Inundações

Inundações fazem pelo menos 35 mortos no Sri Lanka

Já morreram 35 pessoas no Sri Lanka vitimas de inundações, nas últimas horas o recuo das águas nas últimas horas está a permitir que as famílias sejam realojadas.

Recuo das águas está a permitir realojar famílias

ARMY MEDIA UNIT/EPA

Pelo menos 35 pessoas morreram no Sri Lanka na sequência das inundações, com o recuo das águas nas últimas horas a permitir que os mais de 100 mil deslocados comecem a regressar a casa, informou o Centro de Gestão de Desastres.

Além dos 35 mortos, há três desaparecidos, 21 feridos e mais de 31.000 famílias deslocadas, explicou Anthony Milroy, da direção do organismo, explicou ao telefone à agência Efe.

As copiosas chuvas dos últimos dias naquela zona do Índico afetaram especialmente o Sri Lanka, a Malásia e a Tailândia, mas no antigo Ceilão deixou mais de um milhão de pessoas afetadas de alguma maneira.

O mau tempo resultou em estradas cortadas em diversas zonas do país, com as inundações a afetarem arrozais e campos de cultivo, cujos prejuízos não foram ainda estimados.

Apesar disso, a Comissão Eleitoral do Sri Lanka reiterou, na segunda-feira, que manter-se-á a data das eleições presidenciais, marcadas para 08 de janeiro.

Mahinda Deshapriya, da Comissão Eleitoral, indicou que a data não vai ser alterada, não obstante as condições meteorológicas e que as eleições, nas quais o Presidente Mahinda Rajapaksa procura cumprir um terceiro mandato, realizar-se-ão tal como previsto.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Finanças Públicas

Como evitar um 4º resgate? /premium

Paulo Trigo Pereira

Portugal necessita de mais doze anos (três legislaturas completas) de crescimento económico e de finanças públicas quase equilibradas para sair da zona de risco financeiro em que ainda se encontra.

Brexit

Boris Johnson /premium

João Marques de Almeida

Em Londres, só um louco ou um suicida é que defenderiam o acordo assinado com a União Europeia. Resta saber se os líderes europeus terão a lucidez de reconhecer o evidente: o acordo que existe morreu.

Ambiente

A onda verde na UE e os nacionalismos

Inês Pina

Se hoje reduzíssemos as emissões de CO2 a zero já não impedíamos a subida de dois graus centígrados. E estes “míseros” dois graus vão conduzir ao fim das calotas polares e à subida do nível do mar.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)