O Papa Francisco inicia hoje uma visita às Filipinas, primeiro país católico da Ásia, ao qual leva uma mensagem de “solidariedade” e onde permanecerá até dia 19, após ter estado no Sri Lanka no âmbito da mesma viagem apostólica.

A chegada à Base Aérea Villamor, em Manila, está prevista para as 17h45 locais, 09h45 em Lisboa, e, segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, estas deslocações representam “um sinal consistente da sua atenção” ao continente asiático.

Às Filipinas – que haviam sido visitadas pelo Paulo VI em 1970 e pelo Papa João Paulo II em 1981 e 1995 – o novo sumo-pontífice vai levar uma mensagem de “solidariedade” face às diversas catástrofes naturais que têm assolado o território, nomeadamente o tufão “Yolanda” que, há um ano, causou sete mil mortos e afetou, no total, cerca de um milhão de pessoas.

Francisco, que se vai deslocar num “papamóvel” aberto, visitará a cidade de Tacloban, na ilha de Leyte, praticamente destruída pelo tufão, onde se vai encontrar com alguns sobreviventes, e tenciona lembrar os mais desfavorecidos na missa que celebrará na catedral de Manila e num posterior encontro com famílias.

Nas Filipinas serão ainda assinalados os 20 anos da Jornada Mundial da Juventude com João Paulo II, que reuniu quatro milhões de pessoas, e terão também lugar um encontro com jovens, no estádio da universidade, e uma missa, no parque Rizal, ambos em Manila.