As autoridades cubanas vão libertar 3.522 presos no país, em vésperas da visita do Papa Francisco a Cuba. O Papa chegará a solo cubano na próxima semana.

Os prisioneiros que Cuba libertará incluem mulheres, jovens abaixo de 20 anos, presos que se encontram doentes, presos cuja pena termina em 2016 e alguns estrangeiros, cujos países de origem acordaram a extradição de solo cubano. A garantia foi dada por membros do conselho de Estado aos media estatais do país, segundo afirma a cadeia de televisão americana ABC.

Em sentido contrário, o governo cubano não libertará pessoas acusadas de crimes considerados graves no país, como homicídio, abuso sexual de menores ou violação da segurança do Estado. Nesta última categoria encontram-se grupos classificados como “presos políticos” por organizações de defesa dos direitos humanos, tanto cubanas como internacionais.

Esta é a terceira vez que Cuba decide libertar presos antes de uma visita papal.