Logo Observador
Defesa

Forças Armadas mantêm em 2016 número de efetivos deste ano

O Governo aprovou o diploma que fixa os efetivos das Forças Armadas para 2016, mantendo o número global inalterado em relação a 2015, que era de cerca de 31.500.

© Hugo Amaral/Observador

Autor
  • Agência Lusa

O Governo aprovou o diploma que fixa os efetivos das Forças Armadas para 2016, mantendo o número global inalterado em relação a 2015, que era de cerca de 31.500.

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, foram consideradas as necessidades estruturais e as atividades das Forças Armadas previstas para o ano de 2016, bem como os objetivos em matéria de efetivos, fixados na resolução do Conselho de Ministros que aprovou, em abril de 2013, as linhas de orientação para a execução da reforma estrutural da defesa nacional e das Forças Armadas, designada por Reforma 2020.

Desta forma, lê-se no comunicado, “o Conselho de Ministros aprovou o diploma que fixa os efetivos das Forças Armadas para o ano de 2016, num quantitativo global inalterado em relação a 2015”.

Em janeiro, o Conselho de Ministro aprovou um diploma que fixou o efetivo máximo das Forças Armadas em 31.563 militares para este ano, incluindo os que estão na reserva mas em efetividade de serviço.

“O efetivo máximo das Forças Armadas para 2015, incluindo os militares na situação de reserva na efetividade de serviço, é fixado em 31.563 militares, o que significa uma redução de 3.310 militares face à situação atual”, era referido no comunicado do Conselho de Ministros de 22 de janeiro.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Forças Armadas

Tancos, as armas e a ópera bufa

João José Brandão Ferreira
623

A performance do CEMGFA não deixa de representar um grande “sacrifício pela Pátria”, o que não deixará de ser recompensado no próximo dia 10 de Junho com republicaníssima “Ordem da Tristíssima Figura”

Democracia

A democracia vista por baixo

Rui Ramos

Elegemos representantes cujos primeiros compromissos não são com os cidadãos, mas com os caciques dos partidos. Vista de baixo, a democracia não é a participação de todos, mas a organização de alguns.