praticamente entregue, que falta apenas decidir o segundo lugar. O Sporting só joga na segunda-feira, recebe em Alvalade o Vitória de Guimarães. Os Leões vêm de uma sequência de maus resultados, estão agora com menos dois pontos que o Benfica.

Vamos ter, por isso, uma tarde noite de emissão especial de desporto aqui na Rádio Observador para acompanhar os jogos que vão decidir o título. Famalicão-Benfica, com a emissão a começar perto das 17h30 e logo depois esse decisivo Futebol Clube do Porto-Alverca, para acompanhar a partir das 20h15. E os Dragões querem claramente festejar no final e por isso vamos ter também emissão especial se se confirme esse título de campeão. Vamos continuar nas notícias que estão a marcar esta manhã de sábado a reforma da lei laboral, que marcou também o Dia do Trabalhador. O primeiro-ministro garantiu que o governo não vai abandonar as suas convicções e voltou a pressionar a UGT.

Ao acusar a Central Sindical de ser o parceiro social que menos cedeu até agora. Reuniões que são retomadas para a semana em sede de concertação social no dia 7 de maio. Ora ontem, bem longe das manifestações do Dia do Trabalhador, Luís Montenegro visitou uma feira agrícola em Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, e acusou a UGT de teimosia e disse que o governo não vai dar um passo atrás na reforma da lei laboral.

O governo há uma coisa que não faz: é abandonar as suas convicções. Isto não é teimosia. São convicções. A UGT tem toda a legitimidade e liberdade de dizer: "Nós não queremos ceder." Não tem é o direito de dizer que a teimosia é nossa. Isso não tem. Porque francamente, isso não é justo e não é real.

Uma acusação que diz que não pode ser virada contra o governo. O primeiro-ministro defende que o Executivo já cedeu nas suas traves-mestras para agradar à central sindical e acabou por desvalorizar as manifestações de ontem.

Troca de acusações. A UGT responsabilizou também ontem o governo se não houver um acordo para alterar a lei do trabalho.

Foi durante as celebrações do Dia do Trabalhador, Mário Mourão garantiu que a Central Sindical não vai ceder nas suas principais reivindicações. Isto depois de ontem deixar todas as possibilidades em aberto, incluindo uma nova greve geral. Para já, o secretário-geral da UGT quer esperar para ver o que sai da reunião com a ministra do Trabalho, marcada para o dia 7 de maio. A CGTP foi mais longe e aproveitou o dia de ontem para anunciar uma greve geral que está marcada para o dia 3 de junho.

E é neste clima de tensão entre governo e sindicatos que o presidente da República volta a ter hoje agenda. António José Seguro vai estar na Ovibeja.

Que ainda na semana passada foi palco de um Conselho de Ministros descentralizado, no qual foram anunciados vários apoios para os agricultores, apoios para a compra de fertilizantes, que estão a subir muito de preço por causa da guerra no Médio Oriente. O apoio será de 20 milhões de euros, para o regadio, 60 milhões. António José Seguro vai estar hoje na Ovibeja, depois de ontem ter prometido aos trabalhadores que não vai ficar indiferente às causas de quem trabalha. Além do presidente da República, passam por Beja hoje membros do governo como Manuel Castro Almeida, líderes partidários como Paulo Raimundo.

Operação Influencer. O Chega quer avançar com uma comissão parlamentar de inquérito para ouvir António Costa no Parlamento.

O anúncio foi feito ontem. André Ventura garante que o partido vai procurar consensos com as restantes forças políticas. Se isso não acontecer, avança sozinho.

É incompreensível que alguns tenham insistido, e bem, numa comissão de inquérito à Spin Viva, devido a atos eventualmente ilícitos do primeiro-ministro, mas acham que não é preciso uma comissão de inquérito a um ex-primeiro-ministro que comprovadamente e verificadamente permitiu ou fechou os olhos à influência indevida sobre negócios de milhões

Dos contribuintes portugueses. Espero que o Parlamento possa consensualmente aprovar esta comissão de inquérito, caso isso não aconteça. O Chega vai avançar potestativamente para essa comissão de inquérito, garantindo que ela ocorre, mesmo se alguns partidos a tentarem bloquear.

Declarações de André Ventura aos jornalistas na sede do partido em Lisboa. Em causa estão os mais recentes desenvolvimentos da Operação Influencer, que mostram que, afinal, António Costa tinha discutido com Diogo Lacerda Machado o projeto do Start Campos, construído em Sintra.

E falamos agora de Donald Trump. Depois de ontem o presidente dos Estados Unidos informar o Congresso de que as hostilidades com o Irão acabaram, agora o líder da Casa Branca fala abertamente sobre a possibilidade de atacar Cuba.

Esta madrugada, num discurso na Flórida, Donald Trump disse que Havana seria o alvo depois de Teerão e que os Estados Unidos podem vir a assumir o controle do país num futuro próximo, ou seja, assim que terminar a guerra no Médio Oriente.

Ele vem de um lugar chamado Cuba, que vamos conquistar quase imediatamente. Vamos terminar, primeiro, uma coisinha. Gosto de terminar o que começo. No caminho de volta que vamos fazer do Irão, teremos um dos nossos grandes, talvez o porta-aviões USS Abraham Lincoln, o maior do mundo. Vamos mandá-lo entrar nas águas cubanas, parar a cerca de 100 metros da costa e eles dirão: "Muito obrigado, desistimos".

Ameaça. Com alguma ironia, Donald Trump, num comício na Flórida.

Dita depois de uma série de informações contraditórias sobre a guerra no Irão, Trump afirmou que talvez os Estados Unidos ficassem melhor se não fizerem qualquer tipo de acordo com Teerão.

E que não tinha ficado satisfeito com a resposta do Irão, apenas horas depois de informar o Congresso que as hostilidades oficialmente terminaram. Em cartas enviadas aos líderes das duas Câmaras do Congresso, Donald Trump escreveu que as hostilidades começaram no dia 28 de fevereiro e chegaram agora ao fim. São cartas enviadas ao fim de 60 dias de guerra. O prazo não é por acaso, é precisamente esse o prazo máximo estabelecido por lei para que as hostilidades tenham que ser validadas pelo Congresso. Ainda assim, Donald Trump não exclui novas intervenções militares na região e, por isso, não convenceu o Partido Democrata, que já veio dizer que estas afirmações do presidente dos Estados Unidos não são para levar a sério.

E continua a tensão entre Washington e os parceiros europeus. O Pentágono vai retirar 5 mil soldados norte-americanos da Alemanha.

Depois da ameaça de Donald Trump, esta é uma notícia avançada pelo New York Times. A decisão surge depois de Trump se mostrar irritado com as declarações do chanceler alemão, que disse que o Irão estava a humilhar os Estados Unidos na guerra do Médio Oriente. Num comunicado divulgado esta madrugada, o Pentágono garante que a decisão foi tomada depois de uma análise minuciosa da presença do departamento militar na Europa, que reconhece estas necessidades no terreno. De acordo com o New York Times, fontes oficiais do Pentágono garantem que os 5 mil soldados que vão ser retirados da Alemanha vão ser transferidos para o solo norte-americano. A Reuters adianta que esta operação vai demorar 12 meses a ser concluída.

Ponto final na edição das 9 com o João Gama de regresso às 9h30. Até já.

Até já.