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Começa agora o Domínio da Guerra com o Major-General José Armando Moreira. Bom dia, bem-vindo.
Olá, muito bom dia a todos.
Lembro que além da rádio, também nos pode acompanhar com imagem através das nossas redes sociais. Começamos pelo presidente dos Estados Unidos, que esta semana acusou os europeus e os parceiros NATO de prolongarem a guerra na Ucrânia ao continuarem a comprar petróleo à Federação Russa. Trump chegou mesmo a dizer que estaria disponível para aplicar sanções muito duras à Rússia se a Europa e aliados deixassem de comprar petróleo à Rússia, e mais, se também aplicassem sanções secundárias à Índia e à China. General, eu sei que ainda não chegamos lá, mas isso parece uma enorme cortina de fumo. Trump está muito empenhado em sancionar a Rússia.
Esta poderia ter entrado. Bom, vamos tentar pôr alguma ordem nesta confusão. A Cimeira de Anchorage com Putin não resolveu nada. Isto é, aquilo que era a estratégia de Trump, que assentava sobretudo numa estratégia de charme sobre Putin, Anchorage mostrou que não resulta. Trump saiu de Anchorage com menos uma estratégia possível. Mas, na sequência de Anchorage, levantou-se uma possibilidade que era a questão das garantias de segurança à Ucrânia. Os europeus trabalharam afincadamente nisso, foram para uma reunião nos Estados Unidos e morreu também a estratégia militar, que era a segunda estratégia possível, porque os Estados Unidos não se mostraram disponíveis com a abertura que os europeus pensavam que iria haver, que os europeus iriam dar aquilo que era a parte fundamental das tropas para as garantias de segurança, mas os Estados Unidos iriam dar um apoio suplementar. Aparentemente, esse apoio suplementar não foi garantido de um ponto de vista tão específico que os europeus se sentissem confortáveis com esse apoio e, portanto, a opção militar também acabou por cair. Só há mais uma opção, que é a opção das sanções.
Já estamos cansados de ouvir falar nas sanções, que nunca chegaram a ser aplicadas.
E a Europa trabalhou afincadamente nisso. Começou a preparar o seu 19º pacote de sanções. Entretanto, porque nos Estados Unidos se desenvolvia no Congresso, com base nalguns congressistas mais assertivos, também a possibilidade dos Estados Unidos aplicarem sanções sobre a Federação Russa, finalmente, relembro que Trump nunca aplicou sanções desde o início do seu mandato, os europeus pensaram que havia aqui uma oportunidade de articulação possível entre as sanções que o Congresso dos Estados Unidos estava a preparar e o 19º pacote de sanções que a Europa estava a preparar. Chegamos, portanto, a uma altura em que já tinha caído a estratégia de charme, já tinha caído a estratégia das garantias de segurança. Havia agora a estratégia possível das sanções, através de uma melhor articulação entre aquilo que a Europa estava a fazer e aquilo que o Congresso dos Estados Unidos tinha preparado para fazer. E, portanto, eu acho que Trump se sentiu encurralado nisto que está aqui, neste esforço conjunto, um esforço interno por parte de alguns congressistas e o esforço externo da União Europeia, e resolveu ganhar tempo. Simplesmente os 15 dias, que é aquela frase normal de Trump, "dentro de 15 dias logo vemos", não parecia suficiente e resolveu encontrar então uma forma airosa de sair deste aperto que lhe garantisse bastante mais do que os 15 dias que normalmente ele utiliza para adiar estes problemas difíceis. E então, basicamente, o que é que Trump nos veio dizer? Disse: "Sim, eu não sou contra as sanções, pelo contrário, eu sou a favor das sanções, mas não me venham os europeus com esta conversa das sanções sobre a Federação Russa, quando eles próprios continuam a comprar petróleo à Federação Russa. E, portanto, os europeus são os responsáveis por esta guerra se continuar a manter, porque continuam a comprar petróleo à Federação Russa".
