Pelo menos 35 pessoas morreram no Sri Lanka na sequência das inundações, com o recuo das águas nas últimas horas a permitir que os mais de 100 mil deslocados comecem a regressar a casa, informou o Centro de Gestão de Desastres.

Além dos 35 mortos, há três desaparecidos, 21 feridos e mais de 31.000 famílias deslocadas, explicou Anthony Milroy, da direção do organismo, explicou ao telefone à agência Efe.

As copiosas chuvas dos últimos dias naquela zona do Índico afetaram especialmente o Sri Lanka, a Malásia e a Tailândia, mas no antigo Ceilão deixou mais de um milhão de pessoas afetadas de alguma maneira.

O mau tempo resultou em estradas cortadas em diversas zonas do país, com as inundações a afetarem arrozais e campos de cultivo, cujos prejuízos não foram ainda estimados.

Apesar disso, a Comissão Eleitoral do Sri Lanka reiterou, na segunda-feira, que manter-se-á a data das eleições presidenciais, marcadas para 08 de janeiro.

Mahinda Deshapriya, da Comissão Eleitoral, indicou que a data não vai ser alterada, não obstante as condições meteorológicas e que as eleições, nas quais o Presidente Mahinda Rajapaksa procura cumprir um terceiro mandato, realizar-se-ão tal como previsto.