Marcelo Rebelo de Sousa

Marcelo sobre crescimento económico: “Todos tivemos mérito de tudo”

Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu que é preciso evitar "perder tempo a discutir quem teve mérito" no crescimento económico do país, bem como "evitar negar a realidade" e "o deslumbramento".

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou na terça-feira que a economia portuguesa cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2017 face ao mesmo período do ano passado

RICARDO CASTELO/LUSA

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu que é preciso evitar “perder tempo a discutir quem teve mérito” no crescimento económico do país, bem como “evitar negar a realidade” e “o deslumbramento”. “A nossa economia está a virar. Já tínhamos essa intuição há seis meses e mais claramente há quatro meses, mas temos hoje a certeza que está a virar”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa na sessão de encerramento do 14.º Encontro Anual da Cotec — Portugal, que decorreu esta manhã em Matosinhos, distrito do Porto.

O chefe de Estado salientou, contudo, que “perante este conjunto de sinais” positivos “há três atitudes que se devem evitar”. “Devemos evitar perdermos tempo a discutir quem teve mérito”, porque “todos tivemos mérito de tudo” e “os portugueses são os grandes ganhadores desta viragem“, disse.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, também não vale a pena “negar a realidade”, porque as realidades “existem e são boas” para os portugueses, “por muito que custe”. “A terceira é evitar é o deslumbramento”, acrescentou, sustentando que “esse deslumbramento acaba por travar” a inovação e “a capacidade” de Portugal continuar a lutar.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou na terça-feira que a economia portuguesa cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2017 face ao mesmo período do ano passado e, comparando com o trimestre anterior, cresceu 1%.

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Olh'ó boneco!

Helena Matos
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O “Marcelo dos afectos” e o “Trump, pá" são os dois bonecos omnipresentes na nossa vida político-mediática. O primeiro foi eleito por nós mas não é responsável por nada. O segundo tem a culpa de tudo

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