Mas estamos a falar de países como Turquia, Eslováquia.
E entretanto, o que é que aconteceu? Acontece que, para além disso, e à boleia deste raciocínio, os Estados Unidos resolveram introduzir também duas coisas.
As sanções à China e à Índia.
As sanções secundárias à China e à Índia, que é contrário àquilo que é a política europeia de ter um mundo regulado por tarifas extraordinárias e não justificadas. Trump conseguiu juntar num bolo aquilo que parece impossível de resolver. E isto é apenas uma maneira de Trump se manter aliado do processo, chutar o problema para cima dos europeus. Talvez seja importante recordar aqui o esforço que os europeus fizeram nesta matéria, contrariamente ao esforço nulo que os americanos fizeram durante aquilo que é a administração Trump. Antes da invasão de 2022 da Ucrânia, a parceria estratégica do ponto de vista dos combustíveis e do material energético vindo da Federação Russa era enorme para a Europa. Basicamente, eram quatro as categorias de produtos energéticos que a Europa comprava. Era material de natureza nuclear, para alimentar as centrais nucleares europeias, era petróleo Era gás natural e era carvão. Eram estes os quatro grandes capítulos. A União Europeia reuniu-se numa cimeira em Versailles. A Cimeira de Versailles foi em março de 2022, logo a seguir à invasão da Federação Russa, e verificou, houve um consenso de que era preciso reduzir realmente esta dependência energética da Federação Russa, e que essa dependência energética passava por um roadmap que fosse eliminando esta dependência, porque a dimensão era de uma verdadeira dependência energética em relação à Federação Russa. E então, este roadmap tinha várias componentes para cada um destes produtos que estão aqui. Para os produtos nucleares não houve consenso nenhum europeu. A dificuldade, a complexidade de encontrar substituição para os produtos nucleares vindos da Federação Russa tornou impossível o consenso, e eu julgo que isso foi deixado de lado. A União Europeia não tornou a falar na parte dos combustíveis nucleares. Sobre o carvão, foi exatamente o contrário. A União Europeia, em 2022, acabou com a importação do carvão vindo da Rússia. E sobraram duas coisas: sobrou petróleo e sobrou gás. O petróleo, houve um consenso na União Europeia muito grande para reduzir drasticamente este consumo. Vamos ver. Em 2021, 27% do petróleo que era importado pela Europa vinha da Federação Russa.
27 em 2021.
27% em 2021. Em 2024, já ia nos 3%, portanto, a redução foi brutal, passou dos 27% para apenas 3%. E em 2025 andará entre os 2,5 e os 3%. É preciso ver que 97,5% já não vem da Federação Russa. Isto é um esforço brutal no que é a diversificação do mercado. E mais, a União Europeia tem no seu roadmap que até 2027, incluindo o ano de 2027, acabará com todas as importações de petróleo da Federação Russa. O gás também foi sujeito a um roadmap e o propósito da União Europeia é que em 2028 esse processo esteja concluído, a não dependência, a não importação de gás a partir da Federação Russa. Ou seja, os europeus fizeram o seu trabalho de casa, têm o seu trabalho de casa feito, e quando reduzem apenas para 2,5%, aquilo não justifica que Trump venha com um ar moral, de uma grande superioridade moral, a dizer que nós continuamos a comprar.
Então e quem é que diz isso a Trump, sem ser o general?
Não, ninguém diz. Anda tudo mansinho. Portanto, nós fizemos o nosso trabalho de casa. Não se justifica, do ponto de vista moral, chamar este argumento para uma discussão que é a discussão de: "Eu, Trump, não estou disponível para irritar a Federação Russa". Esse é que é o problema. O problema não é das sanções. Tratou de criar aqui um envelope de condições para não ser obrigado a aplicar sanções, sanções que ele não quer aplicar à Federação Russa. Para além disso, criou aqui uma situação brutalmente bizarra que a União Europeia vai agora aproveitar. É que os grandes importadores na União Europeia são a Hungria e a Eslováquia. Portanto, aquilo que eram os grandes amigos de Trump, é que são agora os responsáveis por ainda estarmos a importar de 2,5 a 3%. Portanto, uma situação bizarra que agora a União Europeia vai procurar jogar contra a Hungria e a Eslováquia. Atenção que o vosso ídolo, o presidente Trump, está a condenar-vos por isso. Portanto, Vossas Excelências agora não têm mais justificação para continuar a comprar isto. O que é que fica de fora? É que como o problema já não fosse suficientemente difícil de resolver, Trump não falou só na União Europeia, falou a União Europeia e os países da NATO, como se ele não pertencesse, como se fosse à parte. Ora, nos países da NATO está a Turquia, e a Turquia não está disponível para abdicar de uma fonte energética importante e barata. E, portanto, Trump encontrou aqui uma solução brutal em que, por este andar, será absolutamente impossível aplicar aquilo que ele não quer aplicar. Encontrou aqui uma fórmula de disfarçar aquilo que é a sua falta de vontade política, que é aplicar sanções sobre a Federação Russa. Portanto, isto podia ter ido para a cortina de fumo, mas enfim, era muito material, temos mais material para a cortina de fumo.
Entretanto, esta semana a Bielorrússia tem estado em destaque na atenção internacional, não só porque está a decorrer o exercício Zapad 2025, em que participam forças militares russas e bielorrussas, como também porque há várias iniciativas no campo político, diplomático e económico a envolverem a Bielorrússia. General, a que se deve este súbito interesse por Lukashenko, pelo Estado satélite da Rússia?
É fantástico. Nunca a Bielorrússia teve uma semana de tanto foco. Nós na semana passada estivemos a falar na China, desta vez é sobre a Bielorrússia. Aconteceram tantas coisas com a Bielorrússia que tem que haver aqui uma explicação qualquer, mais uma cortina de fumo. Hoje são só cortinas de fumo.
Hoje é cortina de fumo.
Hoje é cortina de fumo. Isto começa com uma carta muito simpática de Donald Trump de aniversário a Lukashenko. Um pouquinho inesperado isto. Está bem que isto contribui para o Prêmio Nobel da Paz, mandar uma carta de aniversário muito simpática a Lukashenko. Simplesmente, essa carta ocorreu também quando estavam a acontecer duas outras coisas. Primeiro foi uma libertação de prisioneiros de natureza política que a Bielorrússia tem colecionado em grandes números e foram libertados cerca de 52 prisioneiros políticos. Alguns deles eram jornalistas, outros eram pessoas de movimentos cívicos que protestavam contra Lukashenko e havia naturais de alguns outros países, nomeadamente do Reino Unido, polacos, etc. Esses 52 foram libertados. Mas agora eu trago aqui estes números, que é para olharmos para isto. Desde o início do ano, foram libertados 170 prisioneiros políticos na Bielorrússia. 170 desde o início do ano. E foram feitos 283 novos presos políticos. Isto é, as prisões da Bielorrússia continuam a encher-se de presos políticos. É claro que foram libertados 150 e tal, mas entraram 283 para os substituir. Ou seja, a Bielorrússia já compreendeu que ter prisioneiros políticos é uma coisa extraordinária, porque permite negociar esses prisioneiros políticos. Isto é, a nossa forma de olhar para isto, o que está a fazer é a fazer crescer o apetite da Bielorrússia por fazer prisioneiros políticos, porque isso lhe vai dar vantagens. E quais são essas vantagens? Não é só a carta de Trump. A carta de aniversário de Trump é apenas uma pequena gota d'água. É que os Estados Unidos enviaram John Cole, um enviado especial, que diz que os Estados Unidos estão disponíveis para abrir a sua embaixada em Minsk, isto é, normalização das relações diplomáticas com a Bielorrússia. Mas não só, Trump veio anunciar, através do seu delegado especial, que a Belavia, a companhia de aviação da Federação Russa, deixa de estar sujeita a sanções do ponto de vista também da manutenção. Ou seja, Putin, de repente, recebeu aqui uma prenda também de aniversário. É que através da Bielorrússia e das não sanções às peças e à manutenção do material aeronáutico da Bielorrússia, algum desse material certamente irá parar a Moscovo. Certamente que irá parar a Moscovo. Portanto, enquanto nós falamos, por um lado, de sanções, que foi aquilo que falámos antes, de Trump empenhadíssimo nas sanções, o que nós vemos é levantamento de sanções que abre portas, que permite a transferência de tecnologia ocidental para a Rússia através da Bielorrússia. A Bielorrússia transformou-se, de repente, numa espécie de uma noiva que anda a ser cortejada por vários elementos. Pelos Estados Unidos, claramente, com a diminuição das sanções sobre a Belavia, com a abertura de relações e de canais diplomáticos, abertura de uma embaixada. Por outro lado, pela Federação Russa, que com a organização do exercício Zapad 2025, vem dizer que quem manda na Bielorrússia é a Federação Russa, faz os exercícios como quer ali. Portanto, este exercício não é apenas um exercício de demonstração de poder da Federação Russa relativamente ao Ocidente. Para isso, houve o cuidado de convidar observadores militares do Ocidente e jornalistas em quantidade suficiente. Não é apenas para impressionar, é para manter as Forças Armadas da Bielorrússia numa dependência brutal daquilo que é a estrutura militar da Federação Russa, manter o completo controle das Forças Armadas da Bielorrússia. Portanto, esta semana a Bielorrússia esteve aqui por todos estes motivos e ainda por mais dois motivos que importa aqui referir. Primeiro, foi utilizado o seu espaço aéreo para deixar passar os drones sobre a Polônia. Segundo, com o exercício Zapad 2025, a Polônia resolveu fechar as suas fronteiras com a Bielorrússia. Ora, a Bielorrússia faz parte daquilo que é a rota terrestre da nova Rota da Seda chinesa. Isto é, a grande maioria dos produtos chineses que vêm por via terrestre utilizam a Bielorrússia como um ponto de passagem. Ora, a Polônia veio, entretanto, anunciar que não é só durante o exercício Zapad que as suas fronteiras com a Bielorrússia estarão encerradas. Elas passam a estar encerradas mesmo depois do exercício. A China não está também nada satisfeita com isto, porque a China criou na Bielorrússia uma espécie de um parque industrial gigantesco para Fazer um conjunto de produtos importantes na Bielorrússia e ter facilidade de os exportar para a Europa. Se a Polónia agora fecha as fronteiras com a Bielorrússia, criou-se mais um imbróglio fantástico no centro do qual está Lukashenko e a Bielorrússia.
Dmitri Peskov afirmou, daquele jeito que se conhece, que a NATO está em guerra com a Federação Russa. Outros proxies de Moscovo afinam pela mesma narrativa. Agora sim, general, que cortina de fumo é esta e a quem se destina?
Esta narrativa não é absolutamente nova. O que é novo é terem todos os proxies de Moscovo afinado exatamente nesta altura. Uma espécie de uma manobra coordenada dos proxies de Moscovo, que sentiram que esta é a altura indicada para reforçar a mensagem de que a NATO está em guerra com Moscovo. Bom, como todos nós sabemos, a NATO não está em guerra com Moscovo. Por que isto interessa à Federação Russa? Isto é uma mensagem de natureza interna, mas é uma mensagem sobretudo destinada aos europeus. É de natureza interna, porque isso justifica os falhanços militares da Federação Russa. A Federação Russa, que anda à procura de Pokrovsk há mais de um ano. Pokrovsk, como eu já disse, é do tamanho da cidade de Tomar. Tomar é muito mais bonito. Anda para conquistar Pokrovsk há mais de um ano, tem que justificar esta sua incapacidade militar.
Diz que tem que se preocupar também com os países da NATO, não é?
E, portanto, dizer que a NATO está em guerra com a Federação Russa é uma maneira de dizer também que não é o valor militar dos ucranianos que está a impedir que os sucessos sejam em maior larga escala. É porque é a NATO toda que está contra a Federação Russa. Mas isto tem sobretudo a ver com a questão das percepções, e nós temos que ter muito cuidado nesta coisa das percepções. Todo aquele impulso europeu que resultou da Conferência de Anchorage e que teve a ver com a construção das garantias de segurança para a Ucrânia, transmitiu a Moscovo um ímpeto de uma vontade de defesa dos europeus que era preocupante para Moscovo. Moscovo, através daquilo que foram as incursões militares, porque é uma incursão de natureza militar, os drones eram militares, não eram drones civis. Uma incursão militar sobre a Polónia veio lançar sobre a NATO uma estratégia nova, que é a estratégia das provocações limitadas. Isto é, elas serão sempre limitadas para nunca serem consideradas ao abrigo do artigo quinto, mas mantendo sempre o assunto da NATO e da incapacidade da NATO responder e das divergências entre as apreciações feitas pela administração norte-americana e os parceiros da NATO, semear a confusão entre os parceiros da NATO. E portanto, quando são realizados os exercícios Zapad 2025, em que são ativados meios balísticos inovadores, em que as questões nucleares são outra vez levantadas, dizer que a NATO está em guerra com a Federação Russa satisfaz aqui a narrativa nova da Federação Russa: é assustar os europeus perante esta perspectiva. Isto é, a NATO já está em guerra, os europeus que tenham muitíssimo cuidado, porque ainda estão a tempo de recuar. Olhem para o exercício Zapad, para aquilo que são as capacidades da Federação Russa e façam lá o favor de ter juízo. Pronto, vamos ver se os europeus têm juízo ou se continuam a morder nas canelas ao regime do Kremlin.
Esperamos que sim. O nosso ponto de mira foca-se hoje na Moldova e nas eleições presidenciais marcadas para o final deste mês. General, por que devemos estar atentos ao que ali se passa?
A Federação Russa adora eleições nos outros países. Adora eleições, desde que essas eleições sejam feitas na sua periferia. Por quê? Porque a Federação Russa continua a manter instrumentos poderosíssimos de atuação sobre a população destes países. Recordemos aquilo que aconteceu nas eleições presidenciais da Moldova. Quando foi das eleições da Moldova, os serviços secretos da Moldova fizeram uma espécie de um estudo sobre qual a quantidade de dinheiro que foi investida pela Federação Russa, que corresponde a 1% do PIB da Moldova.
1%?
1% do PIB da Moldova foi a importância que a Federação Russa atribuiu a todos os seus proxies, bots, comentadores, etc, para modificar o sentido de voto das eleições presidenciais. Agora vamos ter eleições no dia 28 de setembro, eleições agora de natureza parlamentar. Ora, quando olhamos para as eleições presidenciais, o que é que vemos? Vemos que a presidente da Moldova ganhou as eleições não na Moldova, ganhou as eleições nas estações de voto no exterior da Moldova. Isto é, foi a diáspora da Moldova que lhe deu a vitória. Ora, o que é que vai agora acontecer? Estamos todos preocupadíssimos, a quantidade de ameaças de bomba que vai haver sobre as estações de voto na Alemanha e noutros países onde se mostrou que a população da Moldova vivendo no estrangeiro pode modificar os resultados eleitorais. Portanto, temos que estar muito atentos daqui a 10 dias.
General Arnaut Moreira, regressa mais cedo, não é daqui a 10 dias, é para a semana.
É para a semana.
Até lá. Bom fim de semana. Obrigada.
Um bom fim de semana a todos. Muito obrigado.