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Novo livro de “Uma Aventura” chega às livrarias em março

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"Uma Aventura em Conímbriga" é o 59º título da série "Uma Aventura", das escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. O último volume saiu em 2016.

Ana Maria Magalhães (à direita) e Isabel Alçada (à esquerda) começaram a coleção "Uma Aventura" em 1982

Cerca de um ano depois da publicação de Uma Aventura na Madeira, chega às livrarias o novo título da famosa coleção de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Uma Aventura em Conímbriga, que será publicado em março, levará as gémeas Teresa e Luísa, Pedro, Chico e João até às ruínas romanas, onde participarão numa recriação histórica que todos os anos ali se realiza. É durante essa recriação que os cinco jovens ficam a saber do tesouro dos Valérios, “cujo enigma para o descobrir se encontra na Casa dos Repuxos”.

“Não sabemos se existe ou não um tesouro, mas os elementos da quadrilha do Dragão, que estavam junto da tenda vermelha, ouviram a Líria a contar a história, e vão fazer tudo para que sejam eles a apanhar o tesouro. Uma trama cheia de peripécias que se vai desenrolar nas ruínas romanas de Conímbriga e com a ajuda de um arqueólogo que trabalha nas escavações e que por acaso até é um descendente dos Valérios tudo se resolverá a favor dos nossos heróis”, refere a sinopse divulgada pela editora Caminho.

O livro chega às livrarias a 28 de março. As ilustrações são, como sempre, de Arlindo Fagundes

Uma Aventura em Conímbriga é o 59º título da série Uma Aventura, que segue as aventuras de cinco jovens. O primeiro volume, Uma Aventura na Cidade, foi publicado em 1982. O último, Uma Aventura na Madeira, saiu em 2016.

Para março, a Caminho tem ainda agendado o lançamento de um outro livro: O Centauro no Jardim, de Moacyr Scliar, a história de uma criatura metade homem, metade cavalo, que nasceu no seio de uma família de judeus, numa fazenda do sul do Brasil. Através desta fábula, Scliar, um dos mais destacados escritores brasileiros contemporâneos, expõe “a contradição entre a nossa condição de ser social e a necessidade de afirmação da nossa individualidade”, refere a editora.

